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Esporte

Reunião "tensa" entre PSG e seleção definiu operação de Neymar

Publicado por TV Minas em 02/03/2018

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Segundo diário francês, PSG não queria que seu principal jogador fosse operado, mas foi convencido pelo médico da seleção brasileira e pelo estafe do craque.

 

A confirmação de que Neymar passará por cirurgia no pé parece ter criado um novo problema interno entre o jogador e a diretoria do Paris Saint-Germain. De acordo com informações do jornal francês L’Equipe, a reunião para a definição do tratamento do atacante teve momentos “tensos” devido ao conflito de interesses e a divergência de opiniões. No fim, pesou a opinião do médico da seleção brasileira, Rodrigo Lasmar.

 

A publicação francesa informou que participaram da reunião Eric Rolland, médico do PSG, Rodrigo Lasmar e Gerrard Saillant, médico francês conhecido por ter operado Ronaldo, em 2000, que supervisionará o processo. Especula-se que o dono do clube, Nasser Al-Khelaifi, e o pai do jogador brasileiro também estavam presentes.

 

O grande ponto de divergência entre as partes envolvidas foi em relação ao procedimento cirúrgico. Enquanto o Paris Saint-Germain teria optado por avaliar todos os cenários possíveis para ter o brasileiro em campo para a partida diante do Real Madrid, pela Liga dos Campeões, o médico da seleção e o estafe de Neymar teriam pressionado o clube para a rápida cirurgia visando eliminar qualquer possibilidade de não ter o camisa 10 em plenas condições para a Copa do Mundo, sua prioridade.

 

Um dos momentos de maior “tensão” na sala de reuniões teria sido motivada pelo questionamento de Rodrigo Lasmar em relação a postura adotada pelo PSG para confirmar a fratura no metatarso do pé direito. As primeiras notícias eram de uma fissura e fizeram o técnico Unai Emery levantar possibilidades de Neymar atuar contra o Real. O treinador espanhol ainda tratou as notícias sobre a cirurgia como “falsas”.

 

 

Emery nega

 

O treinador do PSG, Unai Emery, negou em entrevista coletiva nesta sexta-feira, que houve uma tensão na reunião no clube. “A princípio era uma lesão no tornozelo, depois uma fissura. E eu vi a radiografia. É uma lesão que também tive, mas não sei interpretar se está fraturado ou não. Mas claramente o que vi era uma fissura no quinto metatarso. Depois veio o médico do Brasil, houve uma reunião com o presidente. As pessoas anteciparam coisas, e algumas não se cumpriram, outras sim. O jogador teve uma lesão e terá o processo de recuperação”, explicou o espanhol. “Temos uma boa relação entre nós. Estive na terça, quando existiu a conversa. Há muita anormalidade aqui dentro, apesar das perguntas de fora”.

Segundo diário francês, PSG não queria que seu principal jogador fosse operado, mas foi convencido pelo médico da seleção brasileira e pelo estafe do craque.


 


A confirmação de que Neymar passará por cirurgia no pé parece ter criado um novo problema interno entre o jogador e a diretoria do Paris Saint-Germain. De acordo com informações do jornal francês L’Equipe, a reunião para a definição do tratamento do atacante teve momentos “tensos” devido ao conflito de interesses e a divergência de opiniões. No fim, pesou a opinião do médico da seleção brasileira, Rodrigo Lasmar.


 


A publicação francesa informou que participaram da reunião Eric Rolland, médico do PSG, Rodrigo Lasmar e Gerrard Saillant, médico francês conhecido por ter operado Ronaldo, em 2000, que supervisionará o processo. Especula-se que o dono do clube, Nasser Al-Khelaifi, e o pai do jogador brasileiro também estavam presentes.


 


O grande ponto de divergência entre as partes envolvidas foi em relação ao procedimento cirúrgico. Enquanto o Paris Saint-Germain teria optado por avaliar todos os cenários possíveis para ter o brasileiro em campo para a partida diante do Real Madrid, pela Liga dos Campeões, o médico da seleção e o estafe de Neymar teriam pressionado o clube para a rápida cirurgia visando eliminar qualquer possibilidade de não ter o camisa 10 em plenas condições para a Copa do Mundo, sua prioridade.


