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Cão aparece com tatuagens e dono é notificado pela prefeitura

Publicado por TV Minas em 08/01/2021 às 21h27

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O tutor recebeu uma notificação com caráter de advertência, conforme a prefeitura, indicando que não deve voltar a aplicar a tinta no cão.

 

Após aparecer com tatuagens pelo corpo, um cão vira-lata de pelagem branca chamou a atenção de quem passava pela Praça da Alfândega, no Centro Histórico de Porto Alegre, na tarde de quarta-feira (6).

 

O animal tem palavras e desenhos rabiscados pelo corpo. O tutor do cão foi notificado pela prefeitura.

 

Uma moradora do centro que passava pela região na tarde de quarta fez fotos do animal e compartilhou nas redes sociais.

 

A mulher, que não quis se identificar, relata que as pessoas ficaram apreensivas sobre o produto utilizado no animal, que poderia ser tóxico ou até causar dor durante a aplicação. Segundo a moradora, o cachorro é de um homem que trabalha na praça.

 

— Eu estava na correria e, com o susto, fiquei sem reação. Não consegui ajudar, não consegui pensar no que fazer. Então postei para ver se alguém conseguia fazer algo. O homem que estava com o cachorro disse que ninguém ia tirar o cachorro dele e que aquela era a forma de ele se expressar — conta.

 

— Muita gente parava para olhar, a gente ficou se perguntando se a tinta usada poderia ser tóxica, permanente. Os riscos estão bem pretinhos, parece que são recentes — completou.

 

Procurada, a secretaria de Meio Ambiente da Capital afirma que uma equipe esteve no local na manhã desta quinta-feira (7) e localizou o animal e o casal que cuida do cão.

 

Por meio de nota, a pasta informou que o cachorro está em bom estado de saúde, sem alergias por conta da tinta e com a carteira de vacinação em dia. A prefeitura afirmou que a tinta foi a usada em tatuagens de henna e é "natural e não tóxica", mas que a remoção "não foi possível de maneira imediata por ser de longa duração".

 

Como o cão está em bom estado de saúde, "não há base para uma ação imediata de retirada" do cachorro do tutor, informou a assessoria de imprensa.

 

O tutor recebeu uma notificação com caráter de advertência, conforme a prefeitura, indicando que não deve voltar a aplicar a tinta no cão, "de modo a evitar estresse ao animal ou mesmo ações prejudiciais por terceiros em razão das pinturas". Se a ação se repetir, a pasta afirmou que pode emitir um auto de infração com possibilidade de perda da tutela do cachorro.

 

A pasta também não informou qual a justificativa do tutor para os desenhos no animal.

 

A reportagem de GZH esteve no centro no final da manhã desta quinta-feira,  mas não conseguiu localizar o tutor nem o cão. Um grupo de policiais que estava no local e outros trabalhadores que ficam na praça afirmaram que o homem teria deixado o espaço depois da repercussão do caso.

 

 

Confira a nota da prefeitura na íntegra:


"Diante das denúncias recebidas, a equipe de fiscalização da Diretoria Geral dos Direitos Animais (DGDA) foi deslocada até a Praça da Alfândega e fez a avaliação do animal. Foi constatado que ele se encontra em boas condições de saúde, sem alergias de pele e com a carteira de vacinação em dia. A remoção da tinta, que é natural e não tóxica, não foi possível de maneira imediata por ser de longa duração. O tutor recebeu uma notificação de orientação com caráter de advertência, indicando que não deve voltar a aplicar a tinta — de modo a evitar estresse ao animal ou mesmo ações prejudiciais por terceiros em razão das pinturas. Caso a situação volte a ocorrer, auto de infração pode ser emitido, com possibilidade de perda da tutela.

 

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O tutor recebeu uma notificação com caráter de advertência, conforme a prefeitura, indicando que não deve voltar a aplicar a tinta no cão.


 


Após aparecer com tatuagens pelo corpo, um cão vira-lata de pelagem branca chamou a atenção de quem passava pela Praça da Alfândega, no Centro Histórico de Porto Alegre, na tarde de quarta-feira (6).


 


O animal tem palavras e desenhos rabiscados pelo corpo. O tutor do cão foi notificado pela prefeitura.


 


Uma moradora do centro que passava pela região na tarde de quarta fez fotos do animal e compartilhou nas redes sociais.


 


A mulher, que não quis se identificar, relata que as pessoas ficaram apreensivas sobre o produto utilizado no animal, que poderia ser tóxico ou até causar dor durante a aplicação. Segundo a moradora, o cachorro é de um homem que trabalha na praça.


 


— Eu estava na correria e, com o susto, fiquei sem reação. Não consegui ajudar, não consegui pensar no que fazer. Então postei para ver se alguém conseguia fazer algo. O homem que estava com o cachorro disse que ninguém ia tirar o cachorro dele e que aquela era a forma de ele se expressar — conta.


 


— Muita gente parava para olhar, a gente ficou se perguntando se a tinta usada poderia ser tóxica, permanente. Os riscos estão bem pretinhos, parece que são recentes — completou.


 


Procurada, a secretaria de Meio Ambiente da Capital afirma que uma equipe esteve no local na manhã desta quinta-feira (7) e localizou o animal e o casal que cuida do cão.


