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Esporte

Caixa quer renovar contrato, que pode alcançar até 20 milhões


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30/12/2017

Clube espera novos valores de bonificações para a próxima temproada.

 

A diretoria do Cruzeiro recebeu nos últimos dias um comunicado de intenção da Caixa Econômica Federal em renovar seu contrato de patrocínio. Embora tenha planos de diminuir o investimento em clubes de futebol a partir da próxima temporada, a estatal quer manter sua marca no espaço mais nobre da camisa celeste em 2018. Não quer alterar o valor da cota fixa (R$11 milhões), mas está disposta a negociar os bônus do contrato. No próximo ano, a Raposa disputará a Libertadores e pode alcançar o Mundial de Clubes, competições de maior visibilidade no calendário.

 

“Eles (Caixa) não vão renovar com todos os clubes para o próximo, reduziram o orçamento, mas mantiveram o Cruzeiro numa perspectiva, naturalmente, de aumentar os bônus para campeonato vencido e sobre Libertadores. São detalhes que, no início de janeiro, antes de assinar o contrato, vamos definir com a Caixa”, afirmou Marco Antônio Lage, vice-presidente executivo da nova gestão do Cruzeiro, em entrevista ao Superesportes.

 

“O contrato pode chegar a R$20 milhões com os bônus. Essa é a nossa expectativa. De qualquer maneira, uma confirmação oficial da Caixa de manutenção do patrocínio para 2018 o que é muito nesse cenário ainda de crise, de dificuldades de conseguir patrocínios. É muito bom ter a Caixa, que é um grande patrocinador, talvez o maior do país hoje”, complementou o dirigente. 

 

Nesta temporada, o Cruzeiro recebeu uma cota fixa de patrocínio de R$11 milhões e mais um bônus de R$500 mil pelo título da Copa do Brasil. Se tivesse vencido o Campeonato Brasileiro, a Raposa somaria mais R$1 milhão e alcançaria R$12,5 milhões, valor máximo do acordo de 2017. O rival Atlético, por exemplo, que disputou a Libertadores e poderia ter chegado ao Mundial nesta temporada, poderia ter fechado o ano com contrato de até R$16 milhões - além da Série A e da Copa do Brasil, a Caixa estipulou bônus de R$2 milhões pelo Mundial e R$1,5 milhão pela Libertadores.

 

Em 2018, o Cruzeiro tem planos mais ambiciosos para a bonificação de títulos: quer que o contrato alcance até R$20 milhões em caso de múltiplos troféus na temporada. Para isso, o presidente eleito Wagner Pires de Sá aposta no poder de negociação de Marco Antônio Lage, seu novo executivo, e que já esteve “do outro lado”. Funcionário de carreira da Fiat, ele foi responsável por negociar inúmeros contratos de patrocínio com clubes de futebol no passado representando a empresa automotiva.

 

 

Indefinição só na manga

 

Se por um lado o Cruzeiro recebeu a sinalização positiva da Caixa para a renovação de contrato, por outro o clube soube que a Vilma Alimentos não seguirá estampando sua marca na camisa celeste. A empresa mineira, que tem seus principais administradores como conselheiros do Cruzeiro, definiu cortar o investimento a partir de 2018. Já há negociação com outras empresas interessadas no espaço.

 

Além da Caixa, o Cruzeiro seguirá estampando as marcas da Cemil, de laticínios, nas omoplatas; o Supermercados BH abaixo dos números, além da Uber, de transporte por aplicativo, no calção. A linha esportiva do clube é de responsabilidade da Umbro, que promete lançamento de novo uniforme já para o início da temporada.

Clube espera novos valores de bonificações para a próxima temproada.


 


A diretoria do Cruzeiro recebeu nos últimos dias um comunicado de intenção da Caixa Econômica Federal em renovar seu contrato de patrocínio. Embora tenha planos de diminuir o investimento em clubes de futebol a partir da próxima temporada, a estatal quer manter sua marca no espaço mais nobre da camisa celeste em 2018. Não quer alterar o valor da cota fixa (R$11 milhões), mas está disposta a negociar os bônus do contrato. No próximo ano, a Raposa disputará a Libertadores e pode alcançar o Mundial de Clubes, competições de maior visibilidade no calendário.


 


“Eles (Caixa) não vão renovar com todos os clubes para o próximo, reduziram o orçamento, mas mantiveram o Cruzeiro numa perspectiva, naturalmente, de aumentar os bônus para campeonato vencido e sobre Libertadores. São detalhes que, no início de janeiro, antes de assinar o contrato, vamos definir com a Caixa”, afirmou Marco Antônio Lage, vice-presidente executivo da nova gestão do Cruzeiro, em entrevista ao Superesportes.


 


“O contrato pode chegar a R$20 milhões com os bônus. Essa é a nossa expectativa. De qualquer maneira, uma confirmação oficial da Caixa de manutenção do patrocínio para 2018 o que é muito nesse cenário ainda de crise, de dificuldades de conseguir patrocínios. É muito bom ter a Caixa, que é um grande patrocinador, talvez o maior do país hoje”, complementou o dirigente. 


