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Bem Estar

Cirurgia de médico brasileiro reverte Alzheimer: memória voltando


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30/10/2017

Um médico neurologista brasileiro, que fez especialização em Toronto, no Canadá – berço das pesquisas – conseguiu frear e reverter a doença de Alzheimer em um paciente de 77 anos – que não teve seu nome revelado a pedido da família.

 

O cirurgia de Implante de Estimulador Cerebral Profundo foi dia 11 de dezembro no Hospital Napoleão Laureano, em João Pessoa, na Paraíba, e os equipamentos foram ligados pouco antes do Natal.

 

O idoso sofre de Alzheimer há 2 anos e tinha um quadro de leve a moderado da doença.

 

 

Recuperação da memória

 

Em entrevista ao SóNotíciaBoa o médico que fez a cirurgia, Rodrigo Marmo, de 35 anos, afirmou que “na primeira semana o paciente apresentou resultados iniciais animadores”.

 

Ainda de acordo com o especialista, “15 dias após a cirurgia o paciente volta a se lembrar de caminhos, o vocabulário melhora e ele fica mais atento às conversas”.

 

 

A cirurgia

 

O Implante de Estimulador Cerebral Profundo, foi uma cirurgia usada inicialmente para outra doença: o Mal de Parkinson.

 

Em 2008 especialistas de Toronto, no Canadá, passaram a usar a técnica experimentalmente em 6 pacientes com Alzheimer – como já mostramos no SóNotíciaBoa. Releia aqui e aqui.

 

Os resultados positivos atraíram atenção de especialistas dos EUA e de lá pra cá, juntos, especialistas dos dois países “já fizeram a cirurgia em 42 pacientes. Ela não é mais considerada experimental”, alerta o médico brasileiro.

 

 

O implante

 

Rodrigo Marmo se baseou nos estudos que acompanhou em Toronto, no Canadá, durante sua especialização, para operar o paciente brasileiro de 77 anos.

 

Ele explicou ao SóNotíaBoa como é o procedimento: “Um marca-passo cerebral é implantado no paciente. Eletrodos, conectados a uma bateria presa no peito, dão pequenas descargas elétricas no cérebro, que estimulam o circuito da memória”.

 

11 ou 15 dias após a cirurgia o equipamento é ligado e começam a aparecer os primeiros resultados, conta o médico.

 

 

Vitória na justiça

 

A cirurgia é cara porque os eletrodos e o marca-passo são importados.

 

Custa em torno de 200 mil reais.

 

Como o paciente vinha piorando – os remédios não estavam fazendo mais efeito – e o plano de saúde se recusou a pagar pela operação do idoso da Paraíba, porque procedimento ainda não foi libertado o pelo Ministério da Saúde – a família dele entrou na justiça… e venceu!

 

O convênio foi obrigado a pagar pela mesma cirurgia canadense, feita no Brasil pelo especialista Rodrigo Marmo.

 

 

Alerta

 

O especialista alerta que o Implante de Estimulador Cerebral Profundo “não significa a cura do Alzheimer”, apesar de melhorar significativamente a qualidade de vida do paciente.

Um médico neurologista brasileiro, que fez especialização em Toronto, no Canadá – berço das pesquisas – conseguiu frear e reverter a doença de Alzheimer em um paciente de 77 anos – que não teve seu nome revelado a pedido da família.


 


O cirurgia de Implante de Estimulador Cerebral Profundo foi dia 11 de dezembro no Hospital Napoleão Laureano, em João Pessoa, na Paraíba, e os equipamentos foram ligados pouco antes do Natal.


 


O idoso sofre de Alzheimer há 2 anos e tinha um quadro de leve a moderado da doença.


 


 


Recuperação da memória


 


Em entrevista ao SóNotíciaBoa o médico que fez a cirurgia, Rodrigo Marmo, de 35 anos, afirmou que “na primeira semana o paciente apresentou resultados iniciais animadores”.


 


Ainda de acordo com o especialista, “15 dias após a cirurgia o paciente volta a se lembrar de caminhos, o vocabulário melhora e ele fica mais atento às conversas”.


 


 


A cirurgia


 


O Implante de Estimulador Cerebral Profundo, foi uma cirurgia usada inicialmente para outra doença: o Mal de Parkinson.


 


Em 2008 especialistas de Toronto, no Canadá, passaram a usar a técnica experimentalmente em 6 pacientes com Alzheimer – como já mostramos no SóNotíciaBoa. Releia aqui e aqui.


