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Arqueólogos encontram pedra de 1,4 mil anos com o dizer: "Abençoada Maria"

Publicado por TV Minas em 12/01/2021 às 20h56 - Atualizado às 18h33

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Segundo arqueólogos, artefato tem 25 centímetros de diâmetro e era parte da lápide de uma mulher que morava na região do deserto de Neguev no período bizantino.

 

Uma pedra com uma inscrição em grego em que se lê "Abençoada Maria, que viveu uma vida imaculada",  foi encontrada no Parque Nacional Nitzana, localizado no deserto de Neguev, próximo à fronteira de Israel com o Egito.

 

Com 25 centímetros de diâmetro, a pedra era parte da lápide de uma mulher que morou na região há cerca de 1.400 anos.

 

Segundo a Autoridade de Antiguidades de Israel, a pedra foi encontrada por um trabalhador que cuidava da manutenção do Parque Nacional.

 

“O Nitzana é conhecido como um local-chave na pesquisa sobre a transição entre o período bizantino e o período islâmico inicial", explicou Tali Erickson-Gini, membro da instituição governamental, em comunicado.

 

Nitzana foi fundada já no século 3 a.C. como uma "estação rodoviária" em uma importante rota comercial do povo nabateu.

 

Estima-se que o lugar foi habitado intermitentemente por cerca de 1300 anos, até que foi abandonado no século 10 a.C.

 

 

 

 

"Durante os séculos 5 e 6 d.C., Nitzana atuou como um centro para as aldeias e povoados nas proximidades", afirmou Erickson-Gini.

 

"Entre outras coisas, tinha uma fortaleza militar, bem como igrejas, um mosteiro e uma estação rodoviária que servia aos peregrinos cristãos em viagem para Santa Katarina, que os crentes consideravam como o local do Monte Sinai."

 

A pedra funerária encontrada recentemente é mais uma dos vários artefatos do tipo descobertos na região que homenageiam cristãos enterrados nas igrejas e cemitérios ao redor de Nitzana.

 

"Ao contrário de outras cidades antigas no Neguev, muito pouco se sabe sobre os cemitérios ao redor de Nitzana", contou o arqueólogo israelense Pablo Betzer.

 

"A descoberta de qualquer inscrição como essa pode melhorar nossa definição dos limites dos cemitérios, ajudando assim a reconstruir os limites do próprio assentamento, que ainda não foram verificados."

 

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Segundo arqueólogos, artefato tem 25 centímetros de diâmetro e era parte da lápide de uma mulher que morava na região do deserto de Neguev no período bizantino.


 


Uma pedra com uma inscrição em grego em que se lê "Abençoada Maria, que viveu uma vida imaculada",  foi encontrada no Parque Nacional Nitzana, localizado no deserto de Neguev, próximo à fronteira de Israel com o Egito.


 


Com 25 centímetros de diâmetro, a pedra era parte da lápide de uma mulher que morou na região há cerca de 1.400 anos.


 


Segundo a Autoridade de Antiguidades de Israel, a pedra foi encontrada por um trabalhador que cuidava da manutenção do Parque Nacional.


 


“O Nitzana é conhecido como um local-chave na pesquisa sobre a transição entre o período bizantino e o período islâmico inicial", explicou Tali Erickson-Gini, membro da instituição governamental, em comunicado.


 


Nitzana foi fundada já no século 3 a.C. como uma "estação rodoviária" em uma importante rota comercial do povo nabateu.


 


Estima-se que o lugar foi habitado intermitentemente por cerca de 1300 anos, até que foi abandonado no século 10 a.C.


 


 


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"Durante os séculos 5 e 6 d.C., Nitzana atuou como um centro para as aldeias e povoados nas proximidades", afirmou Erickson-Gini.


 


"Entre outras coisas, tinha uma fortaleza militar, bem como igrejas, um mosteiro e uma estação rodoviária que servia aos peregrinos cristãos em viagem para Santa Katarina, que os crentes consideravam como o local do Monte Sinai."


 


A pedra funerária encontrada recentemente é mais uma dos vários artefatos do tipo descobertos na região que homenageiam cristãos enterrados nas igrejas e cemitérios ao redor de Nitzana.


 


"Ao contrário de outras cidades antigas no Neguev, muito pouco se sabe sobre os cemitérios ao redor de Nitzana", contou o arqueólogo israelense Pablo Betzer.


 


"A descoberta de qualquer inscrição como essa pode melhorar nossa definição dos limites dos cemitérios, ajudando assim a reconstruir os limites do próprio assentamento, que ainda não foram verificados."


 


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Segundo arqueólogos, artefato tem 25 centímetros de diâmetro e era parte da lápide de uma mulher que morava na região do deserto de Neguev no período bizantino.



Uma pedra com uma inscrição em grego em que se lê "Abençoada Maria, que viveu uma vida imaculada",  foi encontrada no Parque Nacional Nitzana, localizado no deserto de Neguev, próximo à fronteira de Israel com o Egito.



Com 25 centímetros de diâmetro, a pedra era parte da lápide de uma mulher que morou na região há cerca de 1.400 anos.



Segundo a Autoridade de Antiguidades de Israel, a pedra foi encontrada por um trabalhador que cuidava da manutenção do Parque Nacional.



“O Nitzana é conhecido como um local-chave na pesquisa sobre a transição entre o período bizantino e o período islâmico inicial", explicou Tali Erickson-Gini, membro da instituição governamental, em comunicado.



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Nitzana foi fundada já no século 3 a.C. como uma "estação rodoviária" em uma importante rota comercial do povo nabateu.



Estima-se que o lugar foi habitado intermitentemente por cerca de 1300 anos, até que foi abandonado no século 10 a.C.





"Durante os séculos 5 e 6 d.C., Nitzana atuou como um centro para as aldeias e povoados nas proximidades", afirmou Erickson-Gini.



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"Entre outras coisas, tinha uma fortaleza militar, bem como igrejas, um mosteiro e uma estação rodoviária que servia aos peregrinos cristãos em viagem para Santa Katarina, que os crentes consideravam como o local do Monte Sinai."



A pedra funerária encontrada recentemente é mais uma dos vários artefatos do tipo descobertos na região que homenageiam cristãos enterrados nas igrejas e cemitérios ao redor de Nitzana.



"Ao contrário de outras cidades antigas no Neguev, muito pouco se sabe sobre os cemitérios ao redor de Nitzana", contou o arqueólogo israelense Pablo Betzer.



"A descoberta de qualquer inscrição como essa pode melhorar nossa definição dos limites dos cemitérios, ajudando assim a reconstruir os limites do próprio assentamento, que ainda não foram verificados."



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