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Sul de Minas

Falta de reajuste cancela consultas no Ipsemg em cidade sul-mineira

Publicado por TV Minas em 17/01/2018

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Matéria extraída do G1

 

Hospital que já chegou a realizar 30 mil atendimentos por ano cancelou atendimento pelo convênio de servidores.

 

Os servidores estaduais não terão mais atendimentos disponíveis no convênio do Ipsemg (Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais) em Varginha. O motivo é a falta de reajuste na tabela de serviços ao Hospital Varginha, que realizava os atendimentos.

 

O atendimento pelo convênio será suspenso no dia 22 de janeiro, exceto para casos de urgência e emergência. O Ipsemg foi descredenciado porque não é feito um reajuste na tabela há oito anos.

 

"Nós tentamos ao longo dos anos alguns resjustes contratuais e isso nós não tivemos sucesso. E aí nós estamos há oito anos com a tabela praticada defasada e isso vem inviabilizando o atendimento de qualidade que nós priorizamos na nossa instituição", explica Fernando Cavalcanti de Andrade, diretor administrativo do Hospital Varginha.

 

Pelo menos 12 mil servidores públicos serão afetados com a decisão. O hospital realizava 30 mil atendimentos e 2,5 mil exames por ano.

 

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação tenta buscar uma solução junto ao Ipsemg nos próximos dias. Por enquanto, a previsão é que mesmo os atendimentos de urgência e emergência sejam suspensos no período de 30 a 60 dias.

 

Para quem depende do serviço, a opção é procurar atendimento em outras cidades da região.

Hospital que já chegou a realizar 30 mil atendimentos por ano cancelou atendimento pelo convênio de servidores.


 


Os servidores estaduais não terão mais atendimentos disponíveis no convênio do Ipsemg (Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais) em Varginha. O motivo é a falta de reajuste na tabela de serviços ao Hospital Varginha, que realizava os atendimentos.


 


O atendimento pelo convênio será suspenso no dia 22 de janeiro, exceto para casos de urgência e emergência. O Ipsemg foi descredenciado porque não é feito um reajuste na tabela há oito anos.


 


"Nós tentamos ao longo dos anos alguns resjustes contratuais e isso nós não tivemos sucesso. E aí nós estamos há oito anos com a tabela praticada defasada e isso vem inviabilizando o atendimento de qualidade que nós priorizamos na nossa instituição", explica Fernando Cavalcanti de Andrade, diretor administrativo do Hospital Varginha.


PATROCINADORES

 


Pelo menos 12 mil servidores públicos serão afetados com a decisão. O hospital realizava 30 mil atendimentos e 2,5 mil exames por ano.


 


O Sindicato dos Trabalhadores em Educação tenta buscar uma solução junto ao Ipsemg nos próximos dias. Por enquanto, a previsão é que mesmo os atendimentos de urgência e emergência sejam suspensos no período de 30 a 60 dias.


 


Para quem depende do serviço, a opção é procurar atendimento em outras cidades da região.



Hospital que já chegou a realizar 30 mil atendimentos por ano cancelou atendimento pelo convênio de servidores.



Os servidores estaduais não terão mais atendimentos disponíveis no convênio do Ipsemg (Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais) em Varginha. O motivo é a falta de reajuste na tabela de serviços ao Hospital Varginha, que realizava os atendimentos.



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O atendimento pelo convênio será suspenso no dia 22 de janeiro, exceto para casos de urgência e emergência. O Ipsemg foi descredenciado porque não é feito um reajuste na tabela há oito anos.



"Nós tentamos ao longo dos anos alguns resjustes contratuais e isso nós não tivemos sucesso. E aí nós estamos há oito anos com a tabela praticada defasada e isso vem inviabilizando o atendimento de qualidade que nós priorizamos na nossa instituição", explica Fernando Cavalcanti de Andrade, diretor administrativo do Hospital Varginha.



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Pelo menos 12 mil servidores públicos serão afetados com a decisão. O hospital realizava 30 mil atendimentos e 2,5 mil exames por ano.



O Sindicato dos Trabalhadores em Educação tenta buscar uma solução junto ao Ipsemg nos próximos dias. Por enquanto, a previsão é que mesmo os atendimentos de urgência e emergência sejam suspensos no período de 30 a 60 dias.



Para quem depende do serviço, a opção é procurar atendimento em outras cidades da região.





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