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Protesto motivado por 'fake news' termina com explosão de bomba


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11/01/2018

Áudio com críticas à categoria, atribuído ao presidente do Sindicato dos Vigilantes de SP, levou manifestantes à porta da entidade, que foi depredada.

 

Uma fake news amplamente divulgada em grupos de WhatsApp e em redes sociais provocou um protesto na sede do Sindicato dos Empregados em Empresas de Segurança e Vigilância de São Paulo (Seevisp), no Largo do Arouche, na região central, na quarta-feira, 10. A manifestação terminou com a explosão de uma bomba caseira, lançada contra o prédio. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), os estilhaços atingiram pessoas que estavam no local.

 

A notícia falsa era compartilhada em forma de áudio e atribuída ao presidente do sindicato, Pedro Dantas. Na gravação, um homem, que se passava por ele, dizia que “vigilantes são vagabundos” e que “merecem ganhar pouco”. O boato foi desmentido por Dantas e divulgado no site do Seevisp, mas não foi o bastante para conter a indignação dos que acreditaram na veracidade do áudio e compareceram ao protesto na manhã de quarta-feira.

 

De acordo com o sindicato, o ato foi motivado pelo áudio e pela insatisfação da categoria com o aumento salarial de 2,6%, já que reivindicavam um reajuste de 9%.  Segundo a assessoria, a fake news foi tão difundida que ganhou o apoio de um parlamentar, o deputado federal Chico Vigilante (PT), que gravou um vídeo defendendo a classe e dizendo que o áudio é “uma vergonha” e que o suposto presidente deveria “renunciar ao cargo”. Procurado, o parlamentar não se manifestou sobre o assunto.

 

A Confederação Nacional dos Trabalhadores de Segurança Privada (Contrasp) emitiu uma nota de repúdio ao ato, que vandalizou equipamentos do sindicato e danificou uma das portas. No comunicado, a entidade diz que os crimes foram praticados por “pseudo-trabalhadores” e que “vigilantes sérios e inteligentes não atuam dessa forma, portanto, essas pessoas que cometeram esses crimes não são vigilantes – uma profissão tão honrada e digna”.

 

O prédio vandalizado pelos manifestantes está fechado e será reaberto na próxima segunda-feira (15). Ainda não há estimativa do prejuízo causado pelo grupo. De acordo com a Polícia Civil, o caso foi registrado como dano, lesão corporal e porte ilegal de arma de fogo. A procedência do vídeo e os responsáveis pela sua divulgação ainda estão sendo investigados.

 

De acordo com a Seevisp, Pedro Dantas está afastado das atividades devido a problemas de saúde causados por estresse e as medidas judiciais estão sendo devidamente tomadas.

Áudio com críticas à categoria, atribuído ao presidente do Sindicato dos Vigilantes de SP, levou manifestantes à porta da entidade, que foi depredada.


 


Uma fake news amplamente divulgada em grupos de WhatsApp e em redes sociais provocou um protesto na sede do Sindicato dos Empregados em Empresas de Segurança e Vigilância de São Paulo (Seevisp), no Largo do Arouche, na região central, na quarta-feira, 10. A manifestação terminou com a explosão de uma bomba caseira, lançada contra o prédio. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), os estilhaços atingiram pessoas que estavam no local.


 


A notícia falsa era compartilhada em forma de áudio e atribuída ao presidente do sindicato, Pedro Dantas. Na gravação, um homem, que se passava por ele, dizia que “vigilantes são vagabundos” e que “merecem ganhar pouco”. O boato foi desmentido por Dantas e divulgado no site do Seevisp, mas não foi o bastante para conter a indignação dos que acreditaram na veracidade do áudio e compareceram ao protesto na manhã de quarta-feira.


