news:

Notícias

RS quer fechar prédios públicos para julgamento de Lula

Publicado por TV Minas em 17/01/2018

foto_principal.jpg

Secretaria de Segurança quer que unidades de IBGE, Receita Federal, Incra e Serpro, localizadas no entorno do TRF4, cancelem atividades dos dias 23 e 24.

 

A Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul pediu o fechamento de todos os prédios públicos do parque Maurício Sirotsky Sobrinho, conhecido como parque da Harmonia, no entorno da sede do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre. A 8ª Turma Penal da Corte vai analisar, no dia 24, um recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O petista foi condenado a 9 anos e 6 meses de prisão pelo juiz Sergio Moro no caso do triplex no Guarujá (SP).

 

A uma semana do julgamento, o esquema de segurança foi reforçado em Porto Alegre. O efetivo foi ampliado na área do tribunal. A Brigada Militar está de prontidão no local e equipes da Polícia Federal e até do Exército já estão em atividade. Estão previstas manifestações contra e a favor do petista.

 

O secretário Cezar Schirmer disse que já pediu, por meio de ofício, a suspensão das atividades dos órgãos públicos instalados no parque. Incra, Receita Federal, IBGE e Serpro – empresa federal de processamento de dados – deverão fechar na véspera e no dia do julgamento. Ele afirmou também que já recebeu sinalização de que o pedido será atendido.

 

“A democracia pressupõe a convivência de contrários, respeito às divergências, então os contra e os a favor querem se manifestar, vão se manifestar democraticamente. Queremos protegê-los e proteger a população de Porto Alegre. Não queremos nenhum incidente violento, queremos respeito à ordem pública e à lei”, disse Schirmer.

 

Para unir as forças de segurança, foi montado o Grupo de Gestão Integrada (GGI) com corporações do Estado, da União e do município. O GGI agrega Brigada Militar, polícias Civil e Federal Rodoviária (Estadual e Federal), Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Exército, Marinha, Aeronáutica, Bombeiros e Defesa Civil. O grupo foi formado no início deste mês.

 

Uma reunião operacional do GGI definirá nesta quinta-feira (18) a função de cada órgão e os acertos finais da operação. Schirmer disse também que 150 homens da Força Nacional de Segurança, que já atuam em Porto Alegre desde o ano passado, serão deslocados.

 

Umas da principais preocupações é com a chegada de manifestantes à cidade. Schirmer já recebeu representantes da Via Campesina, do Movimento Sem Terra (MST) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) para tratar de segurança. Nesta quarta-feira 17, ele vai se reunir com representantes de partidos de esquerda. Em São Paulo, CUT e Movimento Brasil Livre (MBL), contrário a Lula, disputam a avenida Paulista e nesta quarta vão se reunir com a Polícia Militar.

 

 

‘Morte’

 

Em meio à preocupação com a segurança em Porto Alegre, a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), disse ao site Poder360, para cumprir um eventual pedido de prisão de Lula, haverá prisões e mortes. “Para prender o Lula, vai ter que prender muita gente, mas, mais do que isso, vai ter que matar gente. Aí, vai ter que matar”, afirmou Gleisi. Após a repercussão, ela tentou minimizar a declaração afirmando que usou uma “força de expressão para dizer o quanto Lula é amado pelo povo brasileiro”.

 

No Twitter, a petista se envolveu em outra polêmica. Ao criticar editorial do jornal O Globo, que fala da responsabilidade do PT pela segurança em Porto Alegre,  ela chamou o prefeito da capital gaúcha, Nelson Marchezan Jr. (PSDB) de “prefeito fake news” e classificou o texto de “chinfrim”. “Chinfrim é ser corrupto e nariz empinado. ‘Fake’ é a origem do patrimônio dos teus comparsas”, afirmou Marchezan Jr

Secretaria de Segurança quer que unidades de IBGE, Receita Federal, Incra e Serpro, localizadas no entorno do TRF4, cancelem atividades dos dias 23 e 24.


 


A Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul pediu o fechamento de todos os prédios públicos do parque Maurício Sirotsky Sobrinho, conhecido como parque da Harmonia, no entorno da sede do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre. A 8ª Turma Penal da Corte vai analisar, no dia 24, um recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O petista foi condenado a 9 anos e 6 meses de prisão pelo juiz Sergio Moro no caso do triplex no Guarujá (SP).


 


A uma semana do julgamento, o esquema de segurança foi reforçado em Porto Alegre. O efetivo foi ampliado na área do tribunal. A Brigada Militar está de prontidão no local e equipes da Polícia Federal e até do Exército já estão em atividade. Estão previstas manifestações contra e a favor do petista.


 


O secretário Cezar Schirmer disse que já pediu, por meio de ofício, a suspensão das atividades dos órgãos públicos instalados no parque. Incra, Receita Federal, IBGE e Serpro – empresa federal de processamento de dados – deverão fechar na véspera e no dia do julgamento. Ele afirmou também que já recebeu sinalização de que o pedido será atendido.


 


“A democracia pressupõe a convivência de contrários, respeito às divergências, então os contra e os a favor querem se manifestar, vão se manifestar democraticamente. Queremos protegê-los e proteger a população de Porto Alegre. Não queremos nenhum incidente violento, queremos respeito à ordem pública e à lei”, disse Schirmer.


 


Para unir as forças de segurança, foi montado o Grupo de Gestão Integrada (GGI) com corporações do Estado, da União e do município. O GGI agrega Brigada Militar, polícias Civil e Federal Rodoviária (Estadual e Federal), Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Exército, Marinha, Aeronáutica, Bombeiros e Defesa Civil. O grupo foi formado no início deste mês.