PATROCINADORES

 


Um dos momentos de maior “tensão” na sala de reuniões teria sido motivada pelo questionamento de Rodrigo Lasmar em relação a postura adotada pelo PSG para confirmar a fratura no metatarso do pé direito. As primeiras notícias eram de uma fissura e fizeram o técnico Unai Emery levantar possibilidades de Neymar atuar contra o Real. O treinador espanhol ainda tratou as notícias sobre a cirurgia como “falsas”.


 


 


Emery nega


 


O treinador do PSG, Unai Emery, negou em entrevista coletiva nesta sexta-feira, que houve uma tensão na reunião no clube. “A princípio era uma lesão no tornozelo, depois uma fissura. E eu vi a radiografia. É uma lesão que também tive, mas não sei interpretar se está fraturado ou não. Mas claramente o que vi era uma fissura no quinto metatarso. Depois veio o médico do Brasil, houve uma reunião com o presidente. As pessoas anteciparam coisas, e algumas não se cumpriram, outras sim. O jogador teve uma lesão e terá o processo de recuperação”, explicou o espanhol. “Temos uma boa relação entre nós. Estive na terça, quando existiu a conversa. Há muita anormalidade aqui dentro, apesar das perguntas de fora”.


Segundo diário francês, PSG não queria que seu principal jogador fosse operado, mas foi convencido pelo médico da seleção brasileira e pelo estafe do craque.



A confirmação de que Neymar passará por cirurgia no pé parece ter criado um novo problema interno entre o jogador e a diretoria do Paris Saint-Germain. De acordo com informações do jornal francês L’Equipe, a reunião para a definição do tratamento do atacante teve momentos “tensos” devido ao conflito de interesses e a divergência de opiniões. No fim, pesou a opinião do médico da seleção brasileira, Rodrigo Lasmar.



A publicação francesa informou que participaram da reunião Eric Rolland, médico do PSG, Rodrigo Lasmar e Gerrard Saillant, médico francês conhecido por ter operado Ronaldo, em 2000, que supervisionará o processo. Especula-se que o dono do clube, Nasser Al-Khelaifi, e o pai do jogador brasileiro também estavam presentes.



PATROCINADORES

O grande ponto de divergência entre as partes envolvidas foi em relação ao procedimento cirúrgico. Enquanto o Paris Saint-Germain teria optado por avaliar todos os cenários possíveis para ter o brasileiro em campo para a partida diante do Real Madrid, pela Liga dos Campeões, o médico da seleção e o estafe de Neymar teriam pressionado o clube para a rápida cirurgia visando eliminar qualquer possibilidade de não ter o camisa 10 em plenas condições para a Copa do Mundo, sua prioridade.



Um dos momentos de maior “tensão” na sala de reuniões teria sido motivada pelo questionamento de Rodrigo Lasmar em relação a postura adotada pelo PSG para confirmar a fratura no metatarso do pé direito. As primeiras notícias eram de uma fissura e fizeram o técnico Unai Emery levantar possibilidades de Neymar atuar contra o Real. O treinador espanhol ainda tratou as notícias sobre a cirurgia como “falsas”.



Emery nega



O treinador do PSG, Unai Emery, negou em entrevista coletiva nesta sexta-feira, que houve uma tensão na reunião no clube. “A princípio era uma lesão no tornozelo, depois uma fissura. E eu vi a radiografia. É uma lesão que também tive, mas não sei interpretar se está fraturado ou não. Mas claramente o que vi era uma fissura no quinto metatarso. Depois veio o médico do Brasil, houve uma reunião com o presidente. As pessoas anteciparam coisas, e algumas não se cumpriram, outras sim. O jogador teve uma lesão e terá o processo de recuperação”, explicou o espanhol. “Temos uma boa relação entre nós. Estive na terça, quando existiu a conversa. Há muita anormalidade aqui dentro, apesar das perguntas de fora”.



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