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Sul de Minas

Protesto em defesa dos animais de rua tem mulheres vestidas de vaca

Publicado por TV Minas em 12/03/2018

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Matéria extraída do Terra do Mandu

 

As voluntárias da proteção animal Samara e Adriana não pensaram duas vezes ao escolher a roupa para o protesto em defesa dos direitos dos animais de rua em Pouso Alegre. As protetoras optaram pela fantasia de vaca. Adriana justifica que essa foi a maneira para buscar serem vistas pelo prefeito Rafael Simões (PSDB) e sua administração e terem suas reivindicações atendidas. No vídeo abaixo, Adriana explica o que motivou a fantasia.

 

O que Samara, Adriana e outras pessoas que foram ao protesto desde sábado na Praça Senador José Bento querem é a ativação de políticas públicas para cães e gatos abandonados nas ruas da cidade. De acordo com o Movimento Independente pelo Direito dos Animais (MIDA), a superpopulação desses animais só aumenta e não há nenhum tipo de controle para frear esse problema.

 

“Todos os projetos de proteção animal não existem mais. Não tem mais o programa contínuo de castração, não temos mais o [veterinário] plantonista 24h, não temos o Samuvet [uma ambulância veterinária que socorria os animais doentes ou acidentados]. Ou seja, Nós estamos totalmente desamparados em relação à proteção animal de Pouso Alegre”, afirma Camila Marciano, uma das integrantes do MIDA

 

Segundo o MIDA, enquanto as ongs e protetores independentes se endividam e pessoas comprometem sua saúde física e emocional para salvar animais do sofrimento, a prefeitura nada faz.  “Tentamos resolver a questão por meio do diálogo. Foram inúmeras reuniões e nada foi feito. O programa de castração de animais de famílias de baixa renda acabou, animais de rua não estão mais sendo castrados por falta de medicamentos, animais são entulhados como lixo no Centro de Bem-Estar Animal e se matam por superlotação”, informa comunicado do movimento.

 

 

Prefeitura diz que programa de castração para pessoas de baixa renda está ativo

 

Na quinta-feira, a prefeitura de Pouso Alegre divulgou que o Centro de Bem Estar Animal iniciou o programa de castração de cães e gatos para pessoas de baixa renda. A informação foi divulgada após o movimento dos protetores agendar o protesto.

 

Segundo a prefeitura, os interessados devem entrar em contato com o próprio CBEA pelo telefone 3449-4020 ou com a Defesa Social no número 3449-4317, preencher um cadastro e apresentar aos órgãos competentes cópias do RG, CPF e comprovante de endereço. A documentação passará por avaliação.

 

Para os protetores, a notícia é apenas uma tentativa de acabar com o movimento, já que a burocracia criada inviabiliza o trabalho e ainda, o Centro de Bem Estar não possui estrutura e equipamentos para retomar o serviço.

 

“A gente só ouve que vai ser feito alguma coisa, tem ali as coisas no papel. A gente quer solução, a gente quer saber quando vai funcionar, a gente quer data”, afirma a protetora voluntária Aline Mara.

 

 

Assista ao vídeo:

 

Matéria extraída do Terra do Mandu


 


As voluntárias da proteção animal Samara e Adriana não pensaram duas vezes ao escolher a roupa para o protesto em defesa dos direitos dos animais de rua em Pouso Alegre. As protetoras optaram pela fantasia de vaca. Adriana justifica que essa foi a maneira para buscar serem vistas pelo prefeito Rafael Simões (PSDB) e sua administração e terem suas reivindicações atendidas. No vídeo abaixo, Adriana explica o que motivou a fantasia.


 


O que Samara, Adriana e outras pessoas que foram ao protesto desde sábado na Praça Senador José Bento querem é a ativação de políticas públicas para cães e gatos abandonados nas ruas da cidade. De acordo com o Movimento Independente pelo Direito dos Animais (MIDA), a superpopulação desses animais só aumenta e não há nenhum tipo de controle para frear esse problema.


 


“Todos os projetos de proteção animal não existem mais. Não tem mais o programa contínuo de castração, não temos mais o [veterinário] plantonista 24h, não temos o Samuvet [uma ambulância veterinária que socorria os animais doentes ou acidentados]. Ou seja, Nós estamos totalmente desamparados em relação à proteção animal de Pouso Alegre”, afirma Camila Marciano, uma das integrantes do MIDA


 


Segundo o MIDA, enquanto as ongs e protetores independentes se endividam e pessoas comprometem sua saúde física e emocional para salvar animais do sofrimento, a prefeitura nada faz.  “Tentamos resolver a questão por meio do diálogo. Foram inúmeras reuniões e nada foi feito. O programa de castração de animais de famílias de baixa renda acabou, animais de rua não estão mais sendo castrados por falta de medicamentos, animais são entulhados como lixo no Centro de Bem-Estar Animal e se matam por superlotação”, informa comunicado do movimento.


