Bem Estar
Câncer de Próstata com os dias contados? É o que afirma urologista

05/08/2017

É difícil encontrar alguém que não conheça um homem que enfrenta o câncer de próstata. As histórias de luta estão por todos os lados: é o pai, o avô, o tio, o irmão, o marido, o cunhado, o sobrinho, o chefe ou o vizinho.

 

Atualmente vivem no Brasil cerca de 12 milhões de homens com mais de 50 anos e estima-se que 2 milhões deles serão atingidos pelo câncer da próstata. A essa estatística incômoda, contrapõe-se outra mais animadora: de cada 18 homens acometidos pelo mal, apenas três morrerão pela doença. A conclusão óbvia é que a maioria dos pacientes sobrevive ao câncer, alguns por portarem tumores indolentes, que não progridem, muitos outros graças às ações médicas reparadoras.

 

 

Câncer de Próstata com os dias contados? É o que afirma urologista.

 

 

Dr. Miguel Srougi, um dos maiores urologistas do Brasil, revelou uma novidade que promete abalar o mundo da medicina – e dos homens em particular. Uma nova droga, que está sendo desenvolvida na Alemanha, tem mostrado resultados surpreendentes quando aplicada em pacientes com câncer de próstata.

 

“Descobriu-se que existe um anticorpo que, injetado no organismo, se fixa diretamente só nas células cancerosas da próstata”, conta Dr. Miguel Srougi.

 

Um grupo ligou essa proteína a um átomo carregado de energia e produziu uma “nanobomba nuclear”, que se incorpora às células cancerosas e as explode, sem afetar outras células.

 

Os resultados não poderiam ser mais promissores: pacientes que tinham um PSA – exame que quantifica a doença – de 3 mil, quando o normal seria um PSA de 2,5, ficaram totalmente curados.

 

As vantagens dessa técnica são muitas, já que ela dispensa a cirurgia e a radioterapia, métodos que podem comprometer a vida sexual do paciente, provocar incontinência urinária e até causar queimaduras no intestino e na bexiga. Além disso, o tratamento afeta também as células metastáticas.

 

E o que é melhor: a solução deve estar disponível para pacientes do mundo todo em poucos anos. “É uma realidade que vai se concretizar em 1, 2 ou 3 anos, e vai mudar todo o panorama, perspectivas e realidade de quem tem um câncer de próstata”, completa Miguel Srougi.

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