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Comando Militar do Leste abriga novo gabinete da segurança


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22/02/2018

Oficiais da PM e secretários do estado são vistos nos corredores do Palácio Duque de Caxias.

 

Enquanto o interventor, general Walter Braga Netto, ainda acerta, em Brasília, os detalhes do plano de operaçõe no Rio, parte de sua equipe tem se reunido com o que restou da cúpula da segurança do estado no Comando Militar do Leste.

 

Um andar inteiro do Palácio Duque de Caxias foi reservado para funcionar como um gabinete de transição. Pelos corredores do CML, foram vistos, nos últimos dias, o comandante-geral da Polícia Militar, Wolney Dias; o chefe de Polícia Civil, Carlos Augusto Neto Leba; e o secretário de Administração Penitenciária, David Anthony, que ontem teve militares fazendo varredura no presídio de Japeri. Eles batem ponto para discutir, além da parte financeira da ação, as novas diretrizes para o policiamento e as investigações criminais.

 

Os encontros acontecem em salas separadas. O comandante da PM, um dos primeiros a circular no novo centro de controle da segurança do estado, chegou ao CML, na terça-feira, num carro blindado e com colete à prova de balas. Era acompanhado por oficiais com mapas e informações sobre gastos da corporação.

 

Na pauta das conversas, estavam as péssimas condições das viaturas policiais e um assunto de grande interesse do comando: os inquéritos sobre desvios de conduta. Outro ponto sensível que tem sido tratado dentro do Comando Militar do Leste são dados de inteligência, que agora são compartilhados com o Exército.

 

Os responsáveis pela área nas duas polícias — a Militar e a Civil —, nas secretarias de Segurança e de Administração Penitenciária e no Corpo de Bombeiros têm se reunido com frequência. A percepção é de que a deficiência na troca de informações tem sido um fator de erro da estratégia de combate ao crime organizado.

 

 

Candidatos a assumir Secretaria

 

Os nomes que vão integrar a equipe de Braga Netto também estão na ordem do dia. Na última segunda-feira, o secretário de Segurança Roberto Sá foi exonerado. O subsecretário Roberto Alzir responde interinamente pela pasta.

 

Um dos que estão sendo cogitados para o cargo é o coronel Mário Sérgio Duarte, ex-comandante da PM que é formado em filosofia e “ex-caveira” — já foi do Bope — e trabalhou com o general Braga Netto no plano de segurança dos Jogos de 2016. Após o evento, os dois se aproximaram.

 

Mário Sérgio comandou a ocupação do Complexo do Alemão. Ele ficou na PM até setembro de 2011, quando pediu exoneração do cargo após a prisão do tenente-coronel Cláudio Oliveira, suspeito de ser o mentor da morte da juíza Patrícia Acioli, em 11 de agosto do mesmo ano.

 

Na época, Mário Sérgio assumiu ter errado ao tirar Cláudio Oliveira da área administrativa e apostado nele para comandar o 7º BPM (São Gonçalo), onde a juíza atuava. Para o comando da PM, está cotado o coronel Aristeu Leonardo, que já foi coordenador da Comunicação Social da corporação. Procurados ontem, Mário Sérgio e Aristeu negaram ter recebido convites.

Oficiais da PM e secretários do estado são vistos nos corredores do Palácio Duque de Caxias.


 


Enquanto o interventor, general Walter Braga Netto, ainda acerta, em Brasília, os detalhes do plano de operaçõe no Rio, parte de sua equipe tem se reunido com o que restou da cúpula da segurança do estado no Comando Militar do Leste.


 


Um andar inteiro do Palácio Duque de Caxias foi reservado para funcionar como um gabinete de transição. Pelos corredores do CML, foram vistos, nos últimos dias, o comandante-geral da Polícia Militar, Wolney Dias; o chefe de Polícia Civil, Carlos Augusto Neto Leba; e o secretário de Administração Penitenciária, David Anthony, que ontem teve militares fazendo varredura no presídio de Japeri. Eles batem ponto para discutir, além da parte financeira da ação, as novas diretrizes para o policiamento e as investigações criminais.


 


Os encontros acontecem em salas separadas. O comandante da PM, um dos primeiros a circular no novo centro de controle da segurança do estado, chegou ao CML, na terça-feira, num carro blindado e com colete à prova de balas. Era acompanhado por oficiais com mapas e informações sobre gastos da corporação.


 


Na pauta das conversas, estavam as péssimas condições das viaturas policiais e um assunto de grande interesse do comando: os inquéritos sobre desvios de conduta. Outro ponto sensível que tem sido tratado dentro do Comando Militar do Leste são dados de inteligência, que agora são compartilhados com o Exército.


