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Sul de Minas

Ato contra a tarifa bloqueia saída de ônibus no terminal de Poços

Publicado por TV Minas em 14/01/2016

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Manifestantes fecharam saídas do terminal durante 10 minutos. PM acompanhou todo o ato que é contra aumento do valor da passagem.

 

Um grupo de manifestantes se reuniu nesta quarta-feira (13) no Terminal de Linhas Urbanas em Poços de Caldas para protestar contra o aumento da tarifa do transporte público, que passou de R$3 para R$3,30. Por cerca de 10 minutos, o grupo fechou as saídas dos ônibus e gritou palavras de ordem.

 

A Polícia Militar acompanhou o ato e negociou o tempo de permanência do grupo nas saídas dos ônibus. Segundo os organizadores e a Polícia Militar, cerca de 50 pessoas participaram do ato, e no momento de ‘pico’, cerca de 200 pessoas integraram a manifestação, que foi pacífica.

 

Para um dos organizadores do ato, Diney Lenon, a principal cobrança é com a prefeitura, que prometeu a criação de um conselho municipal de transporte. “A administração prometeu e assinou um documento sobre a criação de um conselho, mas não saiu do papel. Atualmente, ninguém fiscaliza nada. A empresa pede o aumento que ela quer e é concedido pela prefeitura", disse.

 

 

Roda de conversa

 

Os manifestantes também distribuíram panfletos e conversaram com usuários do transporte público.

 

Em uma roda de conversa, expuseram os pontos que reivindicam, que são; passagem de ônibus mais acessível, fiscalização efetiva por parte da prefeitura sobre o valor da tarifa, conselho municipal de transporte como mecanismo de participação popular, passagem com preço reduzido aos finais de semana para democratizar o acesso ao lazer, ciclovias que liguem os bairros ao Centro.

 

Outro apontamento feito pelos manifestantes foi em relação à redução do Imposto Sobre Serviços (ISS) pago pela empresa ao município. “O prefeito abaixou o valor do imposto da empresa para que não houvesse reajuste da tarifa, mas mesmo assim houve. E pior, as melhorias prometidas pela empresa não foram feitas. Disseram que iriam construir novos banheiros, ampliar as estruturas.

 

Alguém aqui está usufruindo disso? Os usuários não estão. E a empresa também faz coação com os funcionários, colocando a responsabilidade pelo aumento nas costas da comunidade, ameaçando fazer demissões caso a prefeitura não ceda aos aumentos. Isso é exploração”, destacou o manifestante Tiago Mafra.

 

 

Manifestação divide opiniões

 

Para quem estava no terminal, a manifestação divide opiniões. Segundo a vendedora Angélica Prado, o ato serve para chamar a atenção para o aumento. “Eu acho válido e importante. As pessoas não costumam pensar nisso, aceitam muito pacificamente os aumentos. Quanto isso vai me custar ao todo, no final do mês? É importante ver o pessoal unido e lutando pelos direitos de todos”, colocou.

 

Já para a manicure Alda dos Santos Silva, a manifestação não agrada. “Eu acho isso uma baderna. Fechar a via para quê? Muda o quê?”, disse.

 

Por outro lado, o vendedor Paulo Sérgio Dias Castanholi gostou da roda de conversa feita. “Eles estão certos. Muita coisa foi prometida e o único resultado é o aumento da tarifa. Eles tem todo meu apoio”, comentou.

Manifestantes fecharam saídas do terminal durante 10 minutos. PM acompanhou todo o ato que é contra aumento do valor da passagem.


 


Um grupo de manifestantes se reuniu nesta quarta-feira (13) no Terminal de Linhas Urbanas em Poços de Caldas para protestar contra o aumento da tarifa do transporte público, que passou de R$3 para R$3,30. Por cerca de 10 minutos, o grupo fechou as saídas dos ônibus e gritou palavras de ordem.


 


A Polícia Militar acompanhou o ato e negociou o tempo de permanência do grupo nas saídas dos ônibus. Segundo os organizadores e a Polícia Militar, cerca de 50 pessoas participaram do ato, e no momento de ‘pico’, cerca de 200 pessoas integraram a manifestação, que foi pacífica.


 


Para um dos organizadores do ato, Diney Lenon, a principal cobrança é com a prefeitura, que prometeu a criação de um conselho municipal de transporte. “A administração prometeu e assinou um documento sobre a criação de um conselho, mas não saiu do papel. Atualmente, ninguém fiscaliza nada. A empresa pede o aumento que ela quer e é concedido pela prefeitura", disse.


 


 


Roda de conversa


 


Os manifestantes também distribuíram panfletos e conversaram com usuários do transporte público.


 


PATROCINADORES

Em uma roda de conversa, expuseram os pontos que reivindicam, que são; passagem de ônibus mais acessível, fiscalização efetiva por parte da prefeitura sobre o valor da tarifa, conselho municipal de transporte como mecanismo de participação popular, passagem com preço reduzido aos finais de semana para democratizar o acesso ao lazer, ciclovias que liguem os bairros ao Centro.