PATROCINADORES

 


Uma reunião operacional do GGI definirá nesta quinta-feira (18) a função de cada órgão e os acertos finais da operação. Schirmer disse também que 150 homens da Força Nacional de Segurança, que já atuam em Porto Alegre desde o ano passado, serão deslocados.


 


Umas da principais preocupações é com a chegada de manifestantes à cidade. Schirmer já recebeu representantes da Via Campesina, do Movimento Sem Terra (MST) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) para tratar de segurança. Nesta quarta-feira 17, ele vai se reunir com representantes de partidos de esquerda. Em São Paulo, CUT e Movimento Brasil Livre (MBL), contrário a Lula, disputam a avenida Paulista e nesta quarta vão se reunir com a Polícia Militar.


 


 


‘Morte’


 


Em meio à preocupação com a segurança em Porto Alegre, a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), disse ao site Poder360, para cumprir um eventual pedido de prisão de Lula, haverá prisões e mortes. “Para prender o Lula, vai ter que prender muita gente, mas, mais do que isso, vai ter que matar gente. Aí, vai ter que matar”, afirmou Gleisi. Após a repercussão, ela tentou minimizar a declaração afirmando que usou uma “força de expressão para dizer o quanto Lula é amado pelo povo brasileiro”.


 


No Twitter, a petista se envolveu em outra polêmica. Ao criticar editorial do jornal O Globo, que fala da responsabilidade do PT pela segurança em Porto Alegre,  ela chamou o prefeito da capital gaúcha, Nelson Marchezan Jr. (PSDB) de “prefeito fake news” e classificou o texto de “chinfrim”. “Chinfrim é ser corrupto e nariz empinado. ‘Fake’ é a origem do patrimônio dos teus comparsas”, afirmou Marchezan Jr


Secretaria de Segurança quer que unidades de IBGE, Receita Federal, Incra e Serpro, localizadas no entorno do TRF4, cancelem atividades dos dias 23 e 24.



A Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul pediu o fechamento de todos os prédios públicos do parque Maurício Sirotsky Sobrinho, conhecido como parque da Harmonia, no entorno da sede do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre. A 8ª Turma Penal da Corte vai analisar, no dia 24, um recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O petista foi condenado a 9 anos e 6 meses de prisão pelo juiz Sergio Moro no caso do triplex no Guarujá (SP).



A uma semana do julgamento, o esquema de segurança foi reforçado em Porto Alegre. O efetivo foi ampliado na área do tribunal. A Brigada Militar está de prontidão no local e equipes da Polícia Federal e até do Exército já estão em atividade. Estão previstas manifestações contra e a favor do petista.



O secretário Cezar Schirmer disse que já pediu, por meio de ofício, a suspensão das atividades dos órgãos públicos instalados no parque. Incra, Receita Federal, IBGE e Serpro – empresa federal de processamento de dados – deverão fechar na véspera e no dia do julgamento. Ele afirmou também que já recebeu sinalização de que o pedido será atendido.



PATROCINADORES

“A democracia pressupõe a convivência de contrários, respeito às divergências, então os contra e os a favor querem se manifestar, vão se manifestar democraticamente. Queremos protegê-los e proteger a população de Porto Alegre. Não queremos nenhum incidente violento, queremos respeito à ordem pública e à lei”, disse Schirmer.



Para unir as forças de segurança, foi montado o Grupo de Gestão Integrada (GGI) com corporações do Estado, da União e do município. O GGI agrega Brigada Militar, polícias Civil e Federal Rodoviária (Estadual e Federal), Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Exército, Marinha, Aeronáutica, Bombeiros e Defesa Civil. O grupo foi formado no início deste mês.



Uma reunião operacional do GGI definirá nesta quinta-feira (18) a função de cada órgão e os acertos finais da operação. Schirmer disse também que 150 homens da Força Nacional de Segurança, que já atuam em Porto Alegre desde o ano passado, serão deslocados.



PATROCINADORES

Umas da principais preocupações é com a chegada de manifestantes à cidade. Schirmer já recebeu representantes da Via Campesina, do Movimento Sem Terra (MST) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) para tratar de segurança. Nesta quarta-feira 17, ele vai se reunir com representantes de partidos de esquerda. Em São Paulo, CUT e Movimento Brasil Livre (MBL), contrário a Lula, disputam a avenida Paulista e nesta quarta vão se reunir com a Polícia Militar.



‘Morte’



Em meio à preocupação com a segurança em Porto Alegre, a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), disse ao site Poder360, para cumprir um eventual pedido de prisão de Lula, haverá prisões e mortes. “Para prender o Lula, vai ter que prender muita gente, mas, mais do que isso, vai ter que matar gente. Aí, vai ter que matar”, afirmou Gleisi. Após a repercussão, ela tentou minimizar a declaração afirmando que usou uma “força de expressão para dizer o quanto Lula é amado pelo povo brasileiro”.



No Twitter, a petista se envolveu em outra polêmica. Ao criticar editorial do jornal O Globo, que fala da responsabilidade do PT pela segurança em Porto Alegre,  ela chamou o prefeito da capital gaúcha, Nelson Marchezan Jr. (PSDB) de “prefeito fake news” e classificou o texto de “chinfrim”. “Chinfrim é ser corrupto e nariz empinado. ‘Fake’ é a origem do patrimônio dos teus comparsas”, afirmou Marchezan Jr



Veja Também