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Sul de Minas

Chuvas aumentam níveis de rios, mas recuperação é lenta no Lago de Furnas


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13/01/2018

Matéria extraída do G1

 

Só nos 12 primeiros dias de janeiro, já choveu 114 milímetros na região, o dobro de janeiro de 2017.

 

A chuva constante dos últimos dias já começa a mudar a paisagem de alguns rios do Sul de Minas. No entanto, mesmo com essa recuperação, o volume de chuva não tem sido suficiente para a recuperação do Lago de Furnas.

 

Só nos 12 primeiros dias de janeiro, já choveu 114 milímetros na região. A previsão é que o volume no mês passe dos 270 milímetros, que é a média histórica para o período, chegando a quase 320 milímetros de precipitação.

 

No Lago de Furnas, de 2008 até 2011, o reservatório sempre chegou na cota máxima no mês de janeiro. Já no começo de 2012, o nível ficou um pouco abaixo da capacidade e despencou de vez em janeiro de 2013. Desde então, a represa nunca mais chegou ao nível máximo e nos períodos críticos, tem se aproximado cada vez mais do chamado volume morto, aquele em que já não é mais possível gerar energia.

 

Segundo o Instituto Somar Meteorologia, neste mesmo período do ano passado, choveu cerca de 55 milímetros na região, a metade do que já choveu neste ano. Mesmo assim, o Operador Nacional do Sistema (ONS) disse que a chuva tem vindo abaixo da média e não tem sido suficiente para encher os reservatórios.

 


Só nos 12 primeiros dias de janeiro, já choveu 114 milímetros na região, o dobro de janeiro de 2017.


 


A chuva constante dos últimos dias já começa a mudar a paisagem de alguns rios do Sul de Minas. No entanto, mesmo com essa recuperação, o volume de chuva não tem sido suficiente para a recuperação do Lago de Furnas.


 


PATROCINADORES

Só nos 12 primeiros dias de janeiro, já choveu 114 milímetros na região. A previsão é que o volume no mês passe dos 270 milímetros, que é a média histórica para o período, chegando a quase 320 milímetros de precipitação.


 


No Lago de Furnas, de 2008 até 2011, o reservatório sempre chegou na cota máxima no mês de janeiro. Já no começo de 2012, o nível ficou um pouco abaixo da capacidade e despencou de vez em janeiro de 2013. Desde então, a represa nunca mais chegou ao nível máximo e nos períodos críticos, tem se aproximado cada vez mais do chamado volume morto, aquele em que já não é mais possível gerar energia.


 


Segundo o Instituto Somar Meteorologia, neste mesmo período do ano passado, choveu cerca de 55 milímetros na região, a metade do que já choveu neste ano. Mesmo assim, o Operador Nacional do Sistema (ONS) disse que a chuva tem vindo abaixo da média e não tem sido suficiente para encher os reservatórios.



 


Só nos 12 primeiros dias de janeiro, já choveu 114 milímetros na região, o dobro de janeiro de 2017.


 


PATROCINADORES

A chuva constante dos últimos dias já começa a mudar a paisagem de alguns rios do Sul de Minas. No entanto, mesmo com essa recuperação, o volume de chuva não tem sido suficiente para a recuperação do Lago de Furnas.


 


Só nos 12 primeiros dias de janeiro, já choveu 114 milímetros na região. A previsão é que o volume no mês passe dos 270 milímetros, que é a média histórica para o período, chegando a quase 320 milímetros de precipitação.


PATROCINADORES

 


No Lago de Furnas, de 2008 até 2011, o reservatório sempre chegou na cota máxima no mês de janeiro. Já no começo de 2012, o nível ficou um pouco abaixo da capacidade e despencou de vez em janeiro de 2013. Desde então, a represa nunca mais chegou ao nível máximo e nos períodos críticos, tem se aproximado cada vez mais do chamado volume morto, aquele em que já não é mais possível gerar energia.


 


Segundo o Instituto Somar Meteorologia, neste mesmo período do ano passado, choveu cerca de 55 milímetros na região, a metade do que já choveu neste ano. Mesmo assim, o Operador Nacional do Sistema (ONS) disse que a chuva tem vindo abaixo da média e não tem sido suficiente para encher os reservatórios.



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