 


Os resultados positivos atraíram atenção de especialistas dos EUA e de lá pra cá, juntos, especialistas dos dois países “já fizeram a cirurgia em 42 pacientes. Ela não é mais considerada experimental”, alerta o médico brasileiro.


 


 


PATROCINADORES

O implante


 


Rodrigo Marmo se baseou nos estudos que acompanhou em Toronto, no Canadá, durante sua especialização, para operar o paciente brasileiro de 77 anos.


 


Ele explicou ao SóNotíaBoa como é o procedimento: “Um marca-passo cerebral é implantado no paciente. Eletrodos, conectados a uma bateria presa no peito, dão pequenas descargas elétricas no cérebro, que estimulam o circuito da memória”.


 


11 ou 15 dias após a cirurgia o equipamento é ligado e começam a aparecer os primeiros resultados, conta o médico.


 


 


Vitória na justiça


 


A cirurgia é cara porque os eletrodos e o marca-passo são importados.


 


Custa em torno de 200 mil reais.


 


Como o paciente vinha piorando – os remédios não estavam fazendo mais efeito – e o plano de saúde se recusou a pagar pela operação do idoso da Paraíba, porque procedimento ainda não foi libertado o pelo Ministério da Saúde – a família dele entrou na justiça… e venceu!


 


O convênio foi obrigado a pagar pela mesma cirurgia canadense, feita no Brasil pelo especialista Rodrigo Marmo.


 


 


Alerta


 


O especialista alerta que o Implante de Estimulador Cerebral Profundo “não significa a cura do Alzheimer”, apesar de melhorar significativamente a qualidade de vida do paciente.


Um médico neurologista brasileiro, que fez especialização em Toronto, no Canadá – berço das pesquisas – conseguiu frear e reverter a doença de Alzheimer em um paciente de 77 anos – que não teve seu nome revelado a pedido da família.



O cirurgia de Implante de Estimulador Cerebral Profundo foi dia 11 de dezembro no Hospital Napoleão Laureano, em João Pessoa, na Paraíba, e os equipamentos foram ligados pouco antes do Natal.



O idoso sofre de Alzheimer há 2 anos e tinha um quadro de leve a moderado da doença.



Recuperação da memória



Em entrevista ao SóNotíciaBoa o médico que fez a cirurgia, Rodrigo Marmo, de 35 anos, afirmou que “na primeira semana o paciente apresentou resultados iniciais animadores”.



Ainda de acordo com o especialista, “15 dias após a cirurgia o paciente volta a se lembrar de caminhos, o vocabulário melhora e ele fica mais atento às conversas”.



A cirurgia



PATROCINADORES

O Implante de Estimulador Cerebral Profundo, foi uma cirurgia usada inicialmente para outra doença: o Mal de Parkinson.



Em 2008 especialistas de Toronto, no Canadá, passaram a usar a técnica experimentalmente em 6 pacientes com Alzheimer – como já mostramos no SóNotíciaBoa. Releia aqui e aqui.



Os resultados positivos atraíram atenção de especialistas dos EUA e de lá pra cá, juntos, especialistas dos dois países “já fizeram a cirurgia em 42 pacientes. Ela não é mais considerada experimental”, alerta o médico brasileiro.



O implante



Rodrigo Marmo se baseou nos estudos que acompanhou em Toronto, no Canadá, durante sua especialização, para operar o paciente brasileiro de 77 anos.



Ele explicou ao SóNotíaBoa como é o procedimento: “Um marca-passo cerebral é implantado no paciente. Eletrodos, conectados a uma bateria presa no peito, dão pequenas descargas elétricas no cérebro, que estimulam o circuito da memória”.



11 ou 15 dias após a cirurgia o equipamento é ligado e começam a aparecer os primeiros resultados, conta o médico.



PATROCINADORES

Vitória na justiça



A cirurgia é cara porque os eletrodos e o marca-passo são importados.



Custa em torno de 200 mil reais.



Como o paciente vinha piorando – os remédios não estavam fazendo mais efeito – e o plano de saúde se recusou a pagar pela operação do idoso da Paraíba, porque procedimento ainda não foi libertado o pelo Ministério da Saúde – a família dele entrou na justiça… e venceu!



O convênio foi obrigado a pagar pela mesma cirurgia canadense, feita no Brasil pelo especialista Rodrigo Marmo.



Alerta



O especialista alerta que o Implante de Estimulador Cerebral Profundo “não significa a cura do Alzheimer”, apesar de melhorar significativamente a qualidade de vida do paciente.



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