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Ciência & Tecnologia

Vacina do Butantan: eficácia é de 78% em casos leves e 100% em graves

Publicado por TV Minas em 07/01/2021 às 15h32 - Atualizado em 08/01/2021 às 16h13

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A Coronavac tem taxa de eficácia de 78% em casos leves e de 100% em casos graves e moderados, anunciou o governo paulista nesta quinta-feira (7). 

 

A informação foi obtida antecipadamente pelo colunista da CNN, Igor Gadelha. Os dados completos devem ser anunciados em entrevista coletiva no início desta tarde.  

 

A taxa mínima recomendada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é de 50%. Esses dados foram apresentados para a agência em reunião nesta manhã. O governo deve solicitar tanto o registro definitivo como o pedido de uso emergencial do imunizante. 

 

O estado espera que 9 milhões de pessoas sejam imunizadas nessa primeira etapa, com a aplicação de 18 milhões de doses até o fim de março. A prioridade será para profissionais de saúde, pessoas com 60 anos ou mais, grupos indígenas e quilombolas.

 

A divulgação dos resultados já havia sido adiada duas vezes. Inicialmente, dados preliminares seriam anunciados em 15 de dezembro, mas o Butantan julgou que já havia números suficientes para anunciar o resultado final e adiou para o dia 23 do mesmo mês. 

 

Daquela vez, a divulgação foi postergada novamente, citando limitações contratuais. A farmacêutica Sinovac teria pedido mais 15 dias para unificar os dados de eficácia dos testes clínicos em outros países. 

 

No Brasil, a Coronavac foi testada em 16 centros de pesquisa clínica em sete estados e no distrito federal, com cerca de 13 mil voluntários, no total.

 

No último dia 30, chegou a São Paulo o sexto e último lote do imunizante. No total, quase 11 milhões de doses da vacina já foram entregues ao estado, além de insumos para produção nacional. O Butantan espera produzir 46 milhões de doses no total. 

 

 

Veja também: Por que a eficácia da vacina Coronavac é diferente para casos leves e graves?

 

 

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A Coronavac tem taxa de eficácia de 78% em casos leves e de 100% em casos graves e moderados, anunciou o governo paulista nesta quinta-feira (7). 


 


A informação foi obtida antecipadamente pelo colunista da CNN, Igor Gadelha. Os dados completos devem ser anunciados em entrevista coletiva no início desta tarde.  


 


A taxa mínima recomendada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é de 50%. Esses dados foram apresentados para a agência em reunião nesta manhã. O governo deve solicitar tanto o registro definitivo como o pedido de uso emergencial do imunizante. 


 


O estado espera que 9 milhões de pessoas sejam imunizadas nessa primeira etapa, com a aplicação de 18 milhões de doses até o fim de março. A prioridade será para profissionais de saúde, pessoas com 60 anos ou mais, grupos indígenas e quilombolas.


 


A divulgação dos resultados já havia sido adiada duas vezes. Inicialmente, dados preliminares seriam anunciados em 15 de dezembro, mas o Butantan julgou que já havia números suficientes para anunciar o resultado final e adiou para o dia 23 do mesmo mês. 


 


Daquela vez, a divulgação foi postergada novamente, citando limitações contratuais. A farmacêutica Sinovac teria pedido mais 15 dias para unificar os dados de eficácia dos testes clínicos em outros países. 


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No Brasil, a Coronavac foi testada em 16 centros de pesquisa clínica em sete estados e no distrito federal, com cerca de 13 mil voluntários, no total.


 


No último dia 30, chegou a São Paulo o sexto e último lote do imunizante. No total, quase 11 milhões de doses da vacina já foram entregues ao estado, além de insumos para produção nacional. O Butantan espera produzir 46 milhões de doses no total. 


 


 


Veja também: Por que a eficácia da vacina Coronavac é diferente para casos leves e graves?


 


 


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A Coronavac tem taxa de eficácia de 78% em casos leves e de 100% em casos graves e moderados, anunciou o governo paulista nesta quinta-feira (7). 



A informação foi obtida antecipadamente pelo colunista da CNN, Igor Gadelha. Os dados completos devem ser anunciados em entrevista coletiva no início desta tarde.  



A taxa mínima recomendada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é de 50%. Esses dados foram apresentados para a agência em reunião nesta manhã. O governo deve solicitar tanto o registro definitivo como o pedido de uso emergencial do imunizante. 



O estado espera que 9 milhões de pessoas sejam imunizadas nessa primeira etapa, com a aplicação de 18 milhões de doses até o fim de março. A prioridade será para profissionais de saúde, pessoas com 60 anos ou mais, grupos indígenas e quilombolas.



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A divulgação dos resultados já havia sido adiada duas vezes. Inicialmente, dados preliminares seriam anunciados em 15 de dezembro, mas o Butantan julgou que já havia números suficientes para anunciar o resultado final e adiou para o dia 23 do mesmo mês. 



Daquela vez, a divulgação foi postergada novamente, citando limitações contratuais. A farmacêutica Sinovac teria pedido mais 15 dias para unificar os dados de eficácia dos testes clínicos em outros países. 



No Brasil, a Coronavac foi testada em 16 centros de pesquisa clínica em sete estados e no distrito federal, com cerca de 13 mil voluntários, no total.



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No último dia 30, chegou a São Paulo o sexto e último lote do imunizante. No total, quase 11 milhões de doses da vacina já foram entregues ao estado, além de insumos para produção nacional. O Butantan espera produzir 46 milhões de doses no total. 



Veja também: Por que a eficácia da vacina Coronavac é diferente para casos leves e graves?



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