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Sul de Minas

Invasão de fábrica no Sul de Minas termina em violência na Região Central

Publicado por TV Minas em 21/03/2018

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Grupo de sem-terra ameaçava interditar BR, em apoio a mulheres que ocuparam unidade da Nestlé em São Lourenço, quando entrou em conflito com a PM.

 

Um grupo de acampados que ameaçava interditar o trânsito na BR-381, em Itatiaiuçu, Região Central de Minas Gerais, entrou em choque com a Polícia Militar na tarde desta terça-feira. Segundo o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), o grupo protestava a favor de outra ocupação, organizada por mulheres, na fábrica da Nestlé, em São Lourenço, no Sul de Minas.

 

Segundo a Polícia Militar da cidade, cerca de 200 pessoas ameaçavam interromper o trânsito na rodovia e, por isso, teria sido necessário intervir. Para o MST, houve agressão desnecessária por parte dos policiais. 

 

O MST alega que os militares chegaram atirando balas de borracha nos manifestantes que se concentravam às margens da BR-381. "Os companheiros (homens) foram chamados para garantir a segurança das mulheres na chegada em casa, já que a polícia, agindo a serviço das empresas, cometeu violência contra as mulheres, coagiu e as ameaçou durante todo o trajeto de volta", diz o comunicado do movimento. 

 

De acordo com sargento Morais, assim que a PM teve notícia do protesto às margens da rodovia, foi feita uma barreira com cerca de cinco policiais. "Assim que os militares estacionaram, os manifestantes se posicionaram na rodovia, como forma de parar o trânsito no trecho, que é muito perigoso", justificou. Também segundo Morais, os manifestantes arremessaram pedras e os policiais, em revide, tiveram que disparar aproximadamente oito balas de borracha.

 

 

Veja também: Manifestação contra privatização das águas reúne grupo na sede da Nestlé​

Grupo de sem-terra ameaçava interditar BR, em apoio a mulheres que ocuparam unidade da Nestlé em São Lourenço, quando entrou em conflito com a PM.


 


Um grupo de acampados que ameaçava interditar o trânsito na BR-381, em Itatiaiuçu, Região Central de Minas Gerais, entrou em choque com a Polícia Militar na tarde desta terça-feira. Segundo o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), o grupo protestava a favor de outra ocupação, organizada por mulheres, na fábrica da Nestlé, em São Lourenço, no Sul de Minas.


 


Segundo a Polícia Militar da cidade, cerca de 200 pessoas ameaçavam interromper o trânsito na rodovia e, por isso, teria sido necessário intervir. Para o MST, houve agressão desnecessária por parte dos policiais. 


 


PATROCINADORES

O MST alega que os militares chegaram atirando balas de borracha nos manifestantes que se concentravam às margens da BR-381. "Os companheiros (homens) foram chamados para garantir a segurança das mulheres na chegada em casa, já que a polícia, agindo a serviço das empresas, cometeu violência contra as mulheres, coagiu e as ameaçou durante todo o trajeto de volta", diz o comunicado do movimento. 


 


De acordo com sargento Morais, assim que a PM teve notícia do protesto às margens da rodovia, foi feita uma barreira com cerca de cinco policiais. "Assim que os militares estacionaram, os manifestantes se posicionaram na rodovia, como forma de parar o trânsito no trecho, que é muito perigoso", justificou. Também segundo Morais, os manifestantes arremessaram pedras e os policiais, em revide, tiveram que disparar aproximadamente oito balas de borracha.


 


 


Veja também: Manifestação contra privatização das águas reúne grupo na sede da Nestlé​


Grupo de sem-terra ameaçava interditar BR, em apoio a mulheres que ocuparam unidade da Nestlé em São Lourenço, quando entrou em conflito com a PM.



Um grupo de acampados que ameaçava interditar o trânsito na BR-381, em Itatiaiuçu, Região Central de Minas Gerais, entrou em choque com a Polícia Militar na tarde desta terça-feira. Segundo o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), o grupo protestava a favor de outra ocupação, organizada por mulheres, na fábrica da Nestlé, em São Lourenço, no Sul de Minas.



Segundo a Polícia Militar da cidade, cerca de 200 pessoas ameaçavam interromper o trânsito na rodovia e, por isso, teria sido necessário intervir. Para o MST, houve agressão desnecessária por parte dos policiais. 



PATROCINADORES

O MST alega que os militares chegaram atirando balas de borracha nos manifestantes que se concentravam às margens da BR-381. "Os companheiros (homens) foram chamados para garantir a segurança das mulheres na chegada em casa, já que a polícia, agindo a serviço das empresas, cometeu violência contra as mulheres, coagiu e as ameaçou durante todo o trajeto de volta", diz o comunicado do movimento. 



De acordo com sargento Morais, assim que a PM teve notícia do protesto às margens da rodovia, foi feita uma barreira com cerca de cinco policiais. "Assim que os militares estacionaram, os manifestantes se posicionaram na rodovia, como forma de parar o trânsito no trecho, que é muito perigoso", justificou. Também segundo Morais, os manifestantes arremessaram pedras e os policiais, em revide, tiveram que disparar aproximadamente oito balas de borracha.



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