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Ciência & Tecnologia

Motorista de Uber cria canal no Youtube e vira empreendedor


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24/12/2017

"Em pouco tempo fui de empregado para desempregado, e agora sou empregador”, diz Marlon Luz que acaba de inaugurar negócio voltado para motoristas.

 

Em plena crise econômica, muita gente viu no Uber uma alternativa ao desemprego. Com o motorista Marlon Luz não foi diferente, mas ele foi um pouco além: fez da experiência um negócio.

 

Ele começou a dirigir pelo aplicativo em 2015, para ter uma segunda fonte de renda. Pouco tempo depois, porém, foi demitido da empresa de tecnologia onde trabalhava, e o que era apenas um bico se tornou sua principal ocupação.

 

Foi então que Luz começou a pensar em alternativas para ganhar mais dinheiro com o aplicativo. A primeira ideia surgiu de sua experiência anterior: ele trabalhava fazendo vídeos tutoriais para a Microsoft e resolveu aproveitar essa habilidade para criar um canal no Youtube sobre a vida de um motorista de aplicativo.

 

“Na época, o Uber pagava 700 reais para quem indicasse outros motoristas. Só que eu tinha me mudado para São Paulo havia pouco tempo, então não conhecia muita gente. Decidi então fazer o canal. Sempre no final dos vídeos eu colocava meu código de motorista e dizia para as pessoas usarem meu código na hora de se candidatar”, conta o empreendedor.

 

A estratégia deu certo. O canal Uber do Marlon tem hoje 300 mil inscritos – o vídeo de maior sucesso, “Quanto ganha um motorista Uber?”, teve quase 800 mil visualizações.

 

Mas o empreendedor não parou por aí. Após perceber que muitos motoristas não conseguiam obter resultados como ele nas corridas, criou um curso online, batizado de Motorista Top, que já teve 2 mil alunos.

 

Outra iniciativa foi a fabricação da Bolsa Térmica Top, uma bolsa para levar balas e água e um espaço para colocar mensagens aos passageiros. Em pouco mais de um ano foram 10 mil itens vendidos, afirma o empreendedor.

 

 

Ponto de apoio

 

Agora, Luz acaba de inaugurar seu mais novo empreendimento: o Ponto de Apoio Motorista Top, espécie de pit stop para motoristas de aplicativos e – por que não? – taxistas. O espaço fica num container alugado na Vila Mariana (av. Dr. Ricardo Jafet, 1730) e conta com banheiro, micro-ondas, água, café e itens para higiene do carro.

 

“A ideia surgiu depois de observar as necessidades dos motoristas. Hoje eles têm muita dificuldade de ir ao banheiro, por exemplo. Tem que pedir num restaurante ou num posto de gasolina, e muitas vezes são lugares sujos”, explica.

 

Luz investiu 15 mil reais na empreitada e espera conseguir um faturamento de 10 mil reais mensais no prazo de três meses. Os motoristas não pagam para usar o espaço – o empreendedor estabeleceu parcerias com patrocinadores, que investem para promover seus produtos no local. Por enquanto há quatro patrocínios fechados com empresas de telefonia e do setor automotivo.

 

Luz estima que o espaço receba 500 motoristas por dia. As próximas regiões a receberem um Ponto de Apoio Motorista Top devem ser zona leste de São Paulo, Campinas e Baixada Santista.

 

Apesar de o negócio ainda estar no início, o empreendedor já pensa em franquia. “Vamos analisar os dados do negócio durante seis meses para depois expandir para um modelo de microfranquia”, afirma.

 

É sempre bom lembrar que, ao investir numa franquia, o interessado deve verificar se a empresa tem números sólidos para apresentar.

 

Com tantos negócios, Luz afirma que hoje só dirige de vez em quando, para se manter em contato com a realidade dos motoristas – que se tornaram seus clientes. “Estou muito feliz. Em pouco tempo fui de empregado para desempregado, e agora sou empregador”.

"Em pouco tempo fui de empregado para desempregado, e agora sou empregador”, diz Marlon Luz que acaba de inaugurar negócio voltado para motoristas.


 


Em plena crise econômica, muita gente viu no Uber uma alternativa ao desemprego. Com o motorista Marlon Luz não foi diferente, mas ele foi um pouco além: fez da experiência um negócio.


 


Ele começou a dirigir pelo aplicativo em 2015, para ter uma segunda fonte de renda. Pouco tempo depois, porém, foi demitido da empresa de tecnologia onde trabalhava, e o que era apenas um bico se tornou sua principal ocupação.


 


Foi então que Luz começou a pensar em alternativas para ganhar mais dinheiro com o aplicativo. A primeira ideia surgiu de sua experiência anterior: ele trabalhava fazendo vídeos tutoriais para a Microsoft e resolveu aproveitar essa habilidade para criar um canal no Youtube sobre a vida de um motorista de aplicativo.


 


“Na época, o Uber pagava 700 reais para quem indicasse outros motoristas. Só que eu tinha me mudado para São Paulo havia pouco tempo, então não conhecia muita gente. Decidi então fazer o canal. Sempre no final dos vídeos eu colocava meu código de motorista e dizia para as pessoas usarem meu código na hora de se candidatar”, conta o empreendedor.


 


A estratégia deu certo. O canal Uber do Marlon tem hoje 300 mil inscritos – o vídeo de maior sucesso, “Quanto ganha um motorista Uber?”, teve quase 800 mil visualizações.


 


Mas o empreendedor não parou por aí. Após perceber que muitos motoristas não conseguiam obter resultados como ele nas corridas, criou um curso online, batizado de Motorista Top, que já teve 2 mil alunos.


