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Esporte

UFC: 2017, um ano para os fãs brasileiros esquecerem


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02/01/2018

Perda de cinturões, derrotas arrasadoras, casos de doping e eventos aquém do esperado no Brasil fizeram do ano do UFC no país uma decepção.

 

O ano de 2017 não foi nada bom para o MMA brasileiro. Os principais representantes do país no UFC foram derrotados, a maioria caminha tropegamente para a aposentadoria e ainda houve casos de doping. Velhos ídolos como José Aldo, Vitor Belfort, Júnior Cigano e Anderson Silva decepcionaram e o Brasil encerrou o ano sem nenhum campeão nas categorias masculinas.

 

As mulheres salvaram a temporada nacional, com Amanda Nunes e Cris Cyborg no topo dos pesos galo e pena – a última ainda colocará seu cinturão em jogo no próximo sábado, dia 30, contra a americana Holly Holm, no esvaziado UFC 219, em Las Vegas.

 

Os três eventos no país tiveram, segundo a organização do UFC, todas as entradas vendidas: 14.069 (Fortaleza), 15.412 (Rio de Janeiro) e 10.265 (São Paulo) – única informação divulgada, pois não dizem o valor total das bilheterias nem venda de pay-per-view. Mesmo com todas as entradas vendidas, mas não 100% de lotação, os resultados dos brasileiros foram, em sua maioria, frustrantes. Relembre as principais decepções:

 

 

Derrota de Vitor Belfort, no UFC de Fortaleza

 

11 de março, em Fortaleza - O experiente lutador de 39 anos foi nocauteado pelo americano Kelvin Gastelum ainda no primeiro round no evento no Ceará.

 

Gastelum chegou a desafiar Anderson Silva após a vitória, mas foi pego no doping e o confronto com Belfort terminou sem resultado.

 

 

Derrotas de Wilson Reis e Jacaré, no UFC Fight Night

 

15 de abril, em Kansas City - Na disputa do cinturão do peso-mosca, o brasileiro perdeu para Demetrious Johnson, que o finalizou com uma chave de braço no terceiro round, em sua 10ª defesa de cinturão. Já Ronaldo Jacaré foi derrotado pelo australiano Robert Whittaker por nocaute técnico, no peso-médio.

 

 

Derrotas de Junior Cigano e Jéssica Bate-Estaca, no UFC 211

 

13 de maio, em Dallas - Duas derrotas na mesma noite deixaram o Brasil sem cinturão. Primeiro Jéssica Bate-Estaca perdeu para a detentora do cinturão do peso-palha, a polonesa Joanna Jedrzejczyk em decisão unânime dos jurados. Em seguida, Junior Cigano tentou recuperar o cinturão dos pesos-pesados e foi nocauteado por Stipe Miocic.

 

 

Derrota de Glover Teixeira, no UFC Suécia

 

28 de maio, em Estocolmo - Uma vitória do brasileiro contra Alexander Gustafsson, na Suécia, poderia levá-lo para a disputa do cinturão contra Jon Jones. No entanto, foi vencido no quinto round por nocaute técnico.

 

 

Derrota de José Aldo, no UFC 212, no Rio

 

3 de junho, no Rio de Janeiro - O aguardado retorno do ex-campeão ao Rio se tornou um pesadelo.A luta valia a unificação do cinturão do peso-pena na Arena da Barra, mas José Aldo não foi páreo para Max Holloway por nocaute técnico no terceiro round.

 

 

Derrota de Fabricio Verdum, no UFC 213

 

8 de julho, em Las Vegas - Fechando uma triologia de lutas contra o holandês Alistair Overeem, Werdum foi derrotado por decisão majoritária na disputa do peso-pesado 2011.

 

 

Derrota de Demian Maia, no UFC 214

 

29 de julho, em Anaheim - O lutador paulista poderia ter salvado o ano do país, mas foi não foi páreo para Tyron Woodley. O americano manteve o cinturão peso-meio-médio por decisão unânime, após cinco rounds.

 

 

Doping de Junior Cigano antes do UFC 215

 

9 de setembro, em Edmonton - No dia 19 de agosto, semanas antes de lutar, Junior Cigano foi pego no exame antidoping pelo uso de diurético. Por isso, foi retirado da luta contra Francis Ngannou. O brasileiro jurou inocência, mas a contraprova também deu positivo.

 

 

Lyoto Machida volta e perde no UFC de São Paulo

 

28 de outubro, em São Paulo - Após 18 meses suspenso por doping, Machida foi nocauteado por Derek Brunson no primeiro round da principal luta do UFC de São Paulo. No mesmo dia, Demian Maia foi derrotado por Colby Covington, lutador americano que ganhou destaque por suas ofensas ao Brasil.

