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Ciência & Tecnologia

Processador que usa luz ao invés de eletricidade é 50 vezes mais rápido

Publicado por TV Minas em 11/01/2016

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Pesquisadores da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, criaram um processador que usa a luz no lugar da eletricidade para transmitir dados, o que o torna mais rápido. Em testes realizados em laboratório, o novo chip conseguiu atingir a velocidade de 300 Gbps, 50 vezes maior do que o normal.

 

 

Como funciona?

 

Os processadores tradicionais usam os circuitos elétricos para se comunicar uns com os outros e transferir informações. O problema é que para atingir uma velocidade alta, eles acabam consumindo muita energia elétrica. 

 

Para solucionar a questão, os pesquisadores usaram a fotônica. De acordo com o estudo, enviar dados usando a luz no lugar da eletricidade reduz a carga de energia do chip porque a luz pode ser enviada a distâncias mais longas, usando a mesma energia.

 

"Os circuitos integrados baseados na luz podem levar a mudanças radicais na computação e rede de arquitetura de chip, em aplicações que vão desde smartphones, supercomputadores e até grandes centros de dados", conta Miloš Popović, professor da universidade.

Pesquisadores da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, criaram um processador que usa a luz no lugar da eletricidade para transmitir dados, o que o torna mais rápido. Em testes realizados em laboratório, o novo chip conseguiu atingir a velocidade de 300 Gbps, 50 vezes maior do que o normal.


 


 


Como funciona?


 


PATROCINADORES

Os processadores tradicionais usam os circuitos elétricos para se comunicar uns com os outros e transferir informações. O problema é que para atingir uma velocidade alta, eles acabam consumindo muita energia elétrica. 


 


Para solucionar a questão, os pesquisadores usaram a fotônica. De acordo com o estudo, enviar dados usando a luz no lugar da eletricidade reduz a carga de energia do chip porque a luz pode ser enviada a distâncias mais longas, usando a mesma energia.


 


"Os circuitos integrados baseados na luz podem levar a mudanças radicais na computação e rede de arquitetura de chip, em aplicações que vão desde smartphones, supercomputadores e até grandes centros de dados", conta Miloš Popović, professor da universidade.


Pesquisadores da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, criaram um processador que usa a luz no lugar da eletricidade para transmitir dados, o que o torna mais rápido. Em testes realizados em laboratório, o novo chip conseguiu atingir a velocidade de 300 Gbps, 50 vezes maior do que o normal.



Como funciona?



PATROCINADORES

Os processadores tradicionais usam os circuitos elétricos para se comunicar uns com os outros e transferir informações. O problema é que para atingir uma velocidade alta, eles acabam consumindo muita energia elétrica. 



Para solucionar a questão, os pesquisadores usaram a fotônica. De acordo com o estudo, enviar dados usando a luz no lugar da eletricidade reduz a carga de energia do chip porque a luz pode ser enviada a distâncias mais longas, usando a mesma energia.



"Os circuitos integrados baseados na luz podem levar a mudanças radicais na computação e rede de arquitetura de chip, em aplicações que vão desde smartphones, supercomputadores e até grandes centros de dados", conta Miloš Popović, professor da universidade.



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