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Sul de Minas

Obras de ampliação de trevo já duram três anos em Pouso Alegre

Publicado por TV Minas em 13/01/2016

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Motoristas e pedestres reclamam da falta de segurança no local. DER informa que obra já está 61% concluída e atribui atraso às chuvas.

 

Motoristas e pedestres que passam diariamente pelo trevo que liga a avenida Perimetral à MG-290, em Pouso Alegre (MG), reclamam que a obra iniciada no local está abandonada. O cenário denuncia a falta de sinalização e o risco de acidentes no período chuvoso.

 

Os trabalhos no trevo começaram em 2013 e o valor da obra foi orçado em R$ 24 milhões, por meio de uma parceria entre a prefeitura e o governo do Estado. No entanto, os moradores ainda aguardam as melhorias há 3 anos. “A gente tem que se arriscar, os pedestres tem que se arriscar por causa do serviço mal feito que aqui está”, disse o motorista José Olegário da Silva.

 

De acordo com o motorista Lucas da Silva Marinélio, passar pelo trevo é se arriscar, já que o mato alto está tomando conta do lugar. “Está muito difícil, porque tem muito buraco, está mal sinalizado, direto quebra caminhão aqui”, comentou.

 

Já o aposentado Carlos Magno contou que teve que desviar dos carros e dos buracos para conseguir atravessar com segurança. “Aonde que eu atravesso aqui? Olha pra você ver se tem faixa de pedestre? Se tem um semáforo? Não tem nada”, destacou.

 

O aposentado Mucio Paulino Gomes, que passa de bicicleta todos os dias pelo trevo também tem medo. “Tem que largar a bicicleta em casa, tem que vir a pé, porque você vai desviar de um buraco, o carro vem e pega você, como que faz?”, lamentou.

 

Contudo, não são apenas os pedestres e motoristas que correm riscos no trevo. Quem tem comércio no local também. Em uma marmoraria que fica em frente, o fluxo de caminhões de fornecedores e carros de clientes é grande, o que aumenta o risco. Só na última semana, dois acidentes aconteceram no local.

 

O proprietário, Geraldo Gonçalves de Freitas reclamou do problema. “Deveria ter mais respeito com a população, os governos deveriam ter mais respeito com a população. A gente fica chateado, porque vê uma obra tão bonita como esta paralisada”, disse.

 

Porém, os moradores ainda terão que esperar para ver o problema resolvido. Segundo o Departamento de Estradas e Rodagens (DER), as chuvas fizeram com que o ritmo dos trabalhos fosse reduzido. A previsão é de que tudo fique pronto até o final deste semestre.

 

O DER  disse também que os trabalhos não foram paralisados, conforme afirmam os moradores. De acordo com o órgão, 61% da obra já foi concluída, porém, eles dizem que no período chuvoso, o ritmo dos serviços é reduzido. Por isso, neste momento, estão sendo feitos trabalhos como a construção de sarjetas e meio-fio.

 

Enquanto isso, quem passa pelo trevo tem que ter precaução conforme alerta o tenente Carlos Henrique Rodrigues, comandante do Pelotão Rodoviário Estadual. “É sempre importante destacar os cuidados no que tange à direção defensiva, que seria circular em velocidades reduzidas, observar os espelhos dos veículos, tendo em vista que a circulação na via que não está em conservação satisfatória, oferece esse risco. Acaba se caracterizando como um local perigoso em função dos motoristas que não observam as situações de dar preferência, não reduzem a velocidade e acabam por provocar acidentes”, comentou.

 

Já a prefeitura disso que as obras vão custar ao município pouco mais de R$ 18 milhões. Elas serão feitas nas pistas da direita e da esquerda, em um total de quase 4 km de duplicação.

Motoristas e pedestres reclamam da falta de segurança no local. DER informa que obra já está 61% concluída e atribui atraso às chuvas.


 


Motoristas e pedestres que passam diariamente pelo trevo que liga a avenida Perimetral à MG-290, em Pouso Alegre (MG), reclamam que a obra iniciada no local está abandonada. O cenário denuncia a falta de sinalização e o risco de acidentes no período chuvoso.


 


Os trabalhos no trevo começaram em 2013 e o valor da obra foi orçado em R$ 24 milhões, por meio de uma parceria entre a prefeitura e o governo do Estado. No entanto, os moradores ainda aguardam as melhorias há 3 anos. “A gente tem que se arriscar, os pedestres tem que se arriscar por causa do serviço mal feito que aqui está”, disse o motorista José Olegário da Silva.


 


De acordo com o motorista Lucas da Silva Marinélio, passar pelo trevo é se arriscar, já que o mato alto está tomando conta do lugar. “Está muito difícil, porque tem muito buraco, está mal sinalizado, direto quebra caminhão aqui”, comentou.


 


Já o aposentado Carlos Magno contou que teve que desviar dos carros e dos buracos para conseguir atravessar com segurança. “Aonde que eu atravesso aqui? Olha pra você ver se tem faixa de pedestre? Se tem um semáforo? Não tem nada”, destacou.


 


O aposentado Mucio Paulino Gomes, que passa de bicicleta todos os dias pelo trevo também tem medo. “Tem que largar a bicicleta em casa, tem que vir a pé, porque você vai desviar de um buraco, o carro vem e pega você, como que faz?”, lamentou.


