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Casal suspeito de espancar e matar filha de 5 anos tem prisão decretada

Publicado por TV Minas em 04/03/2018

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Crime foi na noite de sexta-feira (2) no Centro de Itapetininga (SP). Casal ficará preso até o dia do julgamento, que ainda não tem data marcada.

 

Justiça decretou neste sábado (3) a prisão preventiva de Phelipe Douglas Alves, de 25 anos, e Débora Rolim da Silva, de 24 anos, suspeitos de espancarem e matarem a filha, Emanuelly Aghata da Silva, de apenas 5 anos, na sexta-feira (3), em Itapetininga (SP).

 

De acordo com a Polícia Civil, os pais acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) durante a noite e disseram que a filha estava convulsionando após ter caído da cama. A equipe médica suspeitou dos hematomas no corpo da criança e acionou a polícia.

 

A menina foi levada ao pronto-socorro de Itapetininga e, devido à gravidade dos ferimentos, foi transferida ao Hospital Regional de Sorocaba (SP), mas não resistiu e morreu na manhã de sábado (3).

 

Após a confirmação da morte da criança, o casal foi detido e encaminhado à delegacia. Em audiência de custódia, que durou cerca de duas horas, o juiz determinou a prisão preventiva do pais de Emanuelly até o dia do julgamento, que ainda não tem data marcada.

 

A mulher foi encaminhada para a Penitenciária Feminina de Votorantim (SP) e o homem foi levado para o Presídio II em Itapetininga. A equipe de reportagem tentou contato com a defesa do casal, mas ninguém foi encontrado para comentar o caso.

 

Os dois já tinham passagens pela polícia por suspeita de agressão e uso de drogas. A polícia disse ainda que objetos e aparelhos pessoais, como celulares, foram apreendidos e encaminhados para a perícia.

 

O corpo de Emanuelly Aghata da Silva, de cinco anos, será velado a partir das 11h deste domingo (4) no Cemitério São João Batista, em Itapetininga. Segundo a prefeitura, os custos do velório serão arcados pela administração municipal, já que a família é humilde e não tem condições financeiras.

 

 

Entenda o caso

 

O crime aconteceu na noite de sexta-feira (2), na casa onde o casal morava com os três filhos no Centro de Itapetininga.

 

Segundo a Polícia Civil, os pais alegaram que a criança costumava se machucar e, que neste dia, também havia caído da cama, o que teria provocado a convulsão.

 

Os médicos, no entanto, disseram à polícia que as lesões encontradas na menina não condiziam com a versão dos pais. Diante disso, os pais foram detidos e, após audiência de custódia, encaminhados para presídios da região.

 

Os outros dois filhos do casal, uma menina de 9 anos e um menino de 4, estão sob responsabilidade do Conselho Tutelar de Itapetininga.

Crime foi na noite de sexta-feira (2) no Centro de Itapetininga (SP). Casal ficará preso até o dia do julgamento, que ainda não tem data marcada.


 


Justiça decretou neste sábado (3) a prisão preventiva de Phelipe Douglas Alves, de 25 anos, e Débora Rolim da Silva, de 24 anos, suspeitos de espancarem e matarem a filha, Emanuelly Aghata da Silva, de apenas 5 anos, na sexta-feira (3), em Itapetininga (SP).


 


De acordo com a Polícia Civil, os pais acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) durante a noite e disseram que a filha estava convulsionando após ter caído da cama. A equipe médica suspeitou dos hematomas no corpo da criança e acionou a polícia.


 


A menina foi levada ao pronto-socorro de Itapetininga e, devido à gravidade dos ferimentos, foi transferida ao Hospital Regional de Sorocaba (SP), mas não resistiu e morreu na manhã de sábado (3).


 


Após a confirmação da morte da criança, o casal foi detido e encaminhado à delegacia. Em audiência de custódia, que durou cerca de duas horas, o juiz determinou a prisão preventiva do pais de Emanuelly até o dia do julgamento, que ainda não tem data marcada.