 


Outro apontamento feito pelos manifestantes foi em relação à redução do Imposto Sobre Serviços (ISS) pago pela empresa ao município. “O prefeito abaixou o valor do imposto da empresa para que não houvesse reajuste da tarifa, mas mesmo assim houve. E pior, as melhorias prometidas pela empresa não foram feitas. Disseram que iriam construir novos banheiros, ampliar as estruturas.


 


Alguém aqui está usufruindo disso? Os usuários não estão. E a empresa também faz coação com os funcionários, colocando a responsabilidade pelo aumento nas costas da comunidade, ameaçando fazer demissões caso a prefeitura não ceda aos aumentos. Isso é exploração”, destacou o manifestante Tiago Mafra.


 


 


Manifestação divide opiniões


 


Para quem estava no terminal, a manifestação divide opiniões. Segundo a vendedora Angélica Prado, o ato serve para chamar a atenção para o aumento. “Eu acho válido e importante. As pessoas não costumam pensar nisso, aceitam muito pacificamente os aumentos. Quanto isso vai me custar ao todo, no final do mês? É importante ver o pessoal unido e lutando pelos direitos de todos”, colocou.


 


Já para a manicure Alda dos Santos Silva, a manifestação não agrada. “Eu acho isso uma baderna. Fechar a via para quê? Muda o quê?”, disse.


 


Por outro lado, o vendedor Paulo Sérgio Dias Castanholi gostou da roda de conversa feita. “Eles estão certos. Muita coisa foi prometida e o único resultado é o aumento da tarifa. Eles tem todo meu apoio”, comentou.


Manifestantes fecharam saídas do terminal durante 10 minutos. PM acompanhou todo o ato que é contra aumento do valor da passagem.



Um grupo de manifestantes se reuniu nesta quarta-feira (13) no Terminal de Linhas Urbanas em Poços de Caldas para protestar contra o aumento da tarifa do transporte público, que passou de R$3 para R$3,30. Por cerca de 10 minutos, o grupo fechou as saídas dos ônibus e gritou palavras de ordem.



A Polícia Militar acompanhou o ato e negociou o tempo de permanência do grupo nas saídas dos ônibus. Segundo os organizadores e a Polícia Militar, cerca de 50 pessoas participaram do ato, e no momento de ‘pico’, cerca de 200 pessoas integraram a manifestação, que foi pacífica.



Para um dos organizadores do ato, Diney Lenon, a principal cobrança é com a prefeitura, que prometeu a criação de um conselho municipal de transporte. “A administração prometeu e assinou um documento sobre a criação de um conselho, mas não saiu do papel. Atualmente, ninguém fiscaliza nada. A empresa pede o aumento que ela quer e é concedido pela prefeitura", disse.



PATROCINADORES

Roda de conversa



Os manifestantes também distribuíram panfletos e conversaram com usuários do transporte público.



Em uma roda de conversa, expuseram os pontos que reivindicam, que são; passagem de ônibus mais acessível, fiscalização efetiva por parte da prefeitura sobre o valor da tarifa, conselho municipal de transporte como mecanismo de participação popular, passagem com preço reduzido aos finais de semana para democratizar o acesso ao lazer, ciclovias que liguem os bairros ao Centro.



Outro apontamento feito pelos manifestantes foi em relação à redução do Imposto Sobre Serviços (ISS) pago pela empresa ao município. “O prefeito abaixou o valor do imposto da empresa para que não houvesse reajuste da tarifa, mas mesmo assim houve. E pior, as melhorias prometidas pela empresa não foram feitas. Disseram que iriam construir novos banheiros, ampliar as estruturas.



Alguém aqui está usufruindo disso? Os usuários não estão. E a empresa também faz coação com os funcionários, colocando a responsabilidade pelo aumento nas costas da comunidade, ameaçando fazer demissões caso a prefeitura não ceda aos aumentos. Isso é exploração”, destacou o manifestante Tiago Mafra.



PATROCINADORES

Manifestação divide opiniões



Para quem estava no terminal, a manifestação divide opiniões. Segundo a vendedora Angélica Prado, o ato serve para chamar a atenção para o aumento. “Eu acho válido e importante. As pessoas não costumam pensar nisso, aceitam muito pacificamente os aumentos. Quanto isso vai me custar ao todo, no final do mês? É importante ver o pessoal unido e lutando pelos direitos de todos”, colocou.



Já para a manicure Alda dos Santos Silva, a manifestação não agrada. “Eu acho isso uma baderna. Fechar a via para quê? Muda o quê?”, disse.



Por outro lado, o vendedor Paulo Sérgio Dias Castanholi gostou da roda de conversa feita. “Eles estão certos. Muita coisa foi prometida e o único resultado é o aumento da tarifa. Eles tem todo meu apoio”, comentou.



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