 

 

Anderson Silva: novo doping

 

25 de novembro, em Xangai - Para abalar ainda mais sua credibilidade, Anderson Silva foi suspenso novamente por doping em novembro.

 

O ex-campeão ficou fora do UFC de Xangai, no qual enfrentaria Kevin Gastelum, e ainda não teve punição definida.

 

 

Derrota de José Aldo no UFC 218

 

2 de dezembro, em Detroit - O lutador amazonense foi novamente dominado e conheceu sua terceira derrota em menos de dois anos. Em mais uma luta valendo o cinturão dos pesos-pena, Max Holloway aplicou um duro castigo em Aldo e venceu por nocaute técnico no terceiro round.

 

 

Poucas vitórias significativas

 

As poucas comemorações brasileiras no octógono foram na vitória de Anderson Silva, em seu retorno, contra Derek Brunson, nos EUA, antes de cair no doping; a vitória de Maurício Shogun, em Fortaleza; o triunfo de Claudia Gadelha, no Rio de Janeiro; o título de Cris Cyborg nos penas, em Anaheim; o triunfo de Amanda Nunes contra Valentina Shevchenko, no Canadá, mantendo o cinturão do peso-galo; e a vitória de Fabrício Werdum, na Austrália, contra o polonês Marcin Tybura. O principal destaque do país em 2017 foi o ex-campeão peso-leve Rafael dos Anjos, que venceu as três lutas que fez pelo peso-médio, contra Tarec Saffiedine, Neil Magny e Robbie Lawler.

 

 

Rafael dos Anjos venceu suas três lutas em 2017.

Perda de cinturões, derrotas arrasadoras, casos de doping e eventos aquém do esperado no Brasil fizeram do ano do UFC no país uma decepção.


 


O ano de 2017 não foi nada bom para o MMA brasileiro. Os principais representantes do país no UFC foram derrotados, a maioria caminha tropegamente para a aposentadoria e ainda houve casos de doping. Velhos ídolos como José Aldo, Vitor Belfort, Júnior Cigano e Anderson Silva decepcionaram e o Brasil encerrou o ano sem nenhum campeão nas categorias masculinas.


 


As mulheres salvaram a temporada nacional, com Amanda Nunes e Cris Cyborg no topo dos pesos galo e pena – a última ainda colocará seu cinturão em jogo no próximo sábado, dia 30, contra a americana Holly Holm, no esvaziado UFC 219, em Las Vegas.


 


Os três eventos no país tiveram, segundo a organização do UFC, todas as entradas vendidas: 14.069 (Fortaleza), 15.412 (Rio de Janeiro) e 10.265 (São Paulo) – única informação divulgada, pois não dizem o valor total das bilheterias nem venda de pay-per-view. Mesmo com todas as entradas vendidas, mas não 100% de lotação, os resultados dos brasileiros foram, em sua maioria, frustrantes. Relembre as principais decepções:


 


 


Derrota de Vitor Belfort, no UFC de Fortaleza


 


11 de março, em Fortaleza - O experiente lutador de 39 anos foi nocauteado pelo americano Kelvin Gastelum ainda no primeiro round no evento no Ceará.


 


Gastelum chegou a desafiar Anderson Silva após a vitória, mas foi pego no doping e o confronto com Belfort terminou sem resultado.


 


 


Derrotas de Wilson Reis e Jacaré, no UFC Fight Night


 


15 de abril, em Kansas City - Na disputa do cinturão do peso-mosca, o brasileiro perdeu para Demetrious Johnson, que o finalizou com uma chave de braço no terceiro round, em sua 10ª defesa de cinturão. Já Ronaldo Jacaré foi derrotado pelo australiano Robert Whittaker por nocaute técnico, no peso-médio.


 


 


Derrotas de Junior Cigano e Jéssica Bate-Estaca, no UFC 211


 


13 de maio, em Dallas - Duas derrotas na mesma noite deixaram o Brasil sem cinturão. Primeiro Jéssica Bate-Estaca perdeu para a detentora do cinturão do peso-palha, a polonesa Joanna Jedrzejczyk em decisão unânime dos jurados. Em seguida, Junior Cigano tentou recuperar o cinturão dos pesos-pesados e foi nocauteado por Stipe Miocic.


 


 


Derrota de Glover Teixeira, no UFC Suécia


 


28 de maio, em Estocolmo - Uma vitória do brasileiro contra Alexander Gustafsson, na Suécia, poderia levá-lo para a disputa do cinturão contra Jon Jones. No entanto, foi vencido no quinto round por nocaute técnico.