 


Os responsáveis pela área nas duas polícias — a Militar e a Civil —, nas secretarias de Segurança e de Administração Penitenciária e no Corpo de Bombeiros têm se reunido com frequência. A percepção é de que a deficiência na troca de informações tem sido um fator de erro da estratégia de combate ao crime organizado.


PATROCINADORES

 


 


Candidatos a assumir Secretaria


 


Os nomes que vão integrar a equipe de Braga Netto também estão na ordem do dia. Na última segunda-feira, o secretário de Segurança Roberto Sá foi exonerado. O subsecretário Roberto Alzir responde interinamente pela pasta.


 


Um dos que estão sendo cogitados para o cargo é o coronel Mário Sérgio Duarte, ex-comandante da PM que é formado em filosofia e “ex-caveira” — já foi do Bope — e trabalhou com o general Braga Netto no plano de segurança dos Jogos de 2016. Após o evento, os dois se aproximaram.


 


Mário Sérgio comandou a ocupação do Complexo do Alemão. Ele ficou na PM até setembro de 2011, quando pediu exoneração do cargo após a prisão do tenente-coronel Cláudio Oliveira, suspeito de ser o mentor da morte da juíza Patrícia Acioli, em 11 de agosto do mesmo ano.


 


Na época, Mário Sérgio assumiu ter errado ao tirar Cláudio Oliveira da área administrativa e apostado nele para comandar o 7º BPM (São Gonçalo), onde a juíza atuava. Para o comando da PM, está cotado o coronel Aristeu Leonardo, que já foi coordenador da Comunicação Social da corporação. Procurados ontem, Mário Sérgio e Aristeu negaram ter recebido convites.


Oficiais da PM e secretários do estado são vistos nos corredores do Palácio Duque de Caxias.



Enquanto o interventor, general Walter Braga Netto, ainda acerta, em Brasília, os detalhes do plano de operaçõe no Rio, parte de sua equipe tem se reunido com o que restou da cúpula da segurança do estado no Comando Militar do Leste.



Um andar inteiro do Palácio Duque de Caxias foi reservado para funcionar como um gabinete de transição. Pelos corredores do CML, foram vistos, nos últimos dias, o comandante-geral da Polícia Militar, Wolney Dias; o chefe de Polícia Civil, Carlos Augusto Neto Leba; e o secretário de Administração Penitenciária, David Anthony, que ontem teve militares fazendo varredura no presídio de Japeri. Eles batem ponto para discutir, além da parte financeira da ação, as novas diretrizes para o policiamento e as investigações criminais.



Os encontros acontecem em salas separadas. O comandante da PM, um dos primeiros a circular no novo centro de controle da segurança do estado, chegou ao CML, na terça-feira, num carro blindado e com colete à prova de balas. Era acompanhado por oficiais com mapas e informações sobre gastos da corporação.



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Na pauta das conversas, estavam as péssimas condições das viaturas policiais e um assunto de grande interesse do comando: os inquéritos sobre desvios de conduta. Outro ponto sensível que tem sido tratado dentro do Comando Militar do Leste são dados de inteligência, que agora são compartilhados com o Exército.



Os responsáveis pela área nas duas polícias — a Militar e a Civil —, nas secretarias de Segurança e de Administração Penitenciária e no Corpo de Bombeiros têm se reunido com frequência. A percepção é de que a deficiência na troca de informações tem sido um fator de erro da estratégia de combate ao crime organizado.



Candidatos a assumir Secretaria



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Os nomes que vão integrar a equipe de Braga Netto também estão na ordem do dia. Na última segunda-feira, o secretário de Segurança Roberto Sá foi exonerado. O subsecretário Roberto Alzir responde interinamente pela pasta.



Um dos que estão sendo cogitados para o cargo é o coronel Mário Sérgio Duarte, ex-comandante da PM que é formado em filosofia e “ex-caveira” — já foi do Bope — e trabalhou com o general Braga Netto no plano de segurança dos Jogos de 2016. Após o evento, os dois se aproximaram.



Mário Sérgio comandou a ocupação do Complexo do Alemão. Ele ficou na PM até setembro de 2011, quando pediu exoneração do cargo após a prisão do tenente-coronel Cláudio Oliveira, suspeito de ser o mentor da morte da juíza Patrícia Acioli, em 11 de agosto do mesmo ano.



Na época, Mário Sérgio assumiu ter errado ao tirar Cláudio Oliveira da área administrativa e apostado nele para comandar o 7º BPM (São Gonçalo), onde a juíza atuava. Para o comando da PM, está cotado o coronel Aristeu Leonardo, que já foi coordenador da Comunicação Social da corporação. Procurados ontem, Mário Sérgio e Aristeu negaram ter recebido convites.



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