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Tucanos agora vão atrás de um vice para Anastasia

Publicado por TV Minas em 18/03/2018

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Os nomes preferidos para compor a chapa são Dinis Pinheiro e Rodrigo Pacheco, mas o deputado federal confirmou nesse sábado (17) que vai se filiar ao DEM e será candidato a governador.

 

Ao colocar seu nome à disposição do PSDB para a disputa do governo de Minas, o senador Antonio Anastasia vai mexer no tabuleiro eleitoral do estado. Os tucanos se concentram agora na escolha de um vice-governador e apontam os nomes de Rodrigo Pacheco  e Dinis Pinheiro (Pode) como ideais para compor a chapa.

 

Entre aliados a decisão foi bastante comemorada. Alguns parlamentares que estudavam deixar o PSDB consideram que com Anastasia será possível consolidar uma chapa competitiva, com apoio de antigos aliados que já ensaiavam voo solo. Para aliados do governador Fernando Pimentel (PT), que tentará a reeleição, o tucano terá dificuldade de convencer o eleitor mineiro a eleger novamente um governo do PSDB.

 

O tucano vinha recusando participar da eleição neste ano, mas após forte pressão de aliados e com risco de ver seu partido se dividir, mudou de ideia. Para o presidente do PSDB em Minas, deputado Domingo Sávio, a decisão do senador de participar da eleição faz com que as conversas para a construção de uma chapa sejam retomadas a partir da agora. O parlamentar citou antigos aliados do PSDB no governo de Minas – DEM, PSD, PTB, PPS, PP, Podemos e Solidariedade – como os principais alvos dos tucanos em busca de um acordo para retirar o PT do Palácio da Liberdade.

 

“Neste ano, o prazo da janela partidária ficou muito próximo do período eleitoral e isso fez com que a ansiedade aumentasse, com muita insegurança dentro do PSDB e de outros partidos. Em gesto de respeito a outros nomes de nosso grupo político, o senador Anastasia demorou a tomar a decisão final. Como nenhum nome conseguiu unir o grupo e mostrou condições de assumir uma candidatura que fosse apoiada por todos, resolveu se colocar à disposição”, avaliou Sávio.

 

Segundo o deputado, os nomes do deputado Rodrigo Pacheco e de Dinis Pinheiro, ex-presidente da Assembleia Legislativa de Minas (ALMG), seriam os “ideais” para a formação de uma chapa forte ao governo de Minas. “Todos que participaram dos governos do PSDB sempre colocaram Anastasia como o nome mais capaz para tirar o estado do caos em que entrou na gestão do PT. Agora vamos procurar todos eles para conversar. Inclusive aqueles que já lançaram nomes, como o Podemos, do Dinis. Respeitando muito suas pré-candidaturas e suas trajetórias políticas”, afirma Sávio.

 

O deputado Rodrigo de Castro (PSDB), que se dizia preocupado com a situação da legenda e admitiu ouvir propostas de outros partidos para deixar o PSDB, afirmou que decisão de Anastasia é uma “reviravolta” no cenário eleitoral mineiro. “Muda tudo. A perspectiva de tê-lo como candidato representa um reforço para nossa chapa. Anastasia tem uma trajetória muito bem avaliada e passamos a ter um nome que une o grupo”, diz Castro.

 

 

Filiação

 

Apesar de os tucanos iniciarem uma aproximação com Rodrigo Pacheco, o parlamentar divulgou nesse  sábado (17) nota oficial em que reafirmou sua candidatura ao Palácio da Liberdade, afastando os rumores de que será candidato à vice. “Diante das recentes especulações sobre minha posição política nas eleições deste ano, gostaria de comunicar que na próxima segunda (amanhã) me filiarei ao Democratas para ser candidato ao governo de Minas”, afirma Pacheco.

 

Ele citou como “caótica” a situação do estado e disse que sua decisão de concorrer decorre da “certeza de que a solução está na renovação responsável, capaz de romper com a política tradicional e viciada que levou Minas Gerais à pior crise de sua história”. Ainda na nota, ele afirma que não terá “padrinho político” em seu palanque eleitoral.

 

O pré-candidato Marcio Lacerda (PSB), por meio de sua assessoria, informou que a entrada de Anastasia não altera sua campanha ao governo estadual. “Ele é candidatíssimo e continua conversando com siglas próximas e percorrendo o estado para apresentar suas propostas. Sua candidatura é irreversível”, diz a assessoria do ex-prefeito de BH.

 

Para parlamentares que trabalham pela reeleição do governador Fernando Pimentel (PT), a candidatura de Anastasia pode “facilitar” a disputa ao governo de Minas, uma vez que sua relação próxima com o senador Aécio Neves (PSDB) pode afastar eleitores. “Acho que a eleição fica mais fácil. Todo mundo queria se livrar do Aécio Neves, ninguém o queria como apoiador. Agora Anastasia abraça Aécio e a criatura não tem como se desvencilhar do criador”, diz o deputado Reginaldo Lopes, coordenador do grupo de trabalho eleitoral do PT e pré- candidato ao Senado.

