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Sul de Minas

Pedido de emprego na internet vira caso de polícia no Sul de Minas


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13/11/2017

Um estudante de 18 anos acusa uma mulher de racismo pela internet. Luiz Gustavo Marçal, 18 anos, cursa o 9º ano na Escola Estadual Brasil, em Varginha. Ele pediu indicações de trabalho pelo Facebook. E diz que uma mulher começou a discutir com ele.

 

Em um trecho, ela questiona o fato dele pedir emprego sem qualificação nem experiência. Diz que ele deveria vender a moto e financiar um carrinho de cachorro-quente. Mas que não faria isso, pois ele teria perfil de “boyzinho”.

 

Outras pessoas entraram no meio da conversa. Algumas, indicando locais para ele pedir emprego. Outras, xingando a mulher.

 

Luiz Gustavo disse que conversou com a mulher no privado e que ela o chamou de “macaco fedorento”. Em outra mensagem, ela o chama de “Macaco burro e folgado”. E manda ele enfiar a moto em um lugar inapropriado.

 

Um estudante de 18 anos acusa uma mulher de racismo pela internet. Luiz Gustavo Marçal, 18 anos, cursa o 9º ano na Escola Estadual Brasil, em Varginha. Ele pediu indicações de trabalho pelo Facebook. E diz que uma mulher começou a discutir com ele.

 

Em um trecho, ela questiona o fato dele pedir emprego sem qualificação nem experiência. Diz que ele deveria vender a moto e financiar um carrinho de cachorro-quente. Mas que não faria isso, pois ele teria perfil de “boyzinho”.

 

 

Confira a sequência das ofensas:

 

 

 

 

Outras pessoas entraram no meio da conversa. Algumas, indicando locais para ele pedir emprego. Outras, xingando a mulher.

 

Luiz Gustavo disse que conversou com a mulher no privado e que ela o chamou de “macaco fedorento”. Em outra mensagem, ela o chama de “Macaco burro e folgado”. E manda ele enfiar a moto em um lugar inapropriado.

 

 

Por inbox a onfensas continuaram.

 

 

O rapaz disse que registrou boletim de ocorrência e que vai na Polícia Civil na segunda-feira. Afirmou que vai processá-la: “Vou até o fim”. Caso leve o problema para a justiça, Luiz Gustavo terá que mover ação por injúria racial, que prevê prisão de 1 a 3 anos e multa. Além disso, pode mover outra ação por danos morais.

 

E informa: continua atrás de emprego. Ele tem moto e pode trabalhar em qualquer turno.

Um estudante de 18 anos acusa uma mulher de racismo pela internet. Luiz Gustavo Marçal, 18 anos, cursa o 9º ano na Escola Estadual Brasil, em Varginha. Ele pediu indicações de trabalho pelo Facebook. E diz que uma mulher começou a discutir com ele.


 


Em um trecho, ela questiona o fato dele pedir emprego sem qualificação nem experiência. Diz que ele deveria vender a moto e financiar um carrinho de cachorro-quente. Mas que não faria isso, pois ele teria perfil de “boyzinho”.


 


Outras pessoas entraram no meio da conversa. Algumas, indicando locais para ele pedir emprego. Outras, xingando a mulher.


 


Luiz Gustavo disse que conversou com a mulher no privado e que ela o chamou de “macaco fedorento”. Em outra mensagem, ela o chama de “Macaco burro e folgado”. E manda ele enfiar a moto em um lugar inapropriado.


 


Um estudante de 18 anos acusa uma mulher de racismo pela internet. Luiz Gustavo Marçal, 18 anos, cursa o 9º ano na Escola Estadual Brasil, em Varginha. Ele pediu indicações de trabalho pelo Facebook. E diz que uma mulher começou a discutir com ele.


 


Em um trecho, ela questiona o fato dele pedir emprego sem qualificação nem experiência. Diz que ele deveria vender a moto e financiar um carrinho de cachorro-quente. Mas que não faria isso, pois ele teria perfil de “boyzinho”.


 


 


Confira a sequência das ofensas:


 



PATROCINADORES

 



 


 


Outras pessoas entraram no meio da conversa. Algumas, indicando locais para ele pedir emprego. Outras, xingando a mulher.


 


Luiz Gustavo disse que conversou com a mulher no privado e que ela o chamou de “macaco fedorento”. Em outra mensagem, ela o chama de “Macaco burro e folgado”. E manda ele enfiar a moto em um lugar inapropriado.


 


 



Por inbox a onfensas continuaram.


 


 


O rapaz disse que registrou boletim de ocorrência e que vai na Polícia Civil na segunda-feira. Afirmou que vai processá-la: “Vou até o fim”. Caso leve o problema para a justiça, Luiz Gustavo terá que mover ação por injúria racial, que prevê prisão de 1 a 3 anos e multa. Além disso, pode mover outra ação por danos morais.


 


E informa: continua atrás de emprego. Ele tem moto e pode trabalhar em qualquer turno.


Um estudante de 18 anos acusa uma mulher de racismo pela internet. Luiz Gustavo Marçal, 18 anos, cursa o 9º ano na Escola Estadual Brasil, em Varginha. Ele pediu indicações de trabalho pelo Facebook. E diz que uma mulher começou a discutir com ele.



Em um trecho, ela questiona o fato dele pedir emprego sem qualificação nem experiência. Diz que ele deveria vender a moto e financiar um carrinho de cachorro-quente. Mas que não faria isso, pois ele teria perfil de “boyzinho”.



Outras pessoas entraram no meio da conversa. Algumas, indicando locais para ele pedir emprego. Outras, xingando a mulher.



Luiz Gustavo disse que conversou com a mulher no privado e que ela o chamou de “macaco fedorento”. Em outra mensagem, ela o chama de “Macaco burro e folgado”. E manda ele enfiar a moto em um lugar inapropriado.



Um estudante de 18 anos acusa uma mulher de racismo pela internet. Luiz Gustavo Marçal, 18 anos, cursa o 9º ano na Escola Estadual Brasil, em Varginha. Ele pediu indicações de trabalho pelo Facebook. E diz que uma mulher começou a discutir com ele.



PATROCINADORES

Em um trecho, ela questiona o fato dele pedir emprego sem qualificação nem experiência. Diz que ele deveria vender a moto e financiar um carrinho de cachorro-quente. Mas que não faria isso, pois ele teria perfil de “boyzinho”.



Confira a sequência das ofensas:







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Outras pessoas entraram no meio da conversa. Algumas, indicando locais para ele pedir emprego. Outras, xingando a mulher.



Luiz Gustavo disse que conversou com a mulher no privado e que ela o chamou de “macaco fedorento”. Em outra mensagem, ela o chama de “Macaco burro e folgado”. E manda ele enfiar a moto em um lugar inapropriado.





Por inbox a onfensas continuaram.



O rapaz disse que registrou boletim de ocorrência e que vai na Polícia Civil na segunda-feira. Afirmou que vai processá-la: “Vou até o fim”. Caso leve o problema para a justiça, Luiz Gustavo terá que mover ação por injúria racial, que prevê prisão de 1 a 3 anos e multa. Além disso, pode mover outra ação por danos morais.



E informa: continua atrás de emprego. Ele tem moto e pode trabalhar em qualquer turno.



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