 


 


Prefeitura diz que programa de castração para pessoas de baixa renda está ativo


PATROCINADORES

 


Na quinta-feira, a prefeitura de Pouso Alegre divulgou que o Centro de Bem Estar Animal iniciou o programa de castração de cães e gatos para pessoas de baixa renda. A informação foi divulgada após o movimento dos protetores agendar o protesto.


 


Segundo a prefeitura, os interessados devem entrar em contato com o próprio CBEA pelo telefone 3449-4020 ou com a Defesa Social no número 3449-4317, preencher um cadastro e apresentar aos órgãos competentes cópias do RG, CPF e comprovante de endereço. A documentação passará por avaliação.


 


Para os protetores, a notícia é apenas uma tentativa de acabar com o movimento, já que a burocracia criada inviabiliza o trabalho e ainda, o Centro de Bem Estar não possui estrutura e equipamentos para retomar o serviço.


 


“A gente só ouve que vai ser feito alguma coisa, tem ali as coisas no papel. A gente quer solução, a gente quer saber quando vai funcionar, a gente quer data”, afirma a protetora voluntária Aline Mara.


 


 


Assista ao vídeo:


 



Matéria extraída do Terra do Mandu



As voluntárias da proteção animal Samara e Adriana não pensaram duas vezes ao escolher a roupa para o protesto em defesa dos direitos dos animais de rua em Pouso Alegre. As protetoras optaram pela fantasia de vaca. Adriana justifica que essa foi a maneira para buscar serem vistas pelo prefeito Rafael Simões (PSDB) e sua administração e terem suas reivindicações atendidas. No vídeo abaixo, Adriana explica o que motivou a fantasia.



O que Samara, Adriana e outras pessoas que foram ao protesto desde sábado na Praça Senador José Bento querem é a ativação de políticas públicas para cães e gatos abandonados nas ruas da cidade. De acordo com o Movimento Independente pelo Direito dos Animais (MIDA), a superpopulação desses animais só aumenta e não há nenhum tipo de controle para frear esse problema.



“Todos os projetos de proteção animal não existem mais. Não tem mais o programa contínuo de castração, não temos mais o [veterinário] plantonista 24h, não temos o Samuvet [uma ambulância veterinária que socorria os animais doentes ou acidentados]. Ou seja, Nós estamos totalmente desamparados em relação à proteção animal de Pouso Alegre”, afirma Camila Marciano, uma das integrantes do MIDA



PATROCINADORES

Segundo o MIDA, enquanto as ongs e protetores independentes se endividam e pessoas comprometem sua saúde física e emocional para salvar animais do sofrimento, a prefeitura nada faz.  “Tentamos resolver a questão por meio do diálogo. Foram inúmeras reuniões e nada foi feito. O programa de castração de animais de famílias de baixa renda acabou, animais de rua não estão mais sendo castrados por falta de medicamentos, animais são entulhados como lixo no Centro de Bem-Estar Animal e se matam por superlotação”, informa comunicado do movimento.



Prefeitura diz que programa de castração para pessoas de baixa renda está ativo



Na quinta-feira, a prefeitura de Pouso Alegre divulgou que o Centro de Bem Estar Animal iniciou o programa de castração de cães e gatos para pessoas de baixa renda. A informação foi divulgada após o movimento dos protetores agendar o protesto.



Segundo a prefeitura, os interessados devem entrar em contato com o próprio CBEA pelo telefone 3449-4020 ou com a Defesa Social no número 3449-4317, preencher um cadastro e apresentar aos órgãos competentes cópias do RG, CPF e comprovante de endereço. A documentação passará por avaliação.



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Para os protetores, a notícia é apenas uma tentativa de acabar com o movimento, já que a burocracia criada inviabiliza o trabalho e ainda, o Centro de Bem Estar não possui estrutura e equipamentos para retomar o serviço.



“A gente só ouve que vai ser feito alguma coisa, tem ali as coisas no papel. A gente quer solução, a gente quer saber quando vai funcionar, a gente quer data”, afirma a protetora voluntária Aline Mara.



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