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Delator revela "milhões em espécie" para José Serra


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09/01/2018

O ex-presidente da Odebrecht e delator na Operação Lava Jato, Pedro Novis, afirmou em depoimento à Polícia Federal que o senador José Serra (PSDB-SP) recebeu para si ou solicitou para o partido R$ 52,4 milhões entre 2002 e 2012. O executivo detalhou os valores para os investigadores.

 

As declarações foram prestadas em 13 de junho de 2017 e reveladas nesta terça-feira, 9, pelo Valor Econômico. O Estado confirmou o depoimento.

 

Por meio de sua assessoria, o tucano afirma que “jamais recebeu qualquer tipo de vantagem indevida".

 

Em depoimento, Pedro Novis relatou que teve contato com Serra ainda na década de 80, mas, somente em 2002, o tucano “solicitou recursos”.

 

“Este pedido ocorreu pessoalmente no escritório ou na casa de José Serra” e que sempre se encontrava sozinho com o tucano “em encontros agendados através da secretária pessoal dele”, contou o executivo.

 

Naquele ano, disse o executivo, “foi repassado à campanha de José Serra o montante aproximado de R$ 15 milhões”. Pedro Novis afirmou não ter conseguido “recuperar os registros dos repasses eleitorais realizados pela Odebrecht na campanha política de 2002”.

 

“Os recursos repassados a José Serra em 2002 provavelmente foram originados das operações da CNO no Brasil”. Novis ainda disse não saber “quem foi o responsável por operacionalizar os recebimentos dos recursos na campanha de José Serra no ano de 2002”.

 

Dois anos depois, em 2004, Serra disputou a Prefeitura de São Paulo. Segundo o ex-presidente da Odebrecht, o tucano recebeu “cerca de R$ 2 milhões em doações da construtora realizadas sem registro na Justiça Eleitoral”. Novis também relatou que o valor teve como origem as operações da Construtora Norberto Odebrecht.

 

“Os R$ 2 milhões destinados a José Serra em 2004 foram pagos em espécie e no Brasil”, afirmou.

O ex-presidente da Odebrecht e delator na Operação Lava Jato, Pedro Novis, afirmou em depoimento à Polícia Federal que o senador José Serra (PSDB-SP) recebeu para si ou solicitou para o partido R$ 52,4 milhões entre 2002 e 2012. O executivo detalhou os valores para os investigadores.


 


As declarações foram prestadas em 13 de junho de 2017 e reveladas nesta terça-feira, 9, pelo Valor Econômico. O Estado confirmou o depoimento.


 


Por meio de sua assessoria, o tucano afirma que “jamais recebeu qualquer tipo de vantagem indevida".


 


Em depoimento, Pedro Novis relatou que teve contato com Serra ainda na década de 80, mas, somente em 2002, o tucano “solicitou recursos”.


 


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“Este pedido ocorreu pessoalmente no escritório ou na casa de José Serra” e que sempre se encontrava sozinho com o tucano “em encontros agendados através da secretária pessoal dele”, contou o executivo.


 


Naquele ano, disse o executivo, “foi repassado à campanha de José Serra o montante aproximado de R$ 15 milhões”. Pedro Novis afirmou não ter conseguido “recuperar os registros dos repasses eleitorais realizados pela Odebrecht na campanha política de 2002”.


 


“Os recursos repassados a José Serra em 2002 provavelmente foram originados das operações da CNO no Brasil”. Novis ainda disse não saber “quem foi o responsável por operacionalizar os recebimentos dos recursos na campanha de José Serra no ano de 2002”.


 


Dois anos depois, em 2004, Serra disputou a Prefeitura de São Paulo. Segundo o ex-presidente da Odebrecht, o tucano recebeu “cerca de R$ 2 milhões em doações da construtora realizadas sem registro na Justiça Eleitoral”. Novis também relatou que o valor teve como origem as operações da Construtora Norberto Odebrecht.


 


“Os R$ 2 milhões destinados a José Serra em 2004 foram pagos em espécie e no Brasil”, afirmou.


O ex-presidente da Odebrecht e delator na Operação Lava Jato, Pedro Novis, afirmou em depoimento à Polícia Federal que o senador José Serra (PSDB-SP) recebeu para si ou solicitou para o partido R$ 52,4 milhões entre 2002 e 2012. O executivo detalhou os valores para os investigadores.


 


As declarações foram prestadas em 13 de junho de 2017 e reveladas nesta terça-feira, 9, pelo Valor Econômico. O Estado confirmou o depoimento.


 


Por meio de sua assessoria, o tucano afirma que “jamais recebeu qualquer tipo de vantagem indevida".


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Em depoimento, Pedro Novis relatou que teve contato com Serra ainda na década de 80, mas, somente em 2002, o tucano “solicitou recursos”.


 


“Este pedido ocorreu pessoalmente no escritório ou na casa de José Serra” e que sempre se encontrava sozinho com o tucano “em encontros agendados através da secretária pessoal dele”, contou o executivo.


 


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Naquele ano, disse o executivo, “foi repassado à campanha de José Serra o montante aproximado de R$ 15 milhões”. Pedro Novis afirmou não ter conseguido “recuperar os registros dos repasses eleitorais realizados pela Odebrecht na campanha política de 2002”.


 


“Os recursos repassados a José Serra em 2002 provavelmente foram originados das operações da CNO no Brasil”. Novis ainda disse não saber “quem foi o responsável por operacionalizar os recebimentos dos recursos na campanha de José Serra no ano de 2002”.


 


Dois anos depois, em 2004, Serra disputou a Prefeitura de São Paulo. Segundo o ex-presidente da Odebrecht, o tucano recebeu “cerca de R$ 2 milhões em doações da construtora realizadas sem registro na Justiça Eleitoral”. Novis também relatou que o valor teve como origem as operações da Construtora Norberto Odebrecht.


 


“Os R$ 2 milhões destinados a José Serra em 2004 foram pagos em espécie e no Brasil”, afirmou.


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