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Piauí autoriza a produção de remédio derivado da maconha


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06/01/2018

O governador do Piauí, Wellington Dias, assinou no dia 28 de dezembro de 2017, autorização para a produção de canabidiol, substância presente na planta da maconha, a Cannabis sativa.

 

Os estudos e o processamento da substância ficarão a cargo do Ceir (Centro Integrado de Reabilitação) e das universidades federal e estadual, que fabricarão o medicamento com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi).

 

O trabalho começa já no início do ano e, ainda em 2018, o Estado diz esperar contar com uma câmara setorial de biotecnologia para apoiar a produção. Para o governador, a iniciativa beneficiará pessoas que sofrem com convulsões e epilepsias.

 

“Antes importávamos o canabidiol da Califórnia e de Israel, o que gerava um custo muito elevado e, a partir da autorização da produção, o Piauí passa a produzir seu próprio produto, com um investimento de cerca de R$ 1 milhão”, diz.

 

 

Procura

 

Tanto no Piauí, quanto em outras partes do País, muitas ações tramitam na Justiça envolvendo pessoas que pedem o direito de cultivar maconha em casa e retirar a substância visando o uso medicinal.

 

No Estado, que é o primeiro a liberar a produção do canabidiol, pesquisas já vinham sendo realizadas desde o primeiro semestre de 2017.

O governador do Piauí, Wellington Dias, assinou no dia 28 de dezembro de 2017, autorização para a produção de canabidiol, substância presente na planta da maconha, a Cannabis sativa.


 


Os estudos e o processamento da substância ficarão a cargo do Ceir (Centro Integrado de Reabilitação) e das universidades federal e estadual, que fabricarão o medicamento com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi).


 


O trabalho começa já no início do ano e, ainda em 2018, o Estado diz esperar contar com uma câmara setorial de biotecnologia para apoiar a produção. Para o governador, a iniciativa beneficiará pessoas que sofrem com convulsões e epilepsias.


 


“Antes importávamos o canabidiol da Califórnia e de Israel, o que gerava um custo muito elevado e, a partir da autorização da produção, o Piauí passa a produzir seu próprio produto, com um investimento de cerca de R$ 1 milhão”, diz.


PATROCINADORES

 


 


Procura


 


Tanto no Piauí, quanto em outras partes do País, muitas ações tramitam na Justiça envolvendo pessoas que pedem o direito de cultivar maconha em casa e retirar a substância visando o uso medicinal.


 


No Estado, que é o primeiro a liberar a produção do canabidiol, pesquisas já vinham sendo realizadas desde o primeiro semestre de 2017.


O governador do Piauí, Wellington Dias, assinou no dia 28 de dezembro de 2017, autorização para a produção de canabidiol, substância presente na planta da maconha, a Cannabis sativa.



Os estudos e o processamento da substância ficarão a cargo do Ceir (Centro Integrado de Reabilitação) e das universidades federal e estadual, que fabricarão o medicamento com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi).



O trabalho começa já no início do ano e, ainda em 2018, o Estado diz esperar contar com uma câmara setorial de biotecnologia para apoiar a produção. Para o governador, a iniciativa beneficiará pessoas que sofrem com convulsões e epilepsias.



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“Antes importávamos o canabidiol da Califórnia e de Israel, o que gerava um custo muito elevado e, a partir da autorização da produção, o Piauí passa a produzir seu próprio produto, com um investimento de cerca de R$ 1 milhão”, diz.



Procura



Tanto no Piauí, quanto em outras partes do País, muitas ações tramitam na Justiça envolvendo pessoas que pedem o direito de cultivar maconha em casa e retirar a substância visando o uso medicinal.



No Estado, que é o primeiro a liberar a produção do canabidiol, pesquisas já vinham sendo realizadas desde o primeiro semestre de 2017.



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