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Lula encara protestos em caravana pelo estado do Rio


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06/12/2017

Organizada por apoiadores do deputado federal Jair Bolsonaro, foi a maior manifestação enfrentada pela petista desde o início de suas viagens.

 

Em seu segundo dia de caravana pelos estados do Rio de Janeiro e Espírito do Santos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve de encarar a maior concentração de opositores desde que iniciou suas viagens de olho nas eleições de 2018. Cerca de 200 apoiadores de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) se reuniram em frente à Câmara de Vereadores de Campos dos Goytacazes, diante da praça onde ocorria o ato do petista.

 

Os simpatizantes do deputado exibiam uma faixa com a inscrição “Lula Ladrão, seu lugar é na prisão” e gritavam palavras de ordem em favor da candidatura de Bolsonaro à Presidência da República. Os presentes  também queimaram bandeiras da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e exaltaram nomes como o do Coronel Brilhante Ustra.

 

Do outro lado da rua, escutavam o discurso do ex-presidente cerca de dois mil militantes — segundo a organização; a Polícia Militar não contabilizou os presentes. Após o encerramento do ato, que durou menos de uma hora, apoiadores e opositores de Lula trocaram insultos na rua e foram contidos pelo cordão da PM, que esteve presente desde o início das manifestações.

 

A caravana deve seguir para a cidade de Maricá ainda hoje, onde está previsto outro ato do ex-presidente. A viagem vai durar até sexta-feira desta semana e terminar na capital carioca. Ao seu público, Lula disse que esta “preparado” para ir ao Paraná, onde correm as principais ações da Operação Lava Jato na capital Curitiba.

Organizada por apoiadores do deputado federal Jair Bolsonaro, foi a maior manifestação enfrentada pela petista desde o início de suas viagens.


 


Em seu segundo dia de caravana pelos estados do Rio de Janeiro e Espírito do Santos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve de encarar a maior concentração de opositores desde que iniciou suas viagens de olho nas eleições de 2018. Cerca de 200 apoiadores de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) se reuniram em frente à Câmara de Vereadores de Campos dos Goytacazes, diante da praça onde ocorria o ato do petista.


 


PATROCINADORES

Os simpatizantes do deputado exibiam uma faixa com a inscrição “Lula Ladrão, seu lugar é na prisão” e gritavam palavras de ordem em favor da candidatura de Bolsonaro à Presidência da República. Os presentes  também queimaram bandeiras da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e exaltaram nomes como o do Coronel Brilhante Ustra.


 


Do outro lado da rua, escutavam o discurso do ex-presidente cerca de dois mil militantes — segundo a organização; a Polícia Militar não contabilizou os presentes. Após o encerramento do ato, que durou menos de uma hora, apoiadores e opositores de Lula trocaram insultos na rua e foram contidos pelo cordão da PM, que esteve presente desde o início das manifestações.


 


A caravana deve seguir para a cidade de Maricá ainda hoje, onde está previsto outro ato do ex-presidente. A viagem vai durar até sexta-feira desta semana e terminar na capital carioca. Ao seu público, Lula disse que esta “preparado” para ir ao Paraná, onde correm as principais ações da Operação Lava Jato na capital Curitiba.


Organizada por apoiadores do deputado federal Jair Bolsonaro, foi a maior manifestação enfrentada pela petista desde o início de suas viagens.



Em seu segundo dia de caravana pelos estados do Rio de Janeiro e Espírito do Santos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve de encarar a maior concentração de opositores desde que iniciou suas viagens de olho nas eleições de 2018. Cerca de 200 apoiadores de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) se reuniram em frente à Câmara de Vereadores de Campos dos Goytacazes, diante da praça onde ocorria o ato do petista.



Os simpatizantes do deputado exibiam uma faixa com a inscrição “Lula Ladrão, seu lugar é na prisão” e gritavam palavras de ordem em favor da candidatura de Bolsonaro à Presidência da República. Os presentes  também queimaram bandeiras da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e exaltaram nomes como o do Coronel Brilhante Ustra.



PATROCINADORES

Do outro lado da rua, escutavam o discurso do ex-presidente cerca de dois mil militantes — segundo a organização; a Polícia Militar não contabilizou os presentes. Após o encerramento do ato, que durou menos de uma hora, apoiadores e opositores de Lula trocaram insultos na rua e foram contidos pelo cordão da PM, que esteve presente desde o início das manifestações.



A caravana deve seguir para a cidade de Maricá ainda hoje, onde está previsto outro ato do ex-presidente. A viagem vai durar até sexta-feira desta semana e terminar na capital carioca. Ao seu público, Lula disse que esta “preparado” para ir ao Paraná, onde correm as principais ações da Operação Lava Jato na capital Curitiba.



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