 


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Por meio de nota, a pasta informou que o cachorro está em bom estado de saúde, sem alergias por conta da tinta e com a carteira de vacinação em dia. A prefeitura afirmou que a tinta foi a usada em tatuagens de henna e é "natural e não tóxica", mas que a remoção "não foi possível de maneira imediata por ser de longa duração".


 


Como o cão está em bom estado de saúde, "não há base para uma ação imediata de retirada" do cachorro do tutor, informou a assessoria de imprensa.


 


O tutor recebeu uma notificação com caráter de advertência, conforme a prefeitura, indicando que não deve voltar a aplicar a tinta no cão, "de modo a evitar estresse ao animal ou mesmo ações prejudiciais por terceiros em razão das pinturas". Se a ação se repetir, a pasta afirmou que pode emitir um auto de infração com possibilidade de perda da tutela do cachorro.


 


A pasta também não informou qual a justificativa do tutor para os desenhos no animal.


 


A reportagem de GZH esteve no centro no final da manhã desta quinta-feira,  mas não conseguiu localizar o tutor nem o cão. Um grupo de policiais que estava no local e outros trabalhadores que ficam na praça afirmaram que o homem teria deixado o espaço depois da repercussão do caso.


 


 


Confira a nota da prefeitura na íntegra:



"Diante das denúncias recebidas, a equipe de fiscalização da Diretoria Geral dos Direitos Animais (DGDA) foi deslocada até a Praça da Alfândega e fez a avaliação do animal. Foi constatado que ele se encontra em boas condições de saúde, sem alergias de pele e com a carteira de vacinação em dia. A remoção da tinta, que é natural e não tóxica, não foi possível de maneira imediata por ser de longa duração. O tutor recebeu uma notificação de orientação com caráter de advertência, indicando que não deve voltar a aplicar a tinta — de modo a evitar estresse ao animal ou mesmo ações prejudiciais por terceiros em razão das pinturas. Caso a situação volte a ocorrer, auto de infração pode ser emitido, com possibilidade de perda da tutela.


 


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O tutor recebeu uma notificação com caráter de advertência, conforme a prefeitura, indicando que não deve voltar a aplicar a tinta no cão.



Após aparecer com tatuagens pelo corpo, um cão vira-lata de pelagem branca chamou a atenção de quem passava pela Praça da Alfândega, no Centro Histórico de Porto Alegre, na tarde de quarta-feira (6).



O animal tem palavras e desenhos rabiscados pelo corpo. O tutor do cão foi notificado pela prefeitura.



Uma moradora do centro que passava pela região na tarde de quarta fez fotos do animal e compartilhou nas redes sociais.



A mulher, que não quis se identificar, relata que as pessoas ficaram apreensivas sobre o produto utilizado no animal, que poderia ser tóxico ou até causar dor durante a aplicação. Segundo a moradora, o cachorro é de um homem que trabalha na praça.



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— Eu estava na correria e, com o susto, fiquei sem reação. Não consegui ajudar, não consegui pensar no que fazer. Então postei para ver se alguém conseguia fazer algo. O homem que estava com o cachorro disse que ninguém ia tirar o cachorro dele e que aquela era a forma de ele se expressar — conta.



— Muita gente parava para olhar, a gente ficou se perguntando se a tinta usada poderia ser tóxica, permanente. Os riscos estão bem pretinhos, parece que são recentes — completou.



Procurada, a secretaria de Meio Ambiente da Capital afirma que uma equipe esteve no local na manhã desta quinta-feira (7) e localizou o animal e o casal que cuida do cão.



Por meio de nota, a pasta informou que o cachorro está em bom estado de saúde, sem alergias por conta da tinta e com a carteira de vacinação em dia. A prefeitura afirmou que a tinta foi a usada em tatuagens de henna e é "natural e não tóxica", mas que a remoção "não foi possível de maneira imediata por ser de longa duração".



Como o cão está em bom estado de saúde, "não há base para uma ação imediata de retirada" do cachorro do tutor, informou a assessoria de imprensa.



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O tutor recebeu uma notificação com caráter de advertência, conforme a prefeitura, indicando que não deve voltar a aplicar a tinta no cão, "de modo a evitar estresse ao animal ou mesmo ações prejudiciais por terceiros em razão das pinturas". Se a ação se repetir, a pasta afirmou que pode emitir um auto de infração com possibilidade de perda da tutela do cachorro.



A pasta também não informou qual a justificativa do tutor para os desenhos no animal.



A reportagem de GZH esteve no centro no final da manhã desta quinta-feira,  mas não conseguiu localizar o tutor nem o cão. Um grupo de policiais que estava no local e outros trabalhadores que ficam na praça afirmaram que o homem teria deixado o espaço depois da repercussão do caso.



Confira a nota da prefeitura na íntegra:




"Diante das denúncias recebidas, a equipe de fiscalização da Diretoria Geral dos Direitos Animais (DGDA) foi deslocada até a Praça da Alfândega e fez a avaliação do animal. Foi constatado que ele se encontra em boas condições de saúde, sem alergias de pele e com a carteira de vacinação em dia. A remoção da tinta, que é natural e não tóxica, não foi possível de maneira imediata por ser de longa duração. O tutor recebeu uma notificação de orientação com caráter de advertência, indicando que não deve voltar a aplicar a tinta — de modo a evitar estresse ao animal ou mesmo ações prejudiciais por terceiros em razão das pinturas. Caso a situação volte a ocorrer, auto de infração pode ser emitido, com possibilidade de perda da tutela.



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