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Condenados por matar Isabella Nardoni pedem redução de penas

Publicado por TV Minas em 08/03/2018

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Alexandre Nardoni, pai da menina, e Ana Carolina Jatobá, madrasta, alegam ao STF que punição foi exacerbada pela repercussão na mídia e comoção social.

 

A defesa do casal Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá, condenados pela morte da menina Isabella Nardoni, em 2008, quando ela tinha cinco anos, em São Paulo, tenta no Supremo Tribunal Federal (STF) reduzir suas penas. O pedido foi protocolado na sexta-feira, 2, pelo advogado Roberto Podval e não tem prazo para ser julgado.

 

Alexandre, pai da criança, foi condenado a 30 anos e dois meses de prisão, enquanto a madrasta Ana Carolina recebeu pena de 26 anos e oito meses. Os dois estão em penitenciárias de Tremembé, no interior paulista.

 

No pedido, que está sob segredo de Justiça, a defesa argumenta que as penas aplicadas ao casal foram exacerbadas pela repercussão dada ao caso pela mídia e pela grande comoção social gerada pelas circunstâncias da morte da menina. Embora os réus sempre tenham negado a prática do crime, as penas foram agravadas pelas condições qualificadoras e aplicadas em grau máximo, segundo Podval. De acordo com ele, em casos semelhantes o STF acolheu pedidos de redução. O ministro Dias Toffoli será relator do caso.

 

A menina foi jogada do sexto andar do Edifício London, onde a família morava, na Vila Guilherme, em São Paulo, no dia 29 de março de 2008. A defesa negou o envolvimento dos dois, atribuindo o crime a uma terceira pessoa que teria invadido o apartamento.

 

Em julho do ano passado, Ana Carolina obteve a progressão para o regime semiaberto. Com isso, ela adquiriu o direito de sair da prisão em datas especiais. No final deste mês, a detenta deve ser beneficiada com a saída temporária pela Páscoa. Alexandre continua preso em regime fechado.

Alexandre Nardoni, pai da menina, e Ana Carolina Jatobá, madrasta, alegam ao STF que punição foi exacerbada pela repercussão na mídia e comoção social.


 


A defesa do casal Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá, condenados pela morte da menina Isabella Nardoni, em 2008, quando ela tinha cinco anos, em São Paulo, tenta no Supremo Tribunal Federal (STF) reduzir suas penas. O pedido foi protocolado na sexta-feira, 2, pelo advogado Roberto Podval e não tem prazo para ser julgado.


 


Alexandre, pai da criança, foi condenado a 30 anos e dois meses de prisão, enquanto a madrasta Ana Carolina recebeu pena de 26 anos e oito meses. Os dois estão em penitenciárias de Tremembé, no interior paulista.


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No pedido, que está sob segredo de Justiça, a defesa argumenta que as penas aplicadas ao casal foram exacerbadas pela repercussão dada ao caso pela mídia e pela grande comoção social gerada pelas circunstâncias da morte da menina. Embora os réus sempre tenham negado a prática do crime, as penas foram agravadas pelas condições qualificadoras e aplicadas em grau máximo, segundo Podval. De acordo com ele, em casos semelhantes o STF acolheu pedidos de redução. O ministro Dias Toffoli será relator do caso.


 


A menina foi jogada do sexto andar do Edifício London, onde a família morava, na Vila Guilherme, em São Paulo, no dia 29 de março de 2008. A defesa negou o envolvimento dos dois, atribuindo o crime a uma terceira pessoa que teria invadido o apartamento.


 


Em julho do ano passado, Ana Carolina obteve a progressão para o regime semiaberto. Com isso, ela adquiriu o direito de sair da prisão em datas especiais. No final deste mês, a detenta deve ser beneficiada com a saída temporária pela Páscoa. Alexandre continua preso em regime fechado.


Alexandre Nardoni, pai da menina, e Ana Carolina Jatobá, madrasta, alegam ao STF que punição foi exacerbada pela repercussão na mídia e comoção social.



A defesa do casal Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá, condenados pela morte da menina Isabella Nardoni, em 2008, quando ela tinha cinco anos, em São Paulo, tenta no Supremo Tribunal Federal (STF) reduzir suas penas. O pedido foi protocolado na sexta-feira, 2, pelo advogado Roberto Podval e não tem prazo para ser julgado.



Alexandre, pai da criança, foi condenado a 30 anos e dois meses de prisão, enquanto a madrasta Ana Carolina recebeu pena de 26 anos e oito meses. Os dois estão em penitenciárias de Tremembé, no interior paulista.



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No pedido, que está sob segredo de Justiça, a defesa argumenta que as penas aplicadas ao casal foram exacerbadas pela repercussão dada ao caso pela mídia e pela grande comoção social gerada pelas circunstâncias da morte da menina. Embora os réus sempre tenham negado a prática do crime, as penas foram agravadas pelas condições qualificadoras e aplicadas em grau máximo, segundo Podval. De acordo com ele, em casos semelhantes o STF acolheu pedidos de redução. O ministro Dias Toffoli será relator do caso.



A menina foi jogada do sexto andar do Edifício London, onde a família morava, na Vila Guilherme, em São Paulo, no dia 29 de março de 2008. A defesa negou o envolvimento dos dois, atribuindo o crime a uma terceira pessoa que teria invadido o apartamento.



Em julho do ano passado, Ana Carolina obteve a progressão para o regime semiaberto. Com isso, ela adquiriu o direito de sair da prisão em datas especiais. No final deste mês, a detenta deve ser beneficiada com a saída temporária pela Páscoa. Alexandre continua preso em regime fechado.



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