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Bem Estar

COVID-19: lei que garante vacinação para toda população em MG é sancionada

Publicado por TV Minas em 08/01/2021 às 18h37 - Atualizado em 09/01/2021 às 09h25

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A norma prevê a dose do imunizante de forma facultativa e gratuita, estabelecendo os grupos prioritários.

 

O governador Romeu Zema (Novo) sancionou uma lei que garante acesso à vacina para toda população mineira contra o Sars-Cov-2, causador da COVID-19, assim que for aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 

A norma, publicada no Diário Oficial do Estado, na manhã desta sexta-feira (08/01), prevê a vacinação facultativa e gratuita.

 

A proposta foi aprovada na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) em 11 de dezembro de 2020, com autoria do deputado André Quintão (PT).

 
Além de garantir a vacina, foi estabelecido prioridade para grupos de risco: idosos, profissionais da saúde, quilombolas, indígenas, acautelados e trabalhadores do sistema penitenciário, servidores públicos, entre outros.

 

Outro ponto destacado na norma é que enquanto não houver vacina contra a COVID-19 com registro na Anvisa, o Estado deve adquirir imunizantes aprovados por instituições internacionais.

 
A lei garante autorização excepcional e temporária para a importação e distribuição de medicamentos e outros insumos considerados essenciais para auxiliar no combate à pandemia do novo coronavírus.

 

Mas, para isso, é preciso ter registro das autoridades sanitárias e que tenham distribuição comercial autorizada nos Estados Unidos, União Europeia, Japão ou na China.

 

Quanto à aquisição das vacinas, a lei determina que a prioridade é daquelas que puderem ser fornecidas no menor prazo.

 

Por fim, a lei sancionada determina ainda que o Estado também deve promover campanhas para esclarecer à população sobre os benefícios da vacinação.

 

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A norma prevê a dose do imunizante de forma facultativa e gratuita, estabelecendo os grupos prioritários.


 


O governador Romeu Zema (Novo) sancionou uma lei que garante acesso à vacina para toda população mineira contra o Sars-Cov-2, causador da COVID-19, assim que for aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


 


A norma, publicada no Diário Oficial do Estado, na manhã desta sexta-feira (08/01), prevê a vacinação facultativa e gratuita.


 


A proposta foi aprovada na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) em 11 de dezembro de 2020, com autoria do deputado André Quintão (PT).


 
Além de garantir a vacina, foi estabelecido prioridade para grupos de risco: idosos, profissionais da saúde, quilombolas, indígenas, acautelados e trabalhadores do sistema penitenciário, servidores públicos, entre outros.


 


Outro ponto destacado na norma é que enquanto não houver vacina contra a COVID-19 com registro na Anvisa, o Estado deve adquirir imunizantes aprovados por instituições internacionais.


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A lei garante autorização excepcional e temporária para a importação e distribuição de medicamentos e outros insumos considerados essenciais para auxiliar no combate à pandemia do novo coronavírus.


 


Mas, para isso, é preciso ter registro das autoridades sanitárias e que tenham distribuição comercial autorizada nos Estados Unidos, União Europeia, Japão ou na China.


 


Quanto à aquisição das vacinas, a lei determina que a prioridade é daquelas que puderem ser fornecidas no menor prazo.


 


Por fim, a lei sancionada determina ainda que o Estado também deve promover campanhas para esclarecer à população sobre os benefícios da vacinação.


 


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O governador Romeu Zema (Novo) sancionou uma lei que garante acesso à vacina para toda população mineira contra o Sars-Cov-2, causador da COVID-19, assim que for aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).



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Além de garantir a vacina, foi estabelecido prioridade para grupos de risco: idosos, profissionais da saúde, quilombolas, indígenas, acautelados e trabalhadores do sistema penitenciário, servidores públicos, entre outros.



Outro ponto destacado na norma é que enquanto não houver vacina contra a COVID-19 com registro na Anvisa, o Estado deve adquirir imunizantes aprovados por instituições internacionais.



 
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Quanto à aquisição das vacinas, a lei determina que a prioridade é daquelas que puderem ser fornecidas no menor prazo.



Por fim, a lei sancionada determina ainda que o Estado também deve promover campanhas para esclarecer à população sobre os benefícios da vacinação.



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