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Esporte

Tetra invicto: Flamengo segura o São Paulo e leva título da Copinha


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25/01/2018

Matéria extraída do GE

 

Garotos do Ninho abrem o placar no começo, aguentam pressão do tricolor paulista e levantam a taça da Copa São Paulo de Futebol Jr.

 

No dia do aniversário da capital paulista, o espetáculo foi das torcidas de São Paulo e Flamengo no Pacaembu. Praticamente lotado, pulsante e numa energia surreal. O canto final foi rubro-negro: um tetracampeão invicto: 1 a 0, graças ao gol de Wendel aos dois minutos e uma atuação impecável da defesa, que suportou praticamente um tempo inteiro de pressão da qualificada garotada de Cotia.

 

 

Força aérea

 

Aos dois minutos de jogo o Flamengo deu o cartão de visitas. Na bola parada de Pepê – um dos que foram liberados por Carpegiani para reforçar o time na decisão –, Wendel, como um 9 de ofício, testou sem chances para Júnior. De certa forma, um herói improvável: o jogador, que se destacou no sub-17 do clube, não vinha bem na Copinha e mostrou estrela na hora da decisão.

 

 

Wendel comemora gol do título do Flamengo na Copa São Paulo de Futebol Jr.

 

 

Resposta na bola - e na torcida

 

A reação do São Paulo foi imediata. Começou no grito do torcedor, que praticamente lotou o Pacaembu e não parou um minuto. O empate por muito pouco não veio cinco minutos depois: Toró tirou Darub com um toquinho após sobra na área, mas viu a bola caprichosamente acertar o pé da trave e morrer na linha de fundo.

 

 

Pressão na saída e troca de passes

 

O Tricolor, como mostrou em toda a Copinha, apostou no toque de bola. E envolveu o Flamengo. Para não dar espaços, Mauricinho mandou pressão na saída do adversário. Poucos espaços na defesa rubro-negra, mesmo com a pressão pelos lados do campo.

 

 

Flamengo comemora título da Copinha.

 

 

Ô, professor

 

A segunda etapa foi travada. Muitas faltas e uma contribuição do árbitro. Numa bola ao chão, foram três tentativas e muita enrolação. A torcida do São Paulo reclamou das várias vezes que jogadores do Flamengo ficaram caídos. O jogo, antes muito bom, ficou nervoso e pouco jogado.

 

 

Na conta da defesa

 

O ataque do Flamengo parou. Pouco produziu no segundo tempo. O time, sem saída, apostou na defesa para garantir a taça. E foi feliz. Matheus Dantas e Patrick foram impecáveis, principalmente nas bolas cruzadas na área. Quando não estavam, Yago Darub, que foi mantido por Mauricinho mesmo com o retorno do gigante Hugo Souza, fez pelo menos três grandes defesas, uma no puro reflexo no canto esquerdo.

Matéria extraída do GE


 


Garotos do Ninho abrem o placar no começo, aguentam pressão do tricolor paulista e levantam a taça da Copa São Paulo de Futebol Jr.


 


No dia do aniversário da capital paulista, o espetáculo foi das torcidas de São Paulo e Flamengo no Pacaembu. Praticamente lotado, pulsante e numa energia surreal. O canto final foi rubro-negro: um tetracampeão invicto: 1 a 0, graças ao gol de Wendel aos dois minutos e uma atuação impecável da defesa, que suportou praticamente um tempo inteiro de pressão da qualificada garotada de Cotia.


 


 


Força aérea


 


Aos dois minutos de jogo o Flamengo deu o cartão de visitas. Na bola parada de Pepê – um dos que foram liberados por Carpegiani para reforçar o time na decisão –, Wendel, como um 9 de ofício, testou sem chances para Júnior. De certa forma, um herói improvável: o jogador, que se destacou no sub-17 do clube, não vinha bem na Copinha e mostrou estrela na hora da decisão.


 


 



Wendel comemora gol do título do Flamengo na Copa São Paulo de Futebol Jr.


