news:

Notícias

Protesto de indonésios muçulmanos acusa Facebook de discriminação


foto_principal.jpg
13/01/2018

País tem a maior população muçulmana do mundo; grupos muçulmanos linha-dura usam redes sociais para atrair membros e disseminar suas ideias.

 

Centenas de indonésios muçulmanos protestaram do lado de fora do escritório do Facebook na capital Jacarta nesta sexta-feira e acusaram a empresa de discriminação após o bloqueio de páginas administradas por grupos linha-dura por supostamente disseminarem discurso de ódio.

 

Os manifestantes vestiam branco em sua maioria e incluíam membros da Frente de Defensores do Islã (FPI, na sigla em inglês), uma organização com cerca de três mil membros que defende uma aplicação rígida da lei islâmica no país. Eles iniciaram a manifestação, que foi pacífica, em uma mesquita e depois andaram até a sede do Facebook na Indonésia. Muitos transmitiram a manifestação ao vivo através da rede social.

 

“Queremos lembrar ao Facebook de permanecer neutro e equilibrado”, afirmou Slamet Maarif, porta-voz da FPI. “Há muitas contas que espalham o ódio sobre o Islã que são autorizadas a operar. Há contas que postam mensagens sobre ajuda humanitária islâmica e são bloqueadas”, disse Maarif, acrescentando que o grupo ainda planejava usar a rede social e pretendia criar novas contas.

 

O Facebook afirmou que sua política é de remover qualquer conteúdo que viole seus padrões da comunidade, que “foram feitos para evitar que organizações ou indíviduos incentivem discurso de ódio ou violência contra aqueles que têm opiniões diferentes deles”, disse um porta-voz da empresa que não se identificou. Cerca de 1.200 policiais cercaram o prédio da empresa durante o ato.

 

O Ministério de Comunicações da Indonésia informou que nunca pediu o bloqueio de páginas da FPI.

 

Alguns grupos muçulmanos na Indonésia têm uma forte presença nas redes sociais. A FPI é dona de cerca de cem contas no Facebook, além de usar outras plataformas como o Twitter. A Indonésia fica atrás apenas dos Estados Unidos, Índia e Brasil em número de usuários no facebook, totalizando 115 milhões de pessoas na plataforma em 2017. O país tem a maior população muçulmana do mundo, que em sua maioria segue uma forma moderada do Islã.

 

O presidente da Indonésia, Joko Widodo, expressou preocupação com casos de golpes e de discurso de ódio disseminados através da internet e prometeu “derrotar” qualquer grupo que ameace destruir a tradição do país de pluralismo e islamismo moderado.

País tem a maior população muçulmana do mundo; grupos muçulmanos linha-dura usam redes sociais para atrair membros e disseminar suas ideias.


 


Centenas de indonésios muçulmanos protestaram do lado de fora do escritório do Facebook na capital Jacarta nesta sexta-feira e acusaram a empresa de discriminação após o bloqueio de páginas administradas por grupos linha-dura por supostamente disseminarem discurso de ódio.


 


Os manifestantes vestiam branco em sua maioria e incluíam membros da Frente de Defensores do Islã (FPI, na sigla em inglês), uma organização com cerca de três mil membros que defende uma aplicação rígida da lei islâmica no país. Eles iniciaram a manifestação, que foi pacífica, em uma mesquita e depois andaram até a sede do Facebook na Indonésia. Muitos transmitiram a manifestação ao vivo através da rede social.


 


“Queremos lembrar ao Facebook de permanecer neutro e equilibrado”, afirmou Slamet Maarif, porta-voz da FPI. “Há muitas contas que espalham o ódio sobre o Islã que são autorizadas a operar. Há contas que postam mensagens sobre ajuda humanitária islâmica e são bloqueadas”, disse Maarif, acrescentando que o grupo ainda planejava usar a rede social e pretendia criar novas contas.


PATROCINADORES

 


O Facebook afirmou que sua política é de remover qualquer conteúdo que viole seus padrões da comunidade, que “foram feitos para evitar que organizações ou indíviduos incentivem discurso de ódio ou violência contra aqueles que têm opiniões diferentes deles”, disse um porta-voz da empresa que não se identificou. Cerca de 1.200 policiais cercaram o prédio da empresa durante o ato.


 


O Ministério de Comunicações da Indonésia informou que nunca pediu o bloqueio de páginas da FPI.


 


Alguns grupos muçulmanos na Indonésia têm uma forte presença nas redes sociais. A FPI é dona de cerca de cem contas no Facebook, além de usar outras plataformas como o Twitter. A Indonésia fica atrás apenas dos Estados Unidos, Índia e Brasil em número de usuários no facebook, totalizando 115 milhões de pessoas na plataforma em 2017. O país tem a maior população muçulmana do mundo, que em sua maioria segue uma forma moderada do Islã.


 


O presidente da Indonésia, Joko Widodo, expressou preocupação com casos de golpes e de discurso de ódio disseminados através da internet e prometeu “derrotar” qualquer grupo que ameace destruir a tradição do país de pluralismo e islamismo moderado.


País tem a maior população muçulmana do mundo; grupos muçulmanos linha-dura usam redes sociais para atrair membros e disseminar suas ideias.


 


Centenas de indonésios muçulmanos protestaram do lado de fora do escritório do Facebook na capital Jacarta nesta sexta-feira e acusaram a empresa de discriminação após o bloqueio de páginas administradas por grupos linha-dura por supostamente disseminarem discurso de ódio.


 


Os manifestantes vestiam branco em sua maioria e incluíam membros da Frente de Defensores do Islã (FPI, na sigla em inglês), uma organização com cerca de três mil membros que defende uma aplicação rígida da lei islâmica no país. Eles iniciaram a manifestação, que foi pacífica, em uma mesquita e depois andaram até a sede do Facebook na Indonésia. Muitos transmitiram a manifestação ao vivo através da rede social.


PATROCINADORES

 


“Queremos lembrar ao Facebook de permanecer neutro e equilibrado”, afirmou Slamet Maarif, porta-voz da FPI. “Há muitas contas que espalham o ódio sobre o Islã que são autorizadas a operar. Há contas que postam mensagens sobre ajuda humanitária islâmica e são bloqueadas”, disse Maarif, acrescentando que o grupo ainda planejava usar a rede social e pretendia criar novas contas.


 


O Facebook afirmou que sua política é de remover qualquer conteúdo que viole seus padrões da comunidade, que “foram feitos para evitar que organizações ou indíviduos incentivem discurso de ódio ou violência contra aqueles que têm opiniões diferentes deles”, disse um porta-voz da empresa que não se identificou. Cerca de 1.200 policiais cercaram o prédio da empresa durante o ato.


 


PATROCINADORES

O Ministério de Comunicações da Indonésia informou que nunca pediu o bloqueio de páginas da FPI.


 


Alguns grupos muçulmanos na Indonésia têm uma forte presença nas redes sociais. A FPI é dona de cerca de cem contas no Facebook, além de usar outras plataformas como o Twitter. A Indonésia fica atrás apenas dos Estados Unidos, Índia e Brasil em número de usuários no facebook, totalizando 115 milhões de pessoas na plataforma em 2017. O país tem a maior população muçulmana do mundo, que em sua maioria segue uma forma moderada do Islã.


 


O presidente da Indonésia, Joko Widodo, expressou preocupação com casos de golpes e de discurso de ódio disseminados através da internet e prometeu “derrotar” qualquer grupo que ameace destruir a tradição do país de pluralismo e islamismo moderado.


Veja Também