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Quem lucra e quem perde com a forte queda na cotação do petróleo?

Publicado por TV Minas em 06/01/2016

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Queda nos preços do petróleo inviabiliza projetos do pré-sal.

 

A queda dos preços afeta diretamente as empresas que exploram petróleo e os investimentos no setor. A petroleira canadense Suncor, por exemplo, anunciou o corte de mil postos de trabalho para reduzir custos de exploração entre US$ 600 milhões e US$ 800 milhões em dois anos.

 

Alguns países sofrem particularmente com a redução dos preços do petróleo, sobretudo Venezuela, Rússia e Irã, em razão do grande peso das exportações da commodity em suas economias.

 

Já quem está se deu bem com a queda dos preços foram os grandes importadores e dependentes do petróleo, como Filipinas e China, que estão aproveitando os preços baixos para impulsionar o crescimento econômico ou reverter a desaceleração econômica.

 

Grandes comerciantes de petróleo do mundo também aproveitaram o momento para contratar superpetroleiros para armazenar estoques de barris no mar à espera de uma recuperação dos preços.

 

A estratégia tambémelevou as taxas de frete de navios-tanque, e as empresas de transporte têm visto os preços de suas ações subirem. Grandes consumidores de combustível como as companhias aéreas tambem podem, em tese, ser beneficiados com o combustível mais barato e levar essa economia para uma redução nos preços.

 

 

E o Brasil e a Petrobras?

 

As ações da petroleira encerraram esta quarta-feira com queda de 4,19% nas preferenciais e 4,62% nas ordinárias, na esteira da queda dos preços do petróleo. A XP Investimentos mostrou ceticismo com a empresa, segundo a Reuters. "Com dólar em alta e petróleo em baixa, ela seguirá com sérios problemas para equacionar o alto endividamento e a redução nas receitas de exploração e produção de petróleo".

 

A queda do preço do petróleo no mercado internacional também diminui a rentabilidade dos projetos de exploração no pré-sal, que foram planejados levando em conta um preço mínimo do barril entre US$ 45 e US$ 52 para a produção poder ser considerada economicamente viavel.

 

A Petrobras afirmou no ano passado, porém, que estava aumentando sua capacidade de produção no pré-sal de "modo economicamente viável" e que o chamado "break even" (ponto em que os ganhos se equivalem aos gastos) foi calculado levando em consideração uma vazão de poços entre 15 e 25 mil barris por dia, abaixo do patamar atual de 20 mil barris por dia.

 

A queda da cotação internacional provoca também uma diminuição na arrecadação dos royalties sobre a produção, afetando a receita das prefeituras governos dos municípios e estados produtodes.

Queda nos preços do petróleo inviabiliza projetos do pré-sal.


 


A queda dos preços afeta diretamente as empresas que exploram petróleo e os investimentos no setor. A petroleira canadense Suncor, por exemplo, anunciou o corte de mil postos de trabalho para reduzir custos de exploração entre US$ 600 milhões e US$ 800 milhões em dois anos.


 


Alguns países sofrem particularmente com a redução dos preços do petróleo, sobretudo Venezuela, Rússia e Irã, em razão do grande peso das exportações da commodity em suas economias.


 


Já quem está se deu bem com a queda dos preços foram os grandes importadores e dependentes do petróleo, como Filipinas e China, que estão aproveitando os preços baixos para impulsionar o crescimento econômico ou reverter a desaceleração econômica.


 


Grandes comerciantes de petróleo do mundo também aproveitaram o momento para contratar superpetroleiros para armazenar estoques de barris no mar à espera de uma recuperação dos preços.


 


A estratégia tambémelevou as taxas de frete de navios-tanque, e as empresas de transporte têm visto os preços de suas ações subirem. Grandes consumidores de combustível como as companhias aéreas tambem podem, em tese, ser beneficiados com o combustível mais barato e levar essa economia para uma redução nos preços.


PATROCINADORES

 


 


E o Brasil e a Petrobras?


 


As ações da petroleira encerraram esta quarta-feira com queda de 4,19% nas preferenciais e 4,62% nas ordinárias, na esteira da queda dos preços do petróleo. A XP Investimentos mostrou ceticismo com a empresa, segundo a Reuters. "Com dólar em alta e petróleo em baixa, ela seguirá com sérios problemas para equacionar o alto endividamento e a redução nas receitas de exploração e produção de petróleo".


 


A queda do preço do petróleo no mercado internacional também diminui a rentabilidade dos projetos de exploração no pré-sal, que foram planejados levando em conta um preço mínimo do barril entre US$ 45 e US$ 52 para a produção poder ser considerada economicamente viavel.


 


A Petrobras afirmou no ano passado, porém, que estava aumentando sua capacidade de produção no pré-sal de "modo economicamente viável" e que o chamado "break even" (ponto em que os ganhos se equivalem aos gastos) foi calculado levando em consideração uma vazão de poços entre 15 e 25 mil barris por dia, abaixo do patamar atual de 20 mil barris por dia.


 


A queda da cotação internacional provoca também uma diminuição na arrecadação dos royalties sobre a produção, afetando a receita das prefeituras governos dos municípios e estados produtodes.


Queda nos preços do petróleo inviabiliza projetos do pré-sal.



A queda dos preços afeta diretamente as empresas que exploram petróleo e os investimentos no setor. A petroleira canadense Suncor, por exemplo, anunciou o corte de mil postos de trabalho para reduzir custos de exploração entre US$ 600 milhões e US$ 800 milhões em dois anos.



Alguns países sofrem particularmente com a redução dos preços do petróleo, sobretudo Venezuela, Rússia e Irã, em razão do grande peso das exportações da commodity em suas economias.



Já quem está se deu bem com a queda dos preços foram os grandes importadores e dependentes do petróleo, como Filipinas e China, que estão aproveitando os preços baixos para impulsionar o crescimento econômico ou reverter a desaceleração econômica.



PATROCINADORES

Grandes comerciantes de petróleo do mundo também aproveitaram o momento para contratar superpetroleiros para armazenar estoques de barris no mar à espera de uma recuperação dos preços.



A estratégia tambémelevou as taxas de frete de navios-tanque, e as empresas de transporte têm visto os preços de suas ações subirem. Grandes consumidores de combustível como as companhias aéreas tambem podem, em tese, ser beneficiados com o combustível mais barato e levar essa economia para uma redução nos preços.



E o Brasil e a Petrobras?



PATROCINADORES

As ações da petroleira encerraram esta quarta-feira com queda de 4,19% nas preferenciais e 4,62% nas ordinárias, na esteira da queda dos preços do petróleo. A XP Investimentos mostrou ceticismo com a empresa, segundo a Reuters. "Com dólar em alta e petróleo em baixa, ela seguirá com sérios problemas para equacionar o alto endividamento e a redução nas receitas de exploração e produção de petróleo".



A queda do preço do petróleo no mercado internacional também diminui a rentabilidade dos projetos de exploração no pré-sal, que foram planejados levando em conta um preço mínimo do barril entre US$ 45 e US$ 52 para a produção poder ser considerada economicamente viavel.



A Petrobras afirmou no ano passado, porém, que estava aumentando sua capacidade de produção no pré-sal de "modo economicamente viável" e que o chamado "break even" (ponto em que os ganhos se equivalem aos gastos) foi calculado levando em consideração uma vazão de poços entre 15 e 25 mil barris por dia, abaixo do patamar atual de 20 mil barris por dia.



A queda da cotação internacional provoca também uma diminuição na arrecadação dos royalties sobre a produção, afetando a receita das prefeituras governos dos municípios e estados produtodes.



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