 


Nesta temporada, o Cruzeiro recebeu uma cota fixa de patrocínio de R$11 milhões e mais um bônus de R$500 mil pelo título da Copa do Brasil. Se tivesse vencido o Campeonato Brasileiro, a Raposa somaria mais R$1 milhão e alcançaria R$12,5 milhões, valor máximo do acordo de 2017. O rival Atlético, por exemplo, que disputou a Libertadores e poderia ter chegado ao Mundial nesta temporada, poderia ter fechado o ano com contrato de até R$16 milhões - além da Série A e da Copa do Brasil, a Caixa estipulou bônus de R$2 milhões pelo Mundial e R$1,5 milhão pela Libertadores.


PATROCINADORES

 


Em 2018, o Cruzeiro tem planos mais ambiciosos para a bonificação de títulos: quer que o contrato alcance até R$20 milhões em caso de múltiplos troféus na temporada. Para isso, o presidente eleito Wagner Pires de Sá aposta no poder de negociação de Marco Antônio Lage, seu novo executivo, e que já esteve “do outro lado”. Funcionário de carreira da Fiat, ele foi responsável por negociar inúmeros contratos de patrocínio com clubes de futebol no passado representando a empresa automotiva.


 


 


Indefinição só na manga


 


Se por um lado o Cruzeiro recebeu a sinalização positiva da Caixa para a renovação de contrato, por outro o clube soube que a Vilma Alimentos não seguirá estampando sua marca na camisa celeste. A empresa mineira, que tem seus principais administradores como conselheiros do Cruzeiro, definiu cortar o investimento a partir de 2018. Já há negociação com outras empresas interessadas no espaço.


 


Além da Caixa, o Cruzeiro seguirá estampando as marcas da Cemil, de laticínios, nas omoplatas; o Supermercados BH abaixo dos números, além da Uber, de transporte por aplicativo, no calção. A linha esportiva do clube é de responsabilidade da Umbro, que promete lançamento de novo uniforme já para o início da temporada.


Clube espera novos valores de bonificações para a próxima temproada.



A diretoria do Cruzeiro recebeu nos últimos dias um comunicado de intenção da Caixa Econômica Federal em renovar seu contrato de patrocínio. Embora tenha planos de diminuir o investimento em clubes de futebol a partir da próxima temporada, a estatal quer manter sua marca no espaço mais nobre da camisa celeste em 2018. Não quer alterar o valor da cota fixa (R$11 milhões), mas está disposta a negociar os bônus do contrato. No próximo ano, a Raposa disputará a Libertadores e pode alcançar o Mundial de Clubes, competições de maior visibilidade no calendário.



“Eles (Caixa) não vão renovar com todos os clubes para o próximo, reduziram o orçamento, mas mantiveram o Cruzeiro numa perspectiva, naturalmente, de aumentar os bônus para campeonato vencido e sobre Libertadores. São detalhes que, no início de janeiro, antes de assinar o contrato, vamos definir com a Caixa”, afirmou Marco Antônio Lage, vice-presidente executivo da nova gestão do Cruzeiro, em entrevista ao Superesportes.



PATROCINADORES

“O contrato pode chegar a R$20 milhões com os bônus. Essa é a nossa expectativa. De qualquer maneira, uma confirmação oficial da Caixa de manutenção do patrocínio para 2018 o que é muito nesse cenário ainda de crise, de dificuldades de conseguir patrocínios. É muito bom ter a Caixa, que é um grande patrocinador, talvez o maior do país hoje”, complementou o dirigente. 



Nesta temporada, o Cruzeiro recebeu uma cota fixa de patrocínio de R$11 milhões e mais um bônus de R$500 mil pelo título da Copa do Brasil. Se tivesse vencido o Campeonato Brasileiro, a Raposa somaria mais R$1 milhão e alcançaria R$12,5 milhões, valor máximo do acordo de 2017. O rival Atlético, por exemplo, que disputou a Libertadores e poderia ter chegado ao Mundial nesta temporada, poderia ter fechado o ano com contrato de até R$16 milhões - além da Série A e da Copa do Brasil, a Caixa estipulou bônus de R$2 milhões pelo Mundial e R$1,5 milhão pela Libertadores.



Em 2018, o Cruzeiro tem planos mais ambiciosos para a bonificação de títulos: quer que o contrato alcance até R$20 milhões em caso de múltiplos troféus na temporada. Para isso, o presidente eleito Wagner Pires de Sá aposta no poder de negociação de Marco Antônio Lage, seu novo executivo, e que já esteve “do outro lado”. Funcionário de carreira da Fiat, ele foi responsável por negociar inúmeros contratos de patrocínio com clubes de futebol no passado representando a empresa automotiva.



PATROCINADORES

Indefinição só na manga



Se por um lado o Cruzeiro recebeu a sinalização positiva da Caixa para a renovação de contrato, por outro o clube soube que a Vilma Alimentos não seguirá estampando sua marca na camisa celeste. A empresa mineira, que tem seus principais administradores como conselheiros do Cruzeiro, definiu cortar o investimento a partir de 2018. Já há negociação com outras empresas interessadas no espaço.



Além da Caixa, o Cruzeiro seguirá estampando as marcas da Cemil, de laticínios, nas omoplatas; o Supermercados BH abaixo dos números, além da Uber, de transporte por aplicativo, no calção. A linha esportiva do clube é de responsabilidade da Umbro, que promete lançamento de novo uniforme já para o início da temporada.



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