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Sul de Minas

Copasa pede prazo para apresentar licenças ambientais em Pouso Alegre

Publicado por TV Minas em 22/02/2018

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Matéria extraída do G1

 

Empresa é investigada pelo Ministério Público Estadual e pelo MP Federal por despejar esgoto nos rios Mandu e Sapucaí.

 

Companhia de Saneamento Básico de Minas Gerais (Copasa) pediu cinco dias para apresentar as licenças ambientais do Sistema de Tratamento de Esgoto de Pouso Alegre. A empresa é investigada pelo Ministério Público Estadual e pelo MP Federal por despejar esgoto nos rios Mandu e Sapucaí.

 

Nesta quarta-feira (21), representantes da empresa se reuniram com promotores de justiça, o procurador da República e membros da prefeitura. Na reunião, ficou decidido o desenvolvimento de trabalho conjunto entre eles para diagnóstico, intervenção corretiva, parametrização e concepção de medidas reparatórias e mitigatórias de danos ambientais.

 

O encontro foi fruto de uma comissão especial criada no ano passado pela Câmara de Vereadores de Pouso Alegre. Ela investigou a situação do serviço prestado pela Copasa e identificou dezenas de pontos de despejo de esgoto, sem tratamento adequado.

 

Moradores dizem que já denunciaram a situação várias vezes, mas que a empresa continua despejando o esgoto nos rios.

 

Além do prazo para apresentar as licenças ambientais, a Copasa pediu mais 30 dias para contratar um laboratório e apresentar dados pedidos durante a reunião.

 

 

Veja também: Promotorias abrem inquérito para investigar esgoto em Pouso Alegre

Matéria extraída do G1


 


Empresa é investigada pelo Ministério Público Estadual e pelo MP Federal por despejar esgoto nos rios Mandu e Sapucaí.


 


Companhia de Saneamento Básico de Minas Gerais (Copasa) pediu cinco dias para apresentar as licenças ambientais do Sistema de Tratamento de Esgoto de Pouso Alegre. A empresa é investigada pelo Ministério Público Estadual e pelo MP Federal por despejar esgoto nos rios Mandu e Sapucaí.


 


Nesta quarta-feira (21), representantes da empresa se reuniram com promotores de justiça, o procurador da República e membros da prefeitura. Na reunião, ficou decidido o desenvolvimento de trabalho conjunto entre eles para diagnóstico, intervenção corretiva, parametrização e concepção de medidas reparatórias e mitigatórias de danos ambientais.


 


PATROCINADORES

O encontro foi fruto de uma comissão especial criada no ano passado pela Câmara de Vereadores de Pouso Alegre. Ela investigou a situação do serviço prestado pela Copasa e identificou dezenas de pontos de despejo de esgoto, sem tratamento adequado.


 


Moradores dizem que já denunciaram a situação várias vezes, mas que a empresa continua despejando o esgoto nos rios.


 


Além do prazo para apresentar as licenças ambientais, a Copasa pediu mais 30 dias para contratar um laboratório e apresentar dados pedidos durante a reunião.


 


 


Veja também: Promotorias abrem inquérito para investigar esgoto em Pouso Alegre


Matéria extraída do G1



Empresa é investigada pelo Ministério Público Estadual e pelo MP Federal por despejar esgoto nos rios Mandu e Sapucaí.



Companhia de Saneamento Básico de Minas Gerais (Copasa) pediu cinco dias para apresentar as licenças ambientais do Sistema de Tratamento de Esgoto de Pouso Alegre. A empresa é investigada pelo Ministério Público Estadual e pelo MP Federal por despejar esgoto nos rios Mandu e Sapucaí.



PATROCINADORES

Nesta quarta-feira (21), representantes da empresa se reuniram com promotores de justiça, o procurador da República e membros da prefeitura. Na reunião, ficou decidido o desenvolvimento de trabalho conjunto entre eles para diagnóstico, intervenção corretiva, parametrização e concepção de medidas reparatórias e mitigatórias de danos ambientais.



O encontro foi fruto de uma comissão especial criada no ano passado pela Câmara de Vereadores de Pouso Alegre. Ela investigou a situação do serviço prestado pela Copasa e identificou dezenas de pontos de despejo de esgoto, sem tratamento adequado.



PATROCINADORES

Moradores dizem que já denunciaram a situação várias vezes, mas que a empresa continua despejando o esgoto nos rios.



Além do prazo para apresentar as licenças ambientais, a Copasa pediu mais 30 dias para contratar um laboratório e apresentar dados pedidos durante a reunião.



Veja também: Promotorias abrem inquérito para investigar esgoto em Pouso Alegre



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