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Bem Estar

As amígdalas podem crescer novamente após cirurgia de remoção? Descubra!

Publicado por TV Minas em 07/01/2016

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Uma coisa que poucas pessoas sabem, é que mesmo depois de ter as amígdalas removidas cirurgicamente, elas podem voltar a crescer.

 

As amígdalas são esferas de tecido linfoide que ficam na parte de trás da garganta. Em crianças, as amígdalas são úteis para o sistema imunológico, combatendo infecções. Ao longo do tempo, as amígdalas desempenham um papel insignificante no sistema imunológico, e na maioria dos adultos, encolhem e desaparecem. O corpo é capaz de combater os agentes patogênicos, assumindo o trabalho árduo das amígdalas.

 

Há duas razões pelas quais as amígdalas podem, um dia, retornar. A primeira é que o cirurgião acidentalmente tenha deixado uma parte do tecido para trás. A segunda é que o cirurgião deixou, dessa vez de forma intencional, parte do mesmo tecido.

 

A cirurgia completa, feita corretamente, remove todo o tecido e as chances do órgão voltar a crescer são pequenas – ou quase nula. Mas, há um desafio em sua remoção, que pode causar os raros casos de retorno de amígdalas.

 

“As amígdalas misturam-se com a parte de trás da língua na parte inferior da garganta, e nem sempre existe uma nítida distinção de onde a amígdala termina. Então, seria possível deixar um pouco de tecido no local”, disse o Dr. Richard Rosenfeld, presidente da otorrinolaringologia do SUNY Medical Center.

 

Durante o último século, o processo de remoção de amígdalas tem sido bastante comum, indo além do procedimento popular para as crianças que tiveram infecções de garganta frequentes. Hoje, as cirurgias são normalmente reservadas a pacientes com amígdalas grandes o suficiente para interferirem em sua respiração.

 

Alguns cirurgiões apenas reduzem o tecido tonsilar, em vez de tentar removê-la completamente. Sugere-se que esta técnica poderia facilitar o processo de recuperação, embora não haja consenso entre os médicos. A desvantagem do processo é que as amígdalas mantidas fazem o tecido se regenerar.

 

Apesar de raro, o retorno é mais provável de acontecer quando as amígdalas são removidas em crianças cujos tecidos linfoides ainda estão crescendo. Rosenfeld diz que apenas um de seus pacientes ganhou um novo conjunto de amígdalas após uma remoção parcial.

 

Por outro lado, adenoides, os tecidos linfáticos entre o nariz e a parte de trás da garganta, são muitas vezes removidos ao mesmo tempo como as amígdalas. Eles também podem crescer novamente através do tecido de regeneração, e eles fazem isso com mais frequência do que as amígdalas.

 

Adenoides estão espalhadas em toda a sua cavidade nasal, e os cirurgiões não podem removê-los por completo porque existe a possibilidade de crescimento espalhado com os restos deixados para trás.

Uma coisa que poucas pessoas sabem, é que mesmo depois de ter as amígdalas removidas cirurgicamente, elas podem voltar a crescer.


 


As amígdalas são esferas de tecido linfoide que ficam na parte de trás da garganta. Em crianças, as amígdalas são úteis para o sistema imunológico, combatendo infecções. Ao longo do tempo, as amígdalas desempenham um papel insignificante no sistema imunológico, e na maioria dos adultos, encolhem e desaparecem. O corpo é capaz de combater os agentes patogênicos, assumindo o trabalho árduo das amígdalas.


 


Há duas razões pelas quais as amígdalas podem, um dia, retornar. A primeira é que o cirurgião acidentalmente tenha deixado uma parte do tecido para trás. A segunda é que o cirurgião deixou, dessa vez de forma intencional, parte do mesmo tecido.


 


A cirurgia completa, feita corretamente, remove todo o tecido e as chances do órgão voltar a crescer são pequenas – ou quase nula. Mas, há um desafio em sua remoção, que pode causar os raros casos de retorno de amígdalas.


 


“As amígdalas misturam-se com a parte de trás da língua na parte inferior da garganta, e nem sempre existe uma nítida distinção de onde a amígdala termina. Então, seria possível deixar um pouco de tecido no local”, disse o Dr. Richard Rosenfeld, presidente da otorrinolaringologia do SUNY Medical Center.


