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Bem Estar

Conselho Federal de Medicina altera regras para cirurgia bariátrica

Publicado por TV Minas em 14/01/2016

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A principal mudança é a indicação do procedimento para pacientes com Índice de Massa Corporal (IMC) maior que 35 – e não mais acima de 40.

 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) alterou as regras para tratamento da obesidade mórbida por meio da cirurgia bariátrica. A nova resolução foi publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União (DOU). A principal mudança é a indicação do procedimento para pacientes com Índice de Massa Corporal (IMC) maior que 35 - e não mais acima de 40. O IMC é obtido pela divisão do peso pela altura ao quadrado.

 

A nova resolução do CFM aponta 21 doenças associadas à obesidade que podem levar a uma indicação da cirurgia, dentre elas depressão, disfunção erétil, hérnias discais, asma grave não controlada, diabetes, hipertensão e ovários policísticos.
 

Antes da alteração, pacientes com IMC acima de 35 só poderiam realizar a cirurgia se tivessem obesidade relacionada com outras doenças crônicas graves como diabetes tipo 2, apneia do sono, hipertensão arterial, dislipidemia, doença coronariana, osteo-artrites, entre outras.

 

 

Idade

 

Outra mudança nos critérios foi em relação à idade mínima para a cirurgia. De modo geral, o procedimento é voltado para maiores de 18 anos. Antes, jovens entre 16 e 18 poderiam fazer a cirurgia, caso o risco-benefício fosse bem analisado. Agora, de acordo com o CFM, além dessa análise e outras regras anteriores, devem ser observadas novas exigências, como a presença de um pediatra na equipe multiprofissional e a consolidação das cartilagens das epífises de crescimento dos punhos.

 

Para menores de 16 anos, a bariátrica só será permitida em caráter experimental e dentro dos protocolos do sistema Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CEP/Conep). Pacientes com mais de 65 anos poderão fazer a cirurgia desde que respeitadas as condições gerais descritas na resolução e após avaliação do risco-benefício.

 

Em uma das modalidades da cirurgia, conhecida como by-pass gástrico, o estômago do paciente, que normalmente possui o tamanho de uma bola de futebol, é reduzido para o equivalente a uma bola de golfe. Menor, o órgão é ligado diretamente ao intestino delgado, limitando a absorção de calorias.

A principal mudança é a indicação do procedimento para pacientes com Índice de Massa Corporal (IMC) maior que 35 – e não mais acima de 40.


 


O Conselho Federal de Medicina (CFM) alterou as regras para tratamento da obesidade mórbida por meio da cirurgia bariátrica. A nova resolução foi publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União (DOU). A principal mudança é a indicação do procedimento para pacientes com Índice de Massa Corporal (IMC) maior que 35 - e não mais acima de 40. O IMC é obtido pela divisão do peso pela altura ao quadrado.


 


A nova resolução do CFM aponta 21 doenças associadas à obesidade que podem levar a uma indicação da cirurgia, dentre elas depressão, disfunção erétil, hérnias discais, asma grave não controlada, diabetes, hipertensão e ovários policísticos.
 


Antes da alteração, pacientes com IMC acima de 35 só poderiam realizar a cirurgia se tivessem obesidade relacionada com outras doenças crônicas graves como diabetes tipo 2, apneia do sono, hipertensão arterial, dislipidemia, doença coronariana, osteo-artrites, entre outras.


 


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Idade


 


Outra mudança nos critérios foi em relação à idade mínima para a cirurgia. De modo geral, o procedimento é voltado para maiores de 18 anos. Antes, jovens entre 16 e 18 poderiam fazer a cirurgia, caso o risco-benefício fosse bem analisado. Agora, de acordo com o CFM, além dessa análise e outras regras anteriores, devem ser observadas novas exigências, como a presença de um pediatra na equipe multiprofissional e a consolidação das cartilagens das epífises de crescimento dos punhos.


 


Para menores de 16 anos, a bariátrica só será permitida em caráter experimental e dentro dos protocolos do sistema Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CEP/Conep). Pacientes com mais de 65 anos poderão fazer a cirurgia desde que respeitadas as condições gerais descritas na resolução e após avaliação do risco-benefício.


 


Em uma das modalidades da cirurgia, conhecida como by-pass gástrico, o estômago do paciente, que normalmente possui o tamanho de uma bola de futebol, é reduzido para o equivalente a uma bola de golfe. Menor, o órgão é ligado diretamente ao intestino delgado, limitando a absorção de calorias.


A principal mudança é a indicação do procedimento para pacientes com Índice de Massa Corporal (IMC) maior que 35 – e não mais acima de 40.



O Conselho Federal de Medicina (CFM) alterou as regras para tratamento da obesidade mórbida por meio da cirurgia bariátrica. A nova resolução foi publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União (DOU). A principal mudança é a indicação do procedimento para pacientes com Índice de Massa Corporal (IMC) maior que 35 - e não mais acima de 40. O IMC é obtido pela divisão do peso pela altura ao quadrado.



A nova resolução do CFM aponta 21 doenças associadas à obesidade que podem levar a uma indicação da cirurgia, dentre elas depressão, disfunção erétil, hérnias discais, asma grave não controlada, diabetes, hipertensão e ovários policísticos.
 



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Antes da alteração, pacientes com IMC acima de 35 só poderiam realizar a cirurgia se tivessem obesidade relacionada com outras doenças crônicas graves como diabetes tipo 2, apneia do sono, hipertensão arterial, dislipidemia, doença coronariana, osteo-artrites, entre outras.



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Outra mudança nos critérios foi em relação à idade mínima para a cirurgia. De modo geral, o procedimento é voltado para maiores de 18 anos. Antes, jovens entre 16 e 18 poderiam fazer a cirurgia, caso o risco-benefício fosse bem analisado. Agora, de acordo com o CFM, além dessa análise e outras regras anteriores, devem ser observadas novas exigências, como a presença de um pediatra na equipe multiprofissional e a consolidação das cartilagens das epífises de crescimento dos punhos.



Para menores de 16 anos, a bariátrica só será permitida em caráter experimental e dentro dos protocolos do sistema Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CEP/Conep). Pacientes com mais de 65 anos poderão fazer a cirurgia desde que respeitadas as condições gerais descritas na resolução e após avaliação do risco-benefício.



Em uma das modalidades da cirurgia, conhecida como by-pass gástrico, o estômago do paciente, que normalmente possui o tamanho de uma bola de futebol, é reduzido para o equivalente a uma bola de golfe. Menor, o órgão é ligado diretamente ao intestino delgado, limitando a absorção de calorias.



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