news:

Sul de Minas

Moradores de Estiva enfrentam transtornos na rodovia Fernão Dias

Publicado por TV Minas em 13/01/2016

foto_principal.jpg

Problemas começaram após queda de passarela no final de dezembro. Crianças e adultos atravessam rodovia correndo para o outro lado do bairro.

 

A queda de uma passarela na Rodovia Fernão Dias após um acidente com um caminhão em dezembro tem causado transtornos para moradores do bairro Ribeirão das Pedras, na zona rural de Estiva (MG). Sem a estrutura, que ainda não foi recolocada, eles estão tendo dificuldades para passar de um lado para o outro.

 

"O nosso bairro é dividido [em] dois lados. Neste lado de cá, tem comércio, a igreja. Mas para poderem, as crianças, estar indo para a escola, eles têm que estar atravessando a passarela. E o nosso número de crianças aqui é bastante", afirma a professora Viviane Cristina Moreira Machado.

 

A passarela foi inaugurada em julho de 2014 depois de muitos pedidos e até de protestos dos moradores. No entanto, parte dela precisou ser retirada após o acidente. A operação durou dois dias e formou um congestionamento de até 30 quilômetros nos dois sentidos da estrada.

 

Na época, a concessionária que administra a rodovia disse que na semana seguinte já iria colocar uma estrutura provisória para que os moradores da região não fosse afetados. No entanto, apenas foi feita uma obra para tampar o buraco em uma mureta por onde as pessoas estavam passando. Já no local onde os moradores precisam, até agora nada foi feito.

 

Enquanto isso, os moradores precisam se arriscar para atravessar a rodovia. Para conseguir, eles têm que andar pelo acostamento até o fim da grade no canteiro central. "Nem todo motorista sabe que aqui é travessia de pedestres, porque nem todo mundo sabe que a passarela caiu", explica a dona de casa Vanessa Cristina Pereira Alves.

 

"A gente precisa de uma solução urgente aqui, porque aqui o trânsito é grande, não tem como atravesar agora, começam as aulas agora no começo de fevereiro. Tem que resolver o quanto antes", completa a produtora rural Maria Pereira.

 

Em nota, Arteris informou que ainda "está realizando a cotação de empresas especializadas em montagem da estrutura provisória" e que a "previsão de implantação é até o final de janeiro".

Problemas começaram após queda de passarela no final de dezembro. Crianças e adultos atravessam rodovia correndo para o outro lado do bairro.


 


A queda de uma passarela na Rodovia Fernão Dias após um acidente com um caminhão em dezembro tem causado transtornos para moradores do bairro Ribeirão das Pedras, na zona rural de Estiva (MG). Sem a estrutura, que ainda não foi recolocada, eles estão tendo dificuldades para passar de um lado para o outro.


 


"O nosso bairro é dividido [em] dois lados. Neste lado de cá, tem comércio, a igreja. Mas para poderem, as crianças, estar indo para a escola, eles têm que estar atravessando a passarela. E o nosso número de crianças aqui é bastante", afirma a professora Viviane Cristina Moreira Machado.


 


A passarela foi inaugurada em julho de 2014 depois de muitos pedidos e até de protestos dos moradores. No entanto, parte dela precisou ser retirada após o acidente. A operação durou dois dias e formou um congestionamento de até 30 quilômetros nos dois sentidos da estrada.


PATROCINADORES

 


Na época, a concessionária que administra a rodovia disse que na semana seguinte já iria colocar uma estrutura provisória para que os moradores da região não fosse afetados. No entanto, apenas foi feita uma obra para tampar o buraco em uma mureta por onde as pessoas estavam passando. Já no local onde os moradores precisam, até agora nada foi feito.


 


Enquanto isso, os moradores precisam se arriscar para atravessar a rodovia. Para conseguir, eles têm que andar pelo acostamento até o fim da grade no canteiro central. "Nem todo motorista sabe que aqui é travessia de pedestres, porque nem todo mundo sabe que a passarela caiu", explica a dona de casa Vanessa Cristina Pereira Alves.


 


"A gente precisa de uma solução urgente aqui, porque aqui o trânsito é grande, não tem como atravesar agora, começam as aulas agora no começo de fevereiro. Tem que resolver o quanto antes", completa a produtora rural Maria Pereira.


 


Em nota, Arteris informou que ainda "está realizando a cotação de empresas especializadas em montagem da estrutura provisória" e que a "previsão de implantação é até o final de janeiro".


Problemas começaram após queda de passarela no final de dezembro. Crianças e adultos atravessam rodovia correndo para o outro lado do bairro.



A queda de uma passarela na Rodovia Fernão Dias após um acidente com um caminhão em dezembro tem causado transtornos para moradores do bairro Ribeirão das Pedras, na zona rural de Estiva (MG). Sem a estrutura, que ainda não foi recolocada, eles estão tendo dificuldades para passar de um lado para o outro.



"O nosso bairro é dividido [em] dois lados. Neste lado de cá, tem comércio, a igreja. Mas para poderem, as crianças, estar indo para a escola, eles têm que estar atravessando a passarela. E o nosso número de crianças aqui é bastante", afirma a professora Viviane Cristina Moreira Machado.



PATROCINADORES

A passarela foi inaugurada em julho de 2014 depois de muitos pedidos e até de protestos dos moradores. No entanto, parte dela precisou ser retirada após o acidente. A operação durou dois dias e formou um congestionamento de até 30 quilômetros nos dois sentidos da estrada.



Na época, a concessionária que administra a rodovia disse que na semana seguinte já iria colocar uma estrutura provisória para que os moradores da região não fosse afetados. No entanto, apenas foi feita uma obra para tampar o buraco em uma mureta por onde as pessoas estavam passando. Já no local onde os moradores precisam, até agora nada foi feito.



PATROCINADORES

Enquanto isso, os moradores precisam se arriscar para atravessar a rodovia. Para conseguir, eles têm que andar pelo acostamento até o fim da grade no canteiro central. "Nem todo motorista sabe que aqui é travessia de pedestres, porque nem todo mundo sabe que a passarela caiu", explica a dona de casa Vanessa Cristina Pereira Alves.



"A gente precisa de uma solução urgente aqui, porque aqui o trânsito é grande, não tem como atravesar agora, começam as aulas agora no começo de fevereiro. Tem que resolver o quanto antes", completa a produtora rural Maria Pereira.



Em nota, Arteris informou que ainda "está realizando a cotação de empresas especializadas em montagem da estrutura provisória" e que a "previsão de implantação é até o final de janeiro".



Veja Também