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57% dos brasileiros são favoráveis à pena de morte, diz pesquisa


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08/01/2018

Esse é o maior índice já registrado pelo instituto no país; homens, católicos e pessoas que ganham até cinco salários mínimos são os que mais apoiam medida.

 

Uma pesquisa do instituto Datafolha, divulgada nesta segunda-feira pelo jornal Folha de S.Paulo, mostra que o apoio dos brasileiros à adoção da pena de morte no país nunca foi tão grande. Questionados, 57% se disseram a favor desse tipo de punição no final de 2017. Em 2008, data do último levantamento, esse percentual era de 48%.

 

Os que se disseram contra caíram, de 46% no último levantamento, para 39% na nova pesquisa. Os que responderam não ter opinião formada sobre o assunto foram 3% e os indiferentes, 1%. O Datafolha ouviu 2.765 pessoas nos dias 29 e 30 de novembro do ano passado.

 

A pena de morte é proibida no Brasil desde a Proclamação da República, em 1889. A única exceção prevista pela Constituição brasileira é “em caso de guerra declarada” pelo presidente e referendada pelo Congresso Nacional. Verificado pelo Datafolha desde 1991, o apoio à pena capital ficou próximo aos índices atuais em 1993, 1995 e 2007, quando oscilou entre 54 e 55%.

 

A pesquisa também verificou que o apoio à pena de morte é menor entre quem tem ensino superior (50%). Entre os que tem renda média de até cinco salários mínimos, a defesa da pena de morte é feita por 58%. De cinco a dez salários mínimos, o número cai para 51%. Quando se analisam especificamente os que ganham mais de dez salários, o apoio é de 42%.

 

Em relação ao recorte de gênero, 60% dos homens e 54% das mulheres são favoráveis à pena de morte. O Datafolha também fez a análise por religião: os que mais defendem a punição são os católicos (63%) e os mais reticentes são os ateus (apenas 46% defendem). Em relação aos presidenciáveis, 72% dos simpatizantes do deputado Jair Bolsonaro declararam apoio à medida.

Esse é o maior índice já registrado pelo instituto no país; homens, católicos e pessoas que ganham até cinco salários mínimos são os que mais apoiam medida.


 


Uma pesquisa do instituto Datafolha, divulgada nesta segunda-feira pelo jornal Folha de S.Paulo, mostra que o apoio dos brasileiros à adoção da pena de morte no país nunca foi tão grande. Questionados, 57% se disseram a favor desse tipo de punição no final de 2017. Em 2008, data do último levantamento, esse percentual era de 48%.


 


Os que se disseram contra caíram, de 46% no último levantamento, para 39% na nova pesquisa. Os que responderam não ter opinião formada sobre o assunto foram 3% e os indiferentes, 1%. O Datafolha ouviu 2.765 pessoas nos dias 29 e 30 de novembro do ano passado.


PATROCINADORES

 


A pena de morte é proibida no Brasil desde a Proclamação da República, em 1889. A única exceção prevista pela Constituição brasileira é “em caso de guerra declarada” pelo presidente e referendada pelo Congresso Nacional. Verificado pelo Datafolha desde 1991, o apoio à pena capital ficou próximo aos índices atuais em 1993, 1995 e 2007, quando oscilou entre 54 e 55%.


 


A pesquisa também verificou que o apoio à pena de morte é menor entre quem tem ensino superior (50%). Entre os que tem renda média de até cinco salários mínimos, a defesa da pena de morte é feita por 58%. De cinco a dez salários mínimos, o número cai para 51%. Quando se analisam especificamente os que ganham mais de dez salários, o apoio é de 42%.


 


Em relação ao recorte de gênero, 60% dos homens e 54% das mulheres são favoráveis à pena de morte. O Datafolha também fez a análise por religião: os que mais defendem a punição são os católicos (63%) e os mais reticentes são os ateus (apenas 46% defendem). Em relação aos presidenciáveis, 72% dos simpatizantes do deputado Jair Bolsonaro declararam apoio à medida.


Esse é o maior índice já registrado pelo instituto no país; homens, católicos e pessoas que ganham até cinco salários mínimos são os que mais apoiam medida.



Uma pesquisa do instituto Datafolha, divulgada nesta segunda-feira pelo jornal Folha de S.Paulo, mostra que o apoio dos brasileiros à adoção da pena de morte no país nunca foi tão grande. Questionados, 57% se disseram a favor desse tipo de punição no final de 2017. Em 2008, data do último levantamento, esse percentual era de 48%.



Os que se disseram contra caíram, de 46% no último levantamento, para 39% na nova pesquisa. Os que responderam não ter opinião formada sobre o assunto foram 3% e os indiferentes, 1%. O Datafolha ouviu 2.765 pessoas nos dias 29 e 30 de novembro do ano passado.



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A pena de morte é proibida no Brasil desde a Proclamação da República, em 1889. A única exceção prevista pela Constituição brasileira é “em caso de guerra declarada” pelo presidente e referendada pelo Congresso Nacional. Verificado pelo Datafolha desde 1991, o apoio à pena capital ficou próximo aos índices atuais em 1993, 1995 e 2007, quando oscilou entre 54 e 55%.



A pesquisa também verificou que o apoio à pena de morte é menor entre quem tem ensino superior (50%). Entre os que tem renda média de até cinco salários mínimos, a defesa da pena de morte é feita por 58%. De cinco a dez salários mínimos, o número cai para 51%. Quando se analisam especificamente os que ganham mais de dez salários, o apoio é de 42%.



Em relação ao recorte de gênero, 60% dos homens e 54% das mulheres são favoráveis à pena de morte. O Datafolha também fez a análise por religião: os que mais defendem a punição são os católicos (63%) e os mais reticentes são os ateus (apenas 46% defendem). Em relação aos presidenciáveis, 72% dos simpatizantes do deputado Jair Bolsonaro declararam apoio à medida.



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