 


PATROCINADORES

De acordo com o sindicato, o ato foi motivado pelo áudio e pela insatisfação da categoria com o aumento salarial de 2,6%, já que reivindicavam um reajuste de 9%.  Segundo a assessoria, a fake news foi tão difundida que ganhou o apoio de um parlamentar, o deputado federal Chico Vigilante (PT), que gravou um vídeo defendendo a classe e dizendo que o áudio é “uma vergonha” e que o suposto presidente deveria “renunciar ao cargo”. Procurado, o parlamentar não se manifestou sobre o assunto.


 


A Confederação Nacional dos Trabalhadores de Segurança Privada (Contrasp) emitiu uma nota de repúdio ao ato, que vandalizou equipamentos do sindicato e danificou uma das portas. No comunicado, a entidade diz que os crimes foram praticados por “pseudo-trabalhadores” e que “vigilantes sérios e inteligentes não atuam dessa forma, portanto, essas pessoas que cometeram esses crimes não são vigilantes – uma profissão tão honrada e digna”.


 


O prédio vandalizado pelos manifestantes está fechado e será reaberto na próxima segunda-feira (15). Ainda não há estimativa do prejuízo causado pelo grupo. De acordo com a Polícia Civil, o caso foi registrado como dano, lesão corporal e porte ilegal de arma de fogo. A procedência do vídeo e os responsáveis pela sua divulgação ainda estão sendo investigados.


 


De acordo com a Seevisp, Pedro Dantas está afastado das atividades devido a problemas de saúde causados por estresse e as medidas judiciais estão sendo devidamente tomadas.


Áudio com críticas à categoria, atribuído ao presidente do Sindicato dos Vigilantes de SP, levou manifestantes à porta da entidade, que foi depredada.


 


Uma fake news amplamente divulgada em grupos de WhatsApp e em redes sociais provocou um protesto na sede do Sindicato dos Empregados em Empresas de Segurança e Vigilância de São Paulo (Seevisp), no Largo do Arouche, na região central, na quarta-feira, 10. A manifestação terminou com a explosão de uma bomba caseira, lançada contra o prédio. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), os estilhaços atingiram pessoas que estavam no local.


 


PATROCINADORES

A notícia falsa era compartilhada em forma de áudio e atribuída ao presidente do sindicato, Pedro Dantas. Na gravação, um homem, que se passava por ele, dizia que “vigilantes são vagabundos” e que “merecem ganhar pouco”. O boato foi desmentido por Dantas e divulgado no site do Seevisp, mas não foi o bastante para conter a indignação dos que acreditaram na veracidade do áudio e compareceram ao protesto na manhã de quarta-feira.


 


De acordo com o sindicato, o ato foi motivado pelo áudio e pela insatisfação da categoria com o aumento salarial de 2,6%, já que reivindicavam um reajuste de 9%.  Segundo a assessoria, a fake news foi tão difundida que ganhou o apoio de um parlamentar, o deputado federal Chico Vigilante (PT), que gravou um vídeo defendendo a classe e dizendo que o áudio é “uma vergonha” e que o suposto presidente deveria “renunciar ao cargo”. Procurado, o parlamentar não se manifestou sobre o assunto.


 


PATROCINADORES

A Confederação Nacional dos Trabalhadores de Segurança Privada (Contrasp) emitiu uma nota de repúdio ao ato, que vandalizou equipamentos do sindicato e danificou uma das portas. No comunicado, a entidade diz que os crimes foram praticados por “pseudo-trabalhadores” e que “vigilantes sérios e inteligentes não atuam dessa forma, portanto, essas pessoas que cometeram esses crimes não são vigilantes – uma profissão tão honrada e digna”.


 


O prédio vandalizado pelos manifestantes está fechado e será reaberto na próxima segunda-feira (15). Ainda não há estimativa do prejuízo causado pelo grupo. De acordo com a Polícia Civil, o caso foi registrado como dano, lesão corporal e porte ilegal de arma de fogo. A procedência do vídeo e os responsáveis pela sua divulgação ainda estão sendo investigados.


 


De acordo com a Seevisp, Pedro Dantas está afastado das atividades devido a problemas de saúde causados por estresse e as medidas judiciais estão sendo devidamente tomadas.


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