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Durante o último século, o processo de remoção de amígdalas tem sido bastante comum, indo além do procedimento popular para as crianças que tiveram infecções de garganta frequentes. Hoje, as cirurgias são normalmente reservadas a pacientes com amígdalas grandes o suficiente para interferirem em sua respiração.


 


Alguns cirurgiões apenas reduzem o tecido tonsilar, em vez de tentar removê-la completamente. Sugere-se que esta técnica poderia facilitar o processo de recuperação, embora não haja consenso entre os médicos. A desvantagem do processo é que as amígdalas mantidas fazem o tecido se regenerar.


 


Apesar de raro, o retorno é mais provável de acontecer quando as amígdalas são removidas em crianças cujos tecidos linfoides ainda estão crescendo. Rosenfeld diz que apenas um de seus pacientes ganhou um novo conjunto de amígdalas após uma remoção parcial.


 


Por outro lado, adenoides, os tecidos linfáticos entre o nariz e a parte de trás da garganta, são muitas vezes removidos ao mesmo tempo como as amígdalas. Eles também podem crescer novamente através do tecido de regeneração, e eles fazem isso com mais frequência do que as amígdalas.


 


Adenoides estão espalhadas em toda a sua cavidade nasal, e os cirurgiões não podem removê-los por completo porque existe a possibilidade de crescimento espalhado com os restos deixados para trás.


Uma coisa que poucas pessoas sabem, é que mesmo depois de ter as amígdalas removidas cirurgicamente, elas podem voltar a crescer.



As amígdalas são esferas de tecido linfoide que ficam na parte de trás da garganta. Em crianças, as amígdalas são úteis para o sistema imunológico, combatendo infecções. Ao longo do tempo, as amígdalas desempenham um papel insignificante no sistema imunológico, e na maioria dos adultos, encolhem e desaparecem. O corpo é capaz de combater os agentes patogênicos, assumindo o trabalho árduo das amígdalas.



Há duas razões pelas quais as amígdalas podem, um dia, retornar. A primeira é que o cirurgião acidentalmente tenha deixado uma parte do tecido para trás. A segunda é que o cirurgião deixou, dessa vez de forma intencional, parte do mesmo tecido.



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A cirurgia completa, feita corretamente, remove todo o tecido e as chances do órgão voltar a crescer são pequenas – ou quase nula. Mas, há um desafio em sua remoção, que pode causar os raros casos de retorno de amígdalas.



“As amígdalas misturam-se com a parte de trás da língua na parte inferior da garganta, e nem sempre existe uma nítida distinção de onde a amígdala termina. Então, seria possível deixar um pouco de tecido no local”, disse o Dr. Richard Rosenfeld, presidente da otorrinolaringologia do SUNY Medical Center.



Durante o último século, o processo de remoção de amígdalas tem sido bastante comum, indo além do procedimento popular para as crianças que tiveram infecções de garganta frequentes. Hoje, as cirurgias são normalmente reservadas a pacientes com amígdalas grandes o suficiente para interferirem em sua respiração.



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Alguns cirurgiões apenas reduzem o tecido tonsilar, em vez de tentar removê-la completamente. Sugere-se que esta técnica poderia facilitar o processo de recuperação, embora não haja consenso entre os médicos. A desvantagem do processo é que as amígdalas mantidas fazem o tecido se regenerar.



Apesar de raro, o retorno é mais provável de acontecer quando as amígdalas são removidas em crianças cujos tecidos linfoides ainda estão crescendo. Rosenfeld diz que apenas um de seus pacientes ganhou um novo conjunto de amígdalas após uma remoção parcial.



Por outro lado, adenoides, os tecidos linfáticos entre o nariz e a parte de trás da garganta, são muitas vezes removidos ao mesmo tempo como as amígdalas. Eles também podem crescer novamente através do tecido de regeneração, e eles fazem isso com mais frequência do que as amígdalas.



Adenoides estão espalhadas em toda a sua cavidade nasal, e os cirurgiões não podem removê-los por completo porque existe a possibilidade de crescimento espalhado com os restos deixados para trás.



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