 


 


Resposta na bola - e na torcida


 


A reação do São Paulo foi imediata. Começou no grito do torcedor, que praticamente lotou o Pacaembu e não parou um minuto. O empate por muito pouco não veio cinco minutos depois: Toró tirou Darub com um toquinho após sobra na área, mas viu a bola caprichosamente acertar o pé da trave e morrer na linha de fundo.


PATROCINADORES

 


 


Pressão na saída e troca de passes


 


O Tricolor, como mostrou em toda a Copinha, apostou no toque de bola. E envolveu o Flamengo. Para não dar espaços, Mauricinho mandou pressão na saída do adversário. Poucos espaços na defesa rubro-negra, mesmo com a pressão pelos lados do campo.


 


 



Flamengo comemora título da Copinha.


 


 


Ô, professor


 


A segunda etapa foi travada. Muitas faltas e uma contribuição do árbitro. Numa bola ao chão, foram três tentativas e muita enrolação. A torcida do São Paulo reclamou das várias vezes que jogadores do Flamengo ficaram caídos. O jogo, antes muito bom, ficou nervoso e pouco jogado.


 


 


Na conta da defesa


 


O ataque do Flamengo parou. Pouco produziu no segundo tempo. O time, sem saída, apostou na defesa para garantir a taça. E foi feliz. Matheus Dantas e Patrick foram impecáveis, principalmente nas bolas cruzadas na área. Quando não estavam, Yago Darub, que foi mantido por Mauricinho mesmo com o retorno do gigante Hugo Souza, fez pelo menos três grandes defesas, uma no puro reflexo no canto esquerdo.


Matéria extraída do GE



Garotos do Ninho abrem o placar no começo, aguentam pressão do tricolor paulista e levantam a taça da Copa São Paulo de Futebol Jr.



No dia do aniversário da capital paulista, o espetáculo foi das torcidas de São Paulo e Flamengo no Pacaembu. Praticamente lotado, pulsante e numa energia surreal. O canto final foi rubro-negro: um tetracampeão invicto: 1 a 0, graças ao gol de Wendel aos dois minutos e uma atuação impecável da defesa, que suportou praticamente um tempo inteiro de pressão da qualificada garotada de Cotia.



Força aérea



Aos dois minutos de jogo o Flamengo deu o cartão de visitas. Na bola parada de Pepê – um dos que foram liberados por Carpegiani para reforçar o time na decisão –, Wendel, como um 9 de ofício, testou sem chances para Júnior. De certa forma, um herói improvável: o jogador, que se destacou no sub-17 do clube, não vinha bem na Copinha e mostrou estrela na hora da decisão.



PATROCINADORES



Wendel comemora gol do título do Flamengo na Copa São Paulo de Futebol Jr.



Resposta na bola - e na torcida



A reação do São Paulo foi imediata. Começou no grito do torcedor, que praticamente lotou o Pacaembu e não parou um minuto. O empate por muito pouco não veio cinco minutos depois: Toró tirou Darub com um toquinho após sobra na área, mas viu a bola caprichosamente acertar o pé da trave e morrer na linha de fundo.



Pressão na saída e troca de passes



O Tricolor, como mostrou em toda a Copinha, apostou no toque de bola. E envolveu o Flamengo. Para não dar espaços, Mauricinho mandou pressão na saída do adversário. Poucos espaços na defesa rubro-negra, mesmo com a pressão pelos lados do campo.



PATROCINADORES



Flamengo comemora título da Copinha.



Ô, professor



A segunda etapa foi travada. Muitas faltas e uma contribuição do árbitro. Numa bola ao chão, foram três tentativas e muita enrolação. A torcida do São Paulo reclamou das várias vezes que jogadores do Flamengo ficaram caídos. O jogo, antes muito bom, ficou nervoso e pouco jogado.



Na conta da defesa



O ataque do Flamengo parou. Pouco produziu no segundo tempo. O time, sem saída, apostou na defesa para garantir a taça. E foi feliz. Matheus Dantas e Patrick foram impecáveis, principalmente nas bolas cruzadas na área. Quando não estavam, Yago Darub, que foi mantido por Mauricinho mesmo com o retorno do gigante Hugo Souza, fez pelo menos três grandes defesas, uma no puro reflexo no canto esquerdo.



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