Os nomes preferidos para compor a chapa são Dinis Pinheiro e Rodrigo Pacheco, mas o deputado federal confirmou nesse sábado (17) que vai se filiar ao DEM e será candidato a governador.


 


Ao colocar seu nome à disposição do PSDB para a disputa do governo de Minas, o senador Antonio Anastasia vai mexer no tabuleiro eleitoral do estado. Os tucanos se concentram agora na escolha de um vice-governador e apontam os nomes de Rodrigo Pacheco  e Dinis Pinheiro (Pode) como ideais para compor a chapa.


 


Entre aliados a decisão foi bastante comemorada. Alguns parlamentares que estudavam deixar o PSDB consideram que com Anastasia será possível consolidar uma chapa competitiva, com apoio de antigos aliados que já ensaiavam voo solo. Para aliados do governador Fernando Pimentel (PT), que tentará a reeleição, o tucano terá dificuldade de convencer o eleitor mineiro a eleger novamente um governo do PSDB.


 


O tucano vinha recusando participar da eleição neste ano, mas após forte pressão de aliados e com risco de ver seu partido se dividir, mudou de ideia. Para o presidente do PSDB em Minas, deputado Domingo Sávio, a decisão do senador de participar da eleição faz com que as conversas para a construção de uma chapa sejam retomadas a partir da agora. O parlamentar citou antigos aliados do PSDB no governo de Minas – DEM, PSD, PTB, PPS, PP, Podemos e Solidariedade – como os principais alvos dos tucanos em busca de um acordo para retirar o PT do Palácio da Liberdade.


 


“Neste ano, o prazo da janela partidária ficou muito próximo do período eleitoral e isso fez com que a ansiedade aumentasse, com muita insegurança dentro do PSDB e de outros partidos. Em gesto de respeito a outros nomes de nosso grupo político, o senador Anastasia demorou a tomar a decisão final. Como nenhum nome conseguiu unir o grupo e mostrou condições de assumir uma candidatura que fosse apoiada por todos, resolveu se colocar à disposição”, avaliou Sávio.


 


Segundo o deputado, os nomes do deputado Rodrigo Pacheco e de Dinis Pinheiro, ex-presidente da Assembleia Legislativa de Minas (ALMG), seriam os “ideais” para a formação de uma chapa forte ao governo de Minas. “Todos que participaram dos governos do PSDB sempre colocaram Anastasia como o nome mais capaz para tirar o estado do caos em que entrou na gestão do PT. Agora vamos procurar todos eles para conversar. Inclusive aqueles que já lançaram nomes, como o Podemos, do Dinis. Respeitando muito suas pré-candidaturas e suas trajetórias políticas”, afirma Sávio.


 


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O deputado Rodrigo de Castro (PSDB), que se dizia preocupado com a situação da legenda e admitiu ouvir propostas de outros partidos para deixar o PSDB, afirmou que decisão de Anastasia é uma “reviravolta” no cenário eleitoral mineiro. “Muda tudo. A perspectiva de tê-lo como candidato representa um reforço para nossa chapa. Anastasia tem uma trajetória muito bem avaliada e passamos a ter um nome que une o grupo”, diz Castro.


 


 


Filiação


 


Apesar de os tucanos iniciarem uma aproximação com Rodrigo Pacheco, o parlamentar divulgou nesse  sábado (17) nota oficial em que reafirmou sua candidatura ao Palácio da Liberdade, afastando os rumores de que será candidato à vice. “Diante das recentes especulações sobre minha posição política nas eleições deste ano, gostaria de comunicar que na próxima segunda (amanhã) me filiarei ao Democratas para ser candidato ao governo de Minas”, afirma Pacheco.


 


Ele citou como “caótica” a situação do estado e disse que sua decisão de concorrer decorre da “certeza de que a solução está na renovação responsável, capaz de romper com a política tradicional e viciada que levou Minas Gerais à pior crise de sua história”. Ainda na nota, ele afirma que não terá “padrinho político” em seu palanque eleitoral.


 


O pré-candidato Marcio Lacerda (PSB), por meio de sua assessoria, informou que a entrada de Anastasia não altera sua campanha ao governo estadual. “Ele é candidatíssimo e continua conversando com siglas próximas e percorrendo o estado para apresentar suas propostas. Sua candidatura é irreversível”, diz a assessoria do ex-prefeito de BH.


 


Para parlamentares que trabalham pela reeleição do governador Fernando Pimentel (PT), a candidatura de Anastasia pode “facilitar” a disputa ao governo de Minas, uma vez que sua relação próxima com o senador Aécio Neves (PSDB) pode afastar eleitores. “Acho que a eleição fica mais fácil. Todo mundo queria se livrar do Aécio Neves, ninguém o queria como apoiador. Agora Anastasia abraça Aécio e a criatura não tem como se desvencilhar do criador”, diz o deputado Reginaldo Lopes, coordenador do grupo de trabalho eleitoral do PT e pré- candidato ao Senado.