PATROCINADORES

 


Contudo, não são apenas os pedestres e motoristas que correm riscos no trevo. Quem tem comércio no local também. Em uma marmoraria que fica em frente, o fluxo de caminhões de fornecedores e carros de clientes é grande, o que aumenta o risco. Só na última semana, dois acidentes aconteceram no local.


 


O proprietário, Geraldo Gonçalves de Freitas reclamou do problema. “Deveria ter mais respeito com a população, os governos deveriam ter mais respeito com a população. A gente fica chateado, porque vê uma obra tão bonita como esta paralisada”, disse.


 


Porém, os moradores ainda terão que esperar para ver o problema resolvido. Segundo o Departamento de Estradas e Rodagens (DER), as chuvas fizeram com que o ritmo dos trabalhos fosse reduzido. A previsão é de que tudo fique pronto até o final deste semestre.


 


O DER  disse também que os trabalhos não foram paralisados, conforme afirmam os moradores. De acordo com o órgão, 61% da obra já foi concluída, porém, eles dizem que no período chuvoso, o ritmo dos serviços é reduzido. Por isso, neste momento, estão sendo feitos trabalhos como a construção de sarjetas e meio-fio.


 


Enquanto isso, quem passa pelo trevo tem que ter precaução conforme alerta o tenente Carlos Henrique Rodrigues, comandante do Pelotão Rodoviário Estadual. “É sempre importante destacar os cuidados no que tange à direção defensiva, que seria circular em velocidades reduzidas, observar os espelhos dos veículos, tendo em vista que a circulação na via que não está em conservação satisfatória, oferece esse risco. Acaba se caracterizando como um local perigoso em função dos motoristas que não observam as situações de dar preferência, não reduzem a velocidade e acabam por provocar acidentes”, comentou.


 


Já a prefeitura disso que as obras vão custar ao município pouco mais de R$ 18 milhões. Elas serão feitas nas pistas da direita e da esquerda, em um total de quase 4 km de duplicação.


Motoristas e pedestres reclamam da falta de segurança no local. DER informa que obra já está 61% concluída e atribui atraso às chuvas.



Motoristas e pedestres que passam diariamente pelo trevo que liga a avenida Perimetral à MG-290, em Pouso Alegre (MG), reclamam que a obra iniciada no local está abandonada. O cenário denuncia a falta de sinalização e o risco de acidentes no período chuvoso.



Os trabalhos no trevo começaram em 2013 e o valor da obra foi orçado em R$ 24 milhões, por meio de uma parceria entre a prefeitura e o governo do Estado. No entanto, os moradores ainda aguardam as melhorias há 3 anos. “A gente tem que se arriscar, os pedestres tem que se arriscar por causa do serviço mal feito que aqui está”, disse o motorista José Olegário da Silva.



De acordo com o motorista Lucas da Silva Marinélio, passar pelo trevo é se arriscar, já que o mato alto está tomando conta do lugar. “Está muito difícil, porque tem muito buraco, está mal sinalizado, direto quebra caminhão aqui”, comentou.



PATROCINADORES

Já o aposentado Carlos Magno contou que teve que desviar dos carros e dos buracos para conseguir atravessar com segurança. “Aonde que eu atravesso aqui? Olha pra você ver se tem faixa de pedestre? Se tem um semáforo? Não tem nada”, destacou.



O aposentado Mucio Paulino Gomes, que passa de bicicleta todos os dias pelo trevo também tem medo. “Tem que largar a bicicleta em casa, tem que vir a pé, porque você vai desviar de um buraco, o carro vem e pega você, como que faz?”, lamentou.



Contudo, não são apenas os pedestres e motoristas que correm riscos no trevo. Quem tem comércio no local também. Em uma marmoraria que fica em frente, o fluxo de caminhões de fornecedores e carros de clientes é grande, o que aumenta o risco. Só na última semana, dois acidentes aconteceram no local.



PATROCINADORES

O proprietário, Geraldo Gonçalves de Freitas reclamou do problema. “Deveria ter mais respeito com a população, os governos deveriam ter mais respeito com a população. A gente fica chateado, porque vê uma obra tão bonita como esta paralisada”, disse.



Porém, os moradores ainda terão que esperar para ver o problema resolvido. Segundo o Departamento de Estradas e Rodagens (DER), as chuvas fizeram com que o ritmo dos trabalhos fosse reduzido. A previsão é de que tudo fique pronto até o final deste semestre.



O DER  disse também que os trabalhos não foram paralisados, conforme afirmam os moradores. De acordo com o órgão, 61% da obra já foi concluída, porém, eles dizem que no período chuvoso, o ritmo dos serviços é reduzido. Por isso, neste momento, estão sendo feitos trabalhos como a construção de sarjetas e meio-fio.



Enquanto isso, quem passa pelo trevo tem que ter precaução conforme alerta o tenente Carlos Henrique Rodrigues, comandante do Pelotão Rodoviário Estadual. “É sempre importante destacar os cuidados no que tange à direção defensiva, que seria circular em velocidades reduzidas, observar os espelhos dos veículos, tendo em vista que a circulação na via que não está em conservação satisfatória, oferece esse risco. Acaba se caracterizando como um local perigoso em função dos motoristas que não observam as situações de dar preferência, não reduzem a velocidade e acabam por provocar acidentes”, comentou.



Já a prefeitura disso que as obras vão custar ao município pouco mais de R$ 18 milhões. Elas serão feitas nas pistas da direita e da esquerda, em um total de quase 4 km de duplicação.



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