 


Outra iniciativa foi a fabricação da Bolsa Térmica Top, uma bolsa para levar balas e água e um espaço para colocar mensagens aos passageiros. Em pouco mais de um ano foram 10 mil itens vendidos, afirma o empreendedor.


 


PATROCINADORES

 


Ponto de apoio


 


Agora, Luz acaba de inaugurar seu mais novo empreendimento: o Ponto de Apoio Motorista Top, espécie de pit stop para motoristas de aplicativos e – por que não? – taxistas. O espaço fica num container alugado na Vila Mariana (av. Dr. Ricardo Jafet, 1730) e conta com banheiro, micro-ondas, água, café e itens para higiene do carro.


 


“A ideia surgiu depois de observar as necessidades dos motoristas. Hoje eles têm muita dificuldade de ir ao banheiro, por exemplo. Tem que pedir num restaurante ou num posto de gasolina, e muitas vezes são lugares sujos”, explica.


 


Luz investiu 15 mil reais na empreitada e espera conseguir um faturamento de 10 mil reais mensais no prazo de três meses. Os motoristas não pagam para usar o espaço – o empreendedor estabeleceu parcerias com patrocinadores, que investem para promover seus produtos no local. Por enquanto há quatro patrocínios fechados com empresas de telefonia e do setor automotivo.


 


Luz estima que o espaço receba 500 motoristas por dia. As próximas regiões a receberem um Ponto de Apoio Motorista Top devem ser zona leste de São Paulo, Campinas e Baixada Santista.


 


Apesar de o negócio ainda estar no início, o empreendedor já pensa em franquia. “Vamos analisar os dados do negócio durante seis meses para depois expandir para um modelo de microfranquia”, afirma.


 


É sempre bom lembrar que, ao investir numa franquia, o interessado deve verificar se a empresa tem números sólidos para apresentar.


 


Com tantos negócios, Luz afirma que hoje só dirige de vez em quando, para se manter em contato com a realidade dos motoristas – que se tornaram seus clientes. “Estou muito feliz. Em pouco tempo fui de empregado para desempregado, e agora sou empregador”.


"Em pouco tempo fui de empregado para desempregado, e agora sou empregador”, diz Marlon Luz que acaba de inaugurar negócio voltado para motoristas.



Em plena crise econômica, muita gente viu no Uber uma alternativa ao desemprego. Com o motorista Marlon Luz não foi diferente, mas ele foi um pouco além: fez da experiência um negócio.



Ele começou a dirigir pelo aplicativo em 2015, para ter uma segunda fonte de renda. Pouco tempo depois, porém, foi demitido da empresa de tecnologia onde trabalhava, e o que era apenas um bico se tornou sua principal ocupação.



Foi então que Luz começou a pensar em alternativas para ganhar mais dinheiro com o aplicativo. A primeira ideia surgiu de sua experiência anterior: ele trabalhava fazendo vídeos tutoriais para a Microsoft e resolveu aproveitar essa habilidade para criar um canal no Youtube sobre a vida de um motorista de aplicativo.



“Na época, o Uber pagava 700 reais para quem indicasse outros motoristas. Só que eu tinha me mudado para São Paulo havia pouco tempo, então não conhecia muita gente. Decidi então fazer o canal. Sempre no final dos vídeos eu colocava meu código de motorista e dizia para as pessoas usarem meu código na hora de se candidatar”, conta o empreendedor.



PATROCINADORES

A estratégia deu certo. O canal Uber do Marlon tem hoje 300 mil inscritos – o vídeo de maior sucesso, “Quanto ganha um motorista Uber?”, teve quase 800 mil visualizações.



Mas o empreendedor não parou por aí. Após perceber que muitos motoristas não conseguiam obter resultados como ele nas corridas, criou um curso online, batizado de Motorista Top, que já teve 2 mil alunos.



Outra iniciativa foi a fabricação da Bolsa Térmica Top, uma bolsa para levar balas e água e um espaço para colocar mensagens aos passageiros. Em pouco mais de um ano foram 10 mil itens vendidos, afirma o empreendedor.



Ponto de apoio



Agora, Luz acaba de inaugurar seu mais novo empreendimento: o Ponto de Apoio Motorista Top, espécie de pit stop para motoristas de aplicativos e – por que não? – taxistas. O espaço fica num container alugado na Vila Mariana (av. Dr. Ricardo Jafet, 1730) e conta com banheiro, micro-ondas, água, café e itens para higiene do carro.



PATROCINADORES

“A ideia surgiu depois de observar as necessidades dos motoristas. Hoje eles têm muita dificuldade de ir ao banheiro, por exemplo. Tem que pedir num restaurante ou num posto de gasolina, e muitas vezes são lugares sujos”, explica.



Luz investiu 15 mil reais na empreitada e espera conseguir um faturamento de 10 mil reais mensais no prazo de três meses. Os motoristas não pagam para usar o espaço – o empreendedor estabeleceu parcerias com patrocinadores, que investem para promover seus produtos no local. Por enquanto há quatro patrocínios fechados com empresas de telefonia e do setor automotivo.



Luz estima que o espaço receba 500 motoristas por dia. As próximas regiões a receberem um Ponto de Apoio Motorista Top devem ser zona leste de São Paulo, Campinas e Baixada Santista.



Apesar de o negócio ainda estar no início, o empreendedor já pensa em franquia. “Vamos analisar os dados do negócio durante seis meses para depois expandir para um modelo de microfranquia”, afirma.



É sempre bom lembrar que, ao investir numa franquia, o interessado deve verificar se a empresa tem números sólidos para apresentar.



Com tantos negócios, Luz afirma que hoje só dirige de vez em quando, para se manter em contato com a realidade dos motoristas – que se tornaram seus clientes. “Estou muito feliz. Em pouco tempo fui de empregado para desempregado, e agora sou empregador”.



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