 


 


Derrota de José Aldo, no UFC 212, no Rio


 


3 de junho, no Rio de Janeiro - O aguardado retorno do ex-campeão ao Rio se tornou um pesadelo.A luta valia a unificação do cinturão do peso-pena na Arena da Barra, mas José Aldo não foi páreo para Max Holloway por nocaute técnico no terceiro round.


 


 


Derrota de Fabricio Verdum, no UFC 213


PATROCINADORES

 


8 de julho, em Las Vegas - Fechando uma triologia de lutas contra o holandês Alistair Overeem, Werdum foi derrotado por decisão majoritária na disputa do peso-pesado 2011.


 


 


Derrota de Demian Maia, no UFC 214


 


29 de julho, em Anaheim - O lutador paulista poderia ter salvado o ano do país, mas foi não foi páreo para Tyron Woodley. O americano manteve o cinturão peso-meio-médio por decisão unânime, após cinco rounds.


 


 


Doping de Junior Cigano antes do UFC 215


 


9 de setembro, em Edmonton - No dia 19 de agosto, semanas antes de lutar, Junior Cigano foi pego no exame antidoping pelo uso de diurético. Por isso, foi retirado da luta contra Francis Ngannou. O brasileiro jurou inocência, mas a contraprova também deu positivo.


 


 


Lyoto Machida volta e perde no UFC de São Paulo


 


28 de outubro, em São Paulo - Após 18 meses suspenso por doping, Machida foi nocauteado por Derek Brunson no primeiro round da principal luta do UFC de São Paulo. No mesmo dia, Demian Maia foi derrotado por Colby Covington, lutador americano que ganhou destaque por suas ofensas ao Brasil.


 


 


Anderson Silva: novo doping


 


25 de novembro, em Xangai - Para abalar ainda mais sua credibilidade, Anderson Silva foi suspenso novamente por doping em novembro.


 


O ex-campeão ficou fora do UFC de Xangai, no qual enfrentaria Kevin Gastelum, e ainda não teve punição definida.


 


 


Derrota de José Aldo no UFC 218


 


2 de dezembro, em Detroit - O lutador amazonense foi novamente dominado e conheceu sua terceira derrota em menos de dois anos. Em mais uma luta valendo o cinturão dos pesos-pena, Max Holloway aplicou um duro castigo em Aldo e venceu por nocaute técnico no terceiro round.


 


 


Poucas vitórias significativas


 


As poucas comemorações brasileiras no octógono foram na vitória de Anderson Silva, em seu retorno, contra Derek Brunson, nos EUA, antes de cair no doping; a vitória de Maurício Shogun, em Fortaleza; o triunfo de Claudia Gadelha, no Rio de Janeiro; o título de Cris Cyborg nos penas, em Anaheim; o triunfo de Amanda Nunes contra Valentina Shevchenko, no Canadá, mantendo o cinturão do peso-galo; e a vitória de Fabrício Werdum, na Austrália, contra o polonês Marcin Tybura. O principal destaque do país em 2017 foi o ex-campeão peso-leve Rafael dos Anjos, que venceu as três lutas que fez pelo peso-médio, contra Tarec Saffiedine, Neil Magny e Robbie Lawler.


 


 



Rafael dos Anjos venceu suas três lutas em 2017.


Perda de cinturões, derrotas arrasadoras, casos de doping e eventos aquém do esperado no Brasil fizeram do ano do UFC no país uma decepção.


 


O ano de 2017 não foi nada bom para o MMA brasileiro. Os principais representantes do país no UFC foram derrotados, a maioria caminha tropegamente para a aposentadoria e ainda houve casos de doping. Velhos ídolos como José Aldo, Vitor Belfort, Júnior Cigano e Anderson Silva decepcionaram e o Brasil encerrou o ano sem nenhum campeão nas categorias masculinas.


 


As mulheres salvaram a temporada nacional, com Amanda Nunes e Cris Cyborg no topo dos pesos galo e pena – a última ainda colocará seu cinturão em jogo no próximo sábado, dia 30, contra a americana Holly Holm, no esvaziado UFC 219, em Las Vegas.


 


Os três eventos no país tiveram, segundo a organização do UFC, todas as entradas vendidas: 14.069 (Fortaleza), 15.412 (Rio de Janeiro) e 10.265 (São Paulo) – única informação divulgada, pois não dizem o valor total das bilheterias nem venda de pay-per-view. Mesmo com todas as entradas vendidas, mas não 100% de lotação, os resultados dos brasileiros foram, em sua maioria, frustrantes. Relembre as principais decepções:


 


 


Derrota de Vitor Belfort, no UFC de Fortaleza


 


11 de março, em Fortaleza - O experiente lutador de 39 anos foi nocauteado pelo americano Kelvin Gastelum ainda no primeiro round no evento no Ceará.