Os nomes preferidos para compor a chapa são Dinis Pinheiro e Rodrigo Pacheco, mas o deputado federal confirmou nesse sábado (17) que vai se filiar ao DEM e será candidato a governador.



Ao colocar seu nome à disposição do PSDB para a disputa do governo de Minas, o senador Antonio Anastasia vai mexer no tabuleiro eleitoral do estado. Os tucanos se concentram agora na escolha de um vice-governador e apontam os nomes de Rodrigo Pacheco  e Dinis Pinheiro (Pode) como ideais para compor a chapa.



Entre aliados a decisão foi bastante comemorada. Alguns parlamentares que estudavam deixar o PSDB consideram que com Anastasia será possível consolidar uma chapa competitiva, com apoio de antigos aliados que já ensaiavam voo solo. Para aliados do governador Fernando Pimentel (PT), que tentará a reeleição, o tucano terá dificuldade de convencer o eleitor mineiro a eleger novamente um governo do PSDB.



O tucano vinha recusando participar da eleição neste ano, mas após forte pressão de aliados e com risco de ver seu partido se dividir, mudou de ideia. Para o presidente do PSDB em Minas, deputado Domingo Sávio, a decisão do senador de participar da eleição faz com que as conversas para a construção de uma chapa sejam retomadas a partir da agora. O parlamentar citou antigos aliados do PSDB no governo de Minas – DEM, PSD, PTB, PPS, PP, Podemos e Solidariedade – como os principais alvos dos tucanos em busca de um acordo para retirar o PT do Palácio da Liberdade.



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“Neste ano, o prazo da janela partidária ficou muito próximo do período eleitoral e isso fez com que a ansiedade aumentasse, com muita insegurança dentro do PSDB e de outros partidos. Em gesto de respeito a outros nomes de nosso grupo político, o senador Anastasia demorou a tomar a decisão final. Como nenhum nome conseguiu unir o grupo e mostrou condições de assumir uma candidatura que fosse apoiada por todos, resolveu se colocar à disposição”, avaliou Sávio.



Segundo o deputado, os nomes do deputado Rodrigo Pacheco e de Dinis Pinheiro, ex-presidente da Assembleia Legislativa de Minas (ALMG), seriam os “ideais” para a formação de uma chapa forte ao governo de Minas. “Todos que participaram dos governos do PSDB sempre colocaram Anastasia como o nome mais capaz para tirar o estado do caos em que entrou na gestão do PT. Agora vamos procurar todos eles para conversar. Inclusive aqueles que já lançaram nomes, como o Podemos, do Dinis. Respeitando muito suas pré-candidaturas e suas trajetórias políticas”, afirma Sávio.



O deputado Rodrigo de Castro (PSDB), que se dizia preocupado com a situação da legenda e admitiu ouvir propostas de outros partidos para deixar o PSDB, afirmou que decisão de Anastasia é uma “reviravolta” no cenário eleitoral mineiro. “Muda tudo. A perspectiva de tê-lo como candidato representa um reforço para nossa chapa. Anastasia tem uma trajetória muito bem avaliada e passamos a ter um nome que une o grupo”, diz Castro.



Filiação



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Apesar de os tucanos iniciarem uma aproximação com Rodrigo Pacheco, o parlamentar divulgou nesse  sábado (17) nota oficial em que reafirmou sua candidatura ao Palácio da Liberdade, afastando os rumores de que será candidato à vice. “Diante das recentes especulações sobre minha posição política nas eleições deste ano, gostaria de comunicar que na próxima segunda (amanhã) me filiarei ao Democratas para ser candidato ao governo de Minas”, afirma Pacheco.



Ele citou como “caótica” a situação do estado e disse que sua decisão de concorrer decorre da “certeza de que a solução está na renovação responsável, capaz de romper com a política tradicional e viciada que levou Minas Gerais à pior crise de sua história”. Ainda na nota, ele afirma que não terá “padrinho político” em seu palanque eleitoral.



O pré-candidato Marcio Lacerda (PSB), por meio de sua assessoria, informou que a entrada de Anastasia não altera sua campanha ao governo estadual. “Ele é candidatíssimo e continua conversando com siglas próximas e percorrendo o estado para apresentar suas propostas. Sua candidatura é irreversível”, diz a assessoria do ex-prefeito de BH.



Para parlamentares que trabalham pela reeleição do governador Fernando Pimentel (PT), a candidatura de Anastasia pode “facilitar” a disputa ao governo de Minas, uma vez que sua relação próxima com o senador Aécio Neves (PSDB) pode afastar eleitores. “Acho que a eleição fica mais fácil. Todo mundo queria se livrar do Aécio Neves, ninguém o queria como apoiador. Agora Anastasia abraça Aécio e a criatura não tem como se desvencilhar do criador”, diz o deputado Reginaldo Lopes, coordenador do grupo de trabalho eleitoral do PT e pré- candidato ao Senado.



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