 


A mulher foi encaminhada para a Penitenciária Feminina de Votorantim (SP) e o homem foi levado para o Presídio II em Itapetininga. A equipe de reportagem tentou contato com a defesa do casal, mas ninguém foi encontrado para comentar o caso.


 


Os dois já tinham passagens pela polícia por suspeita de agressão e uso de drogas. A polícia disse ainda que objetos e aparelhos pessoais, como celulares, foram apreendidos e encaminhados para a perícia.


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O corpo de Emanuelly Aghata da Silva, de cinco anos, será velado a partir das 11h deste domingo (4) no Cemitério São João Batista, em Itapetininga. Segundo a prefeitura, os custos do velório serão arcados pela administração municipal, já que a família é humilde e não tem condições financeiras.


 


 


Entenda o caso


 


O crime aconteceu na noite de sexta-feira (2), na casa onde o casal morava com os três filhos no Centro de Itapetininga.


 


Segundo a Polícia Civil, os pais alegaram que a criança costumava se machucar e, que neste dia, também havia caído da cama, o que teria provocado a convulsão.


 


Os médicos, no entanto, disseram à polícia que as lesões encontradas na menina não condiziam com a versão dos pais. Diante disso, os pais foram detidos e, após audiência de custódia, encaminhados para presídios da região.


 


Os outros dois filhos do casal, uma menina de 9 anos e um menino de 4, estão sob responsabilidade do Conselho Tutelar de Itapetininga.


Crime foi na noite de sexta-feira (2) no Centro de Itapetininga (SP). Casal ficará preso até o dia do julgamento, que ainda não tem data marcada.



Justiça decretou neste sábado (3) a prisão preventiva de Phelipe Douglas Alves, de 25 anos, e Débora Rolim da Silva, de 24 anos, suspeitos de espancarem e matarem a filha, Emanuelly Aghata da Silva, de apenas 5 anos, na sexta-feira (3), em Itapetininga (SP).



De acordo com a Polícia Civil, os pais acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) durante a noite e disseram que a filha estava convulsionando após ter caído da cama. A equipe médica suspeitou dos hematomas no corpo da criança e acionou a polícia.



A menina foi levada ao pronto-socorro de Itapetininga e, devido à gravidade dos ferimentos, foi transferida ao Hospital Regional de Sorocaba (SP), mas não resistiu e morreu na manhã de sábado (3).



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Após a confirmação da morte da criança, o casal foi detido e encaminhado à delegacia. Em audiência de custódia, que durou cerca de duas horas, o juiz determinou a prisão preventiva do pais de Emanuelly até o dia do julgamento, que ainda não tem data marcada.



A mulher foi encaminhada para a Penitenciária Feminina de Votorantim (SP) e o homem foi levado para o Presídio II em Itapetininga. A equipe de reportagem tentou contato com a defesa do casal, mas ninguém foi encontrado para comentar o caso.



Os dois já tinham passagens pela polícia por suspeita de agressão e uso de drogas. A polícia disse ainda que objetos e aparelhos pessoais, como celulares, foram apreendidos e encaminhados para a perícia.



O corpo de Emanuelly Aghata da Silva, de cinco anos, será velado a partir das 11h deste domingo (4) no Cemitério São João Batista, em Itapetininga. Segundo a prefeitura, os custos do velório serão arcados pela administração municipal, já que a família é humilde e não tem condições financeiras.



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Entenda o caso



O crime aconteceu na noite de sexta-feira (2), na casa onde o casal morava com os três filhos no Centro de Itapetininga.



Segundo a Polícia Civil, os pais alegaram que a criança costumava se machucar e, que neste dia, também havia caído da cama, o que teria provocado a convulsão.



Os médicos, no entanto, disseram à polícia que as lesões encontradas na menina não condiziam com a versão dos pais. Diante disso, os pais foram detidos e, após audiência de custódia, encaminhados para presídios da região.



Os outros dois filhos do casal, uma menina de 9 anos e um menino de 4, estão sob responsabilidade do Conselho Tutelar de Itapetininga.



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