Mulher descobre que mancha na unha era um tipo raro de câncer

Publicado por Tv Minas em 09/01/2023 às 16h47

Fonte: Metrópoles

Maria Sylvia, de 26 anos, descobriu que mancha marrom no dedo, na verdade, era um caso de melanoma subungueal, um câncer raro.

Por conta de uma mancha marrom que atravessava a unha do dedão da mão direita, Maria Sylvia, de 26 anos, viralizou no TikTok. Apesar de parecer inofensiva, a marca era, na verdade, um melanoma subungueal.

O melanoma de unha, também chamado de subungueal, é um tipo de câncer raro e pode ser notado pela presença de uma mancha vertical escura na unha que aumenta ao longo do tempo.

Maria conta que, por ser atleta, estava sempre passando por consultas médicas e exames físicos. Ela percebeu a mancha pela primeira vez em 2012, quando ainda estava clara e com bordas macias. Em 2014, um médico notou a linha na unha da paciente e pediu que ela procurasse um especialista caso a marca mudasse de tamanho.

Mesmo sem sentir dor e achando que era uma verruga, ela foi ao médico por incentivo dos amigos para fazer uma biópsia, procedimento que retira parte da unha para determinar a causa do problema. Foi só aí que ela descobriu que a linha era, na verdade, era um câncer.

Maria disse que a mancha escura cresceu embaixo da unha, onde ficava o tecido cancerígeno. “O melanoma pode permanecer em um estágio chamado in situ, que é como o estágio zero, por até 13 anos”, conta.

A mulher passou por cirurgia para retirar a unha e parte do osso e, depois de fazer vários exames, foi determinado que não havia mais células cancerígenas na região.

Depois do susto, Maria aconselha qualquer pessoa com manchas estranhas a consultar um médico. “Na maioria das vezes, você provavelmente está bem. Este é um câncer muito raro, especialmente para minha a demografia”, diz.

O melanoma de pele, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), é considerado o tipo de câncer de pele mais agressivo, pois possui alta possibilidade de se espalhar para tecidos e órgãos vizinhos. Em 2022, foram registrados 8.980 casos no Brasil.

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