news:

Sul de Minas

Casal perde bebê e acusa Hospital de negligência no Sul de Minas

Publicado por TV Minas em 31/01/2018

foto_principal.jpg

Matéria extraída do G1

 

Mulher estava grávida de três meses quando passou mal, procurou o hospital e chegou a ser liberada.

 

Um casal está acusando o Hospital de Caxambu de negligência. Os dois denunciaram a instituição na polícia e no Conselho Regional de Medicina após a mulher perder o bebê aos três meses de gravidez após ter sido atendida e liberada.

 

O casal tem 25 anos e se preparava para a chegada do primeiro filho, mas a gravidez foi interrompida repentinamente na última sexta-feira (26), mesmo dia em que procurou o hospital.

 

“Só [recebi] o remédio para dor, o Buscopan, que [o atendente] me deu para tomar lá”, conta Ana Carolina da Silva.

 

Ela conta que mesmo com sangramento, foi liberada, mas o quadro piorou e ela retornou no mesmo dia. “Fiquei esperando um pouco lá do lado de fora, aí depois a enfermeira me levou para o quarto e me tacou no soro só”, afirma.

 

Depois dela piorar e perder o bebê, o casal fez um boletim de ocorrência na polícia, denunciando o médico obstetra responsável pelo caso e o hospital por negligência no atendimento. Eles querem cobrar uma explicação do médico na Justiça.

 

O marido também critica a conduta ética da equipe do hospital. Ele conta que o feto foi deixado dentro de um recipiente no banheiro, expondo a mulher dele a um sofrimento ainda maior.

 

“Ela entrando no banheiro e vendo o bebezinho muito pequeno, o feto, ali”, diz Emerson Liniquer dos Reis. “A gente não quer deixar uma coisa que aconteceu com a gente acontecer com mais pessoas. Eu acho que foi negligência sim, entendeu? O médico não compareceu no local. E eu acho assim, por que que ele não apareceu?”, completa.

 

A direção do Hospital de Caxambu disse que o caso está sendo analisado por uma comissão de ética e que por enquanto não vai se pronunciar. Procurado pela EPTV Sul de Minas, afilada da Rede Globo, o médico denunciado pelo casal não quis se pronunciar.

 

 

Hospital de Caxambu diz que caso está sendo analisado por comissão de ética.

Matéria extraída do G1


 


Mulher estava grávida de três meses quando passou mal, procurou o hospital e chegou a ser liberada.


 


Um casal está acusando o Hospital de Caxambu de negligência. Os dois denunciaram a instituição na polícia e no Conselho Regional de Medicina após a mulher perder o bebê aos três meses de gravidez após ter sido atendida e liberada.


 


O casal tem 25 anos e se preparava para a chegada do primeiro filho, mas a gravidez foi interrompida repentinamente na última sexta-feira (26), mesmo dia em que procurou o hospital.


 


“Só [recebi] o remédio para dor, o Buscopan, que [o atendente] me deu para tomar lá”, conta Ana Carolina da Silva.


 


Ela conta que mesmo com sangramento, foi liberada, mas o quadro piorou e ela retornou no mesmo dia. “Fiquei esperando um pouco lá do lado de fora, aí depois a enfermeira me levou para o quarto e me tacou no soro só”, afirma.


PATROCINADORES

 


Depois dela piorar e perder o bebê, o casal fez um boletim de ocorrência na polícia, denunciando o médico obstetra responsável pelo caso e o hospital por negligência no atendimento. Eles querem cobrar uma explicação do médico na Justiça.


 


O marido também critica a conduta ética da equipe do hospital. Ele conta que o feto foi deixado dentro de um recipiente no banheiro, expondo a mulher dele a um sofrimento ainda maior.


 


“Ela entrando no banheiro e vendo o bebezinho muito pequeno, o feto, ali”, diz Emerson Liniquer dos Reis. “A gente não quer deixar uma coisa que aconteceu com a gente acontecer com mais pessoas. Eu acho que foi negligência sim, entendeu? O médico não compareceu no local. E eu acho assim, por que que ele não apareceu?”, completa.


 


A direção do Hospital de Caxambu disse que o caso está sendo analisado por uma comissão de ética e que por enquanto não vai se pronunciar. Procurado pela EPTV Sul de Minas, afilada da Rede Globo, o médico denunciado pelo casal não quis se pronunciar.


 


 



Hospital de Caxambu diz que caso está sendo analisado por comissão de ética.


Matéria extraída do G1



Mulher estava grávida de três meses quando passou mal, procurou o hospital e chegou a ser liberada.



Um casal está acusando o Hospital de Caxambu de negligência. Os dois denunciaram a instituição na polícia e no Conselho Regional de Medicina após a mulher perder o bebê aos três meses de gravidez após ter sido atendida e liberada.



O casal tem 25 anos e se preparava para a chegada do primeiro filho, mas a gravidez foi interrompida repentinamente na última sexta-feira (26), mesmo dia em que procurou o hospital.



PATROCINADORES

“Só [recebi] o remédio para dor, o Buscopan, que [o atendente] me deu para tomar lá”, conta Ana Carolina da Silva.



Ela conta que mesmo com sangramento, foi liberada, mas o quadro piorou e ela retornou no mesmo dia. “Fiquei esperando um pouco lá do lado de fora, aí depois a enfermeira me levou para o quarto e me tacou no soro só”, afirma.



Depois dela piorar e perder o bebê, o casal fez um boletim de ocorrência na polícia, denunciando o médico obstetra responsável pelo caso e o hospital por negligência no atendimento. Eles querem cobrar uma explicação do médico na Justiça.



PATROCINADORES

O marido também critica a conduta ética da equipe do hospital. Ele conta que o feto foi deixado dentro de um recipiente no banheiro, expondo a mulher dele a um sofrimento ainda maior.



“Ela entrando no banheiro e vendo o bebezinho muito pequeno, o feto, ali”, diz Emerson Liniquer dos Reis. “A gente não quer deixar uma coisa que aconteceu com a gente acontecer com mais pessoas. Eu acho que foi negligência sim, entendeu? O médico não compareceu no local. E eu acho assim, por que que ele não apareceu?”, completa.



A direção do Hospital de Caxambu disse que o caso está sendo analisado por uma comissão de ética e que por enquanto não vai se pronunciar. Procurado pela EPTV Sul de Minas, afilada da Rede Globo, o médico denunciado pelo casal não quis se pronunciar.





Hospital de Caxambu diz que caso está sendo analisado por comissão de ética.



Veja Também