 


Gastelum chegou a desafiar Anderson Silva após a vitória, mas foi pego no doping e o confronto com Belfort terminou sem resultado.


 


 


Derrotas de Wilson Reis e Jacaré, no UFC Fight Night


 


15 de abril, em Kansas City - Na disputa do cinturão do peso-mosca, o brasileiro perdeu para Demetrious Johnson, que o finalizou com uma chave de braço no terceiro round, em sua 10ª defesa de cinturão. Já Ronaldo Jacaré foi derrotado pelo australiano Robert Whittaker por nocaute técnico, no peso-médio.


 


 


Derrotas de Junior Cigano e Jéssica Bate-Estaca, no UFC 211


 


13 de maio, em Dallas - Duas derrotas na mesma noite deixaram o Brasil sem cinturão. Primeiro Jéssica Bate-Estaca perdeu para a detentora do cinturão do peso-palha, a polonesa Joanna Jedrzejczyk em decisão unânime dos jurados. Em seguida, Junior Cigano tentou recuperar o cinturão dos pesos-pesados e foi nocauteado por Stipe Miocic.


 


PATROCINADORES

 


Derrota de Glover Teixeira, no UFC Suécia


 


28 de maio, em Estocolmo - Uma vitória do brasileiro contra Alexander Gustafsson, na Suécia, poderia levá-lo para a disputa do cinturão contra Jon Jones. No entanto, foi vencido no quinto round por nocaute técnico.


 


 


Derrota de José Aldo, no UFC 212, no Rio


 


3 de junho, no Rio de Janeiro - O aguardado retorno do ex-campeão ao Rio se tornou um pesadelo.A luta valia a unificação do cinturão do peso-pena na Arena da Barra, mas José Aldo não foi páreo para Max Holloway por nocaute técnico no terceiro round.


 


 


Derrota de Fabricio Verdum, no UFC 213


 


8 de julho, em Las Vegas - Fechando uma triologia de lutas contra o holandês Alistair Overeem, Werdum foi derrotado por decisão majoritária na disputa do peso-pesado 2011.


 


 


Derrota de Demian Maia, no UFC 214


 


29 de julho, em Anaheim - O lutador paulista poderia ter salvado o ano do país, mas foi não foi páreo para Tyron Woodley. O americano manteve o cinturão peso-meio-médio por decisão unânime, após cinco rounds.


 


 


Doping de Junior Cigano antes do UFC 215


 


9 de setembro, em Edmonton - No dia 19 de agosto, semanas antes de lutar, Junior Cigano foi pego no exame antidoping pelo uso de diurético. Por isso, foi retirado da luta contra Francis Ngannou. O brasileiro jurou inocência, mas a contraprova também deu positivo.


 


PATROCINADORES

 


Lyoto Machida volta e perde no UFC de São Paulo


 


28 de outubro, em São Paulo - Após 18 meses suspenso por doping, Machida foi nocauteado por Derek Brunson no primeiro round da principal luta do UFC de São Paulo. No mesmo dia, Demian Maia foi derrotado por Colby Covington, lutador americano que ganhou destaque por suas ofensas ao Brasil.


 


 


Anderson Silva: novo doping


 


25 de novembro, em Xangai - Para abalar ainda mais sua credibilidade, Anderson Silva foi suspenso novamente por doping em novembro.


 


O ex-campeão ficou fora do UFC de Xangai, no qual enfrentaria Kevin Gastelum, e ainda não teve punição definida.


 


 


Derrota de José Aldo no UFC 218


 


2 de dezembro, em Detroit - O lutador amazonense foi novamente dominado e conheceu sua terceira derrota em menos de dois anos. Em mais uma luta valendo o cinturão dos pesos-pena, Max Holloway aplicou um duro castigo em Aldo e venceu por nocaute técnico no terceiro round.


 


 


Poucas vitórias significativas


 


As poucas comemorações brasileiras no octógono foram na vitória de Anderson Silva, em seu retorno, contra Derek Brunson, nos EUA, antes de cair no doping; a vitória de Maurício Shogun, em Fortaleza; o triunfo de Claudia Gadelha, no Rio de Janeiro; o título de Cris Cyborg nos penas, em Anaheim; o triunfo de Amanda Nunes contra Valentina Shevchenko, no Canadá, mantendo o cinturão do peso-galo; e a vitória de Fabrício Werdum, na Austrália, contra o polonês Marcin Tybura. O principal destaque do país em 2017 foi o ex-campeão peso-leve Rafael dos Anjos, que venceu as três lutas que fez pelo peso-médio, contra Tarec Saffiedine, Neil Magny e Robbie Lawler.


 


 



Rafael dos Anjos venceu suas três lutas em 2017.


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