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Ciência & Tecnologia

Operadora americana testa Internet de até 1 Gb/s por rede elétrica


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01/01/2018

Velocidade se equipara à Internet por fibra ótica. Entenda como funcionam os testes.

 

AT&T anunciou o início dos primeiros testes para popularizar a Internet via rede elétrica no dia 13 de dezembro. Chamada de AirGig, a tecnologia disponibilizada pela operadora americana tem potencial para atingir mais de 1 Gb/s de velocidade. O experimento, inicialmente, ocorre em uma pequena área no estado da Georgia, nos Estados Unidos.

 

A principal vantagem é levar Internet para locais remotos, usando os cabos elétricos das companhias de energia já existentes. Por enquanto, a empresa ainda não divulgou os planos ou pacotes que vão utilizar a rede.

 

A ideia de usar a rede elétrica para entregar Internet não chega a ser novidade. No Brasil, a Anatel regulamentou o uso em 2009, porém poucas operadoras venderam planos com a tecnologia. A mais conhecida foi a Intelig, em 2010, que chegou a disponibilizar conexão pela rede elétrica em alguns bairros de São Paulo.

 

Por aqui, ficou mais conhecido o uso de repetidores domésticos, como o N150 da D-Link, que utilizam a rede elétrica para ampliar o sinal Wi-Fi pela casa.

 

 

Velocidade é o diferencial

 

O diferencial da tecnologia da AT&T fica por conta da velocidade. Ao chegar a mais de 1 Gb/s, a Internet pela rede elétrica se equipara à fibra ótica. O Google Fiber, por exemplo, oferece essa potência nos Estados Unidos.

 

Chamada de AirGig, a tecnologia utiliza sinais de onda milimétricas conhecidas como mmWave. Com isso, ela é capaz de transferir dados em uma frequência muito maior do que os cabos de cobre, entre 30 GHz e 300 GHz. De acordo com a empresa, a instalação na residência de um cliente leva apenas poucos minutos.

 

Usar a infrestrutura já existente traz um custo menor para as operadoras, já que não é preciso passar cabos pela cidade. No entanto, traz o problema de ter que negociar com cada empresa de distribuição. A Intelig no Brasil, por exemplo, usava os cabos da Eletropaulo.

 

 

Tecnologia usa estrutura montada no poste.

 

 

Os principais favorecidos seriam pessoas que moram em locais remotos, como em áreas rurais. É muito mais fácil ter um um cabo de energia passando próximo da residência do que uma rede de fibra ótica. Na cidade, a

 

Internet pela rede elétrica pode ajudar pessoas que moram em bairros afastados, onde a rede de cobre/fibra ótica está sobrecarregada.

Velocidade se equipara à Internet por fibra ótica. Entenda como funcionam os testes.


 


AT&T anunciou o início dos primeiros testes para popularizar a Internet via rede elétrica no dia 13 de dezembro. Chamada de AirGig, a tecnologia disponibilizada pela operadora americana tem potencial para atingir mais de 1 Gb/s de velocidade. O experimento, inicialmente, ocorre em uma pequena área no estado da Georgia, nos Estados Unidos.


 


A principal vantagem é levar Internet para locais remotos, usando os cabos elétricos das companhias de energia já existentes. Por enquanto, a empresa ainda não divulgou os planos ou pacotes que vão utilizar a rede.


 


A ideia de usar a rede elétrica para entregar Internet não chega a ser novidade. No Brasil, a Anatel regulamentou o uso em 2009, porém poucas operadoras venderam planos com a tecnologia. A mais conhecida foi a Intelig, em 2010, que chegou a disponibilizar conexão pela rede elétrica em alguns bairros de São Paulo.


 


Por aqui, ficou mais conhecido o uso de repetidores domésticos, como o N150 da D-Link, que utilizam a rede elétrica para ampliar o sinal Wi-Fi pela casa.


 


 


Velocidade é o diferencial


 


PATROCINADORES

O diferencial da tecnologia da AT&T fica por conta da velocidade. Ao chegar a mais de 1 Gb/s, a Internet pela rede elétrica se equipara à fibra ótica. O Google Fiber, por exemplo, oferece essa potência nos Estados Unidos.


 


Chamada de AirGig, a tecnologia utiliza sinais de onda milimétricas conhecidas como mmWave. Com isso, ela é capaz de transferir dados em uma frequência muito maior do que os cabos de cobre, entre 30 GHz e 300 GHz. De acordo com a empresa, a instalação na residência de um cliente leva apenas poucos minutos.


 


Usar a infrestrutura já existente traz um custo menor para as operadoras, já que não é preciso passar cabos pela cidade. No entanto, traz o problema de ter que negociar com cada empresa de distribuição. A Intelig no Brasil, por exemplo, usava os cabos da Eletropaulo.


 


 



Tecnologia usa estrutura montada no poste.


 


 


Os principais favorecidos seriam pessoas que moram em locais remotos, como em áreas rurais. É muito mais fácil ter um um cabo de energia passando próximo da residência do que uma rede de fibra ótica. Na cidade, a


 


Internet pela rede elétrica pode ajudar pessoas que moram em bairros afastados, onde a rede de cobre/fibra ótica está sobrecarregada.


Velocidade se equipara à Internet por fibra ótica. Entenda como funcionam os testes.



AT&T anunciou o início dos primeiros testes para popularizar a Internet via rede elétrica no dia 13 de dezembro. Chamada de AirGig, a tecnologia disponibilizada pela operadora americana tem potencial para atingir mais de 1 Gb/s de velocidade. O experimento, inicialmente, ocorre em uma pequena área no estado da Georgia, nos Estados Unidos.



A principal vantagem é levar Internet para locais remotos, usando os cabos elétricos das companhias de energia já existentes. Por enquanto, a empresa ainda não divulgou os planos ou pacotes que vão utilizar a rede.



A ideia de usar a rede elétrica para entregar Internet não chega a ser novidade. No Brasil, a Anatel regulamentou o uso em 2009, porém poucas operadoras venderam planos com a tecnologia. A mais conhecida foi a Intelig, em 2010, que chegou a disponibilizar conexão pela rede elétrica em alguns bairros de São Paulo.



Por aqui, ficou mais conhecido o uso de repetidores domésticos, como o N150 da D-Link, que utilizam a rede elétrica para ampliar o sinal Wi-Fi pela casa.



PATROCINADORES

Velocidade é o diferencial



O diferencial da tecnologia da AT&T fica por conta da velocidade. Ao chegar a mais de 1 Gb/s, a Internet pela rede elétrica se equipara à fibra ótica. O Google Fiber, por exemplo, oferece essa potência nos Estados Unidos.



Chamada de AirGig, a tecnologia utiliza sinais de onda milimétricas conhecidas como mmWave. Com isso, ela é capaz de transferir dados em uma frequência muito maior do que os cabos de cobre, entre 30 GHz e 300 GHz. De acordo com a empresa, a instalação na residência de um cliente leva apenas poucos minutos.



Usar a infrestrutura já existente traz um custo menor para as operadoras, já que não é preciso passar cabos pela cidade. No entanto, traz o problema de ter que negociar com cada empresa de distribuição. A Intelig no Brasil, por exemplo, usava os cabos da Eletropaulo.



PATROCINADORES



Tecnologia usa estrutura montada no poste.



Os principais favorecidos seriam pessoas que moram em locais remotos, como em áreas rurais. É muito mais fácil ter um um cabo de energia passando próximo da residência do que uma rede de fibra ótica. Na cidade, a



Internet pela rede elétrica pode ajudar pessoas que moram em bairros afastados, onde a rede de cobre/fibra ótica está sobrecarregada.



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