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Sul de Minas

Homem entra em rio cheio pelas chuvas e desaparece no Sul de Minas


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08/01/2018

Matéria extraídfa do G1

 

Rio está dois metros acima do normal. Roupas da vítima foram encontradas próximas a uma ponte.

 

Corpo de Bombeiros de Oliveira trabalha para localizar um homem de 35 anos que desapareceu após entrar no Rio Jacaré, em Santana do Jacaré, na tarde de sábado (6). Segundo a Polícia Militar, o rio estava cheio por conta das chuvas quando o homem entrou na água.

 

As roupas que seriam da vítima foram encontradas próximas à ponte na entrada da cidade. A Defesa Civil já havia emitido um alerta por conta do alto nível do Rio Jacaré durante o fim de semana. O rio chegou a passar dos três metros acima do normal neste domingo (7).

 

No início da manhã desta segunda-feira (8), o rio estava a 4,08 metros, dois metros acima do nível normal. As buscas pelo homem desaparecido começaram na manhã de domingo e seguem nesta segunda, mesmo com o rio cheio.

 

 

Prejuízos

 

Segundo a Defesa Civil, além das chuvas, o principal motivo do rio cheio seria a tromba d’água que atingiu o município de Oliveira na última quinta-feira (4). Com o alto volume, a água invadiu lavouras de milho e feijão e causou prejuízos.

 

Duas famílias que moram na parte mais baixa da cidade precisaram deixar suas casas. Elas foram encaminhadas para um abrigo em uma escola municipal e em uma casa temporária.

 

 

Veja também: Nível do rio sobe e já chega quase a atingir ponte no Sul de Minas​

Rio está dois metros acima do normal. Roupas da vítima foram encontradas próximas a uma ponte.


 


Corpo de Bombeiros de Oliveira trabalha para localizar um homem de 35 anos que desapareceu após entrar no Rio Jacaré, em Santana do Jacaré, na tarde de sábado (6). Segundo a Polícia Militar, o rio estava cheio por conta das chuvas quando o homem entrou na água.


 


As roupas que seriam da vítima foram encontradas próximas à ponte na entrada da cidade. A Defesa Civil já havia emitido um alerta por conta do alto nível do Rio Jacaré durante o fim de semana. O rio chegou a passar dos três metros acima do normal neste domingo (7).


 


No início da manhã desta segunda-feira (8), o rio estava a 4,08 metros, dois metros acima do nível normal. As buscas pelo homem desaparecido começaram na manhã de domingo e seguem nesta segunda, mesmo com o rio cheio.


 


 


PATROCINADORES

Prejuízos


 


Segundo a Defesa Civil, além das chuvas, o principal motivo do rio cheio seria a tromba d’água que atingiu o município de Oliveira na última quinta-feira (4). Com o alto volume, a água invadiu lavouras de milho e feijão e causou prejuízos.


 


Duas famílias que moram na parte mais baixa da cidade precisaram deixar suas casas. Elas foram encaminhadas para um abrigo em uma escola municipal e em uma casa temporária.


 


 


Veja também: Nível do rio sobe e já chega quase a atingir ponte no Sul de Minas​



Rio está dois metros acima do normal. Roupas da vítima foram encontradas próximas a uma ponte.


 


Corpo de Bombeiros de Oliveira trabalha para localizar um homem de 35 anos que desapareceu após entrar no Rio Jacaré, em Santana do Jacaré, na tarde de sábado (6). Segundo a Polícia Militar, o rio estava cheio por conta das chuvas quando o homem entrou na água.


 


As roupas que seriam da vítima foram encontradas próximas à ponte na entrada da cidade. A Defesa Civil já havia emitido um alerta por conta do alto nível do Rio Jacaré durante o fim de semana. O rio chegou a passar dos três metros acima do normal neste domingo (7).


 


PATROCINADORES

No início da manhã desta segunda-feira (8), o rio estava a 4,08 metros, dois metros acima do nível normal. As buscas pelo homem desaparecido começaram na manhã de domingo e seguem nesta segunda, mesmo com o rio cheio.


 


 


Prejuízos


 


Segundo a Defesa Civil, além das chuvas, o principal motivo do rio cheio seria a tromba d’água que atingiu o município de Oliveira na última quinta-feira (4). Com o alto volume, a água invadiu lavouras de milho e feijão e causou prejuízos.


PATROCINADORES

 


Duas famílias que moram na parte mais baixa da cidade precisaram deixar suas casas. Elas foram encaminhadas para um abrigo em uma escola municipal e em uma casa temporária.


 


 


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