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Sul de Minas

Incêndio destrói mais um vagão da Maria Fumaça em Pouso Alegre

Publicado por TV Minas em 27/03/2018

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Matéria extraída do Terra do Mandu

 

As chamas começaram no estofado de um dos bancos e consumiram rapidamente o vagão. Ainda não é possível afirmar se o incêndio foi criminoso.

 

O que estava ruim, piorou mais uma vez. E assim, a maria Fumaça de Pouso Alegre, Sul de Minas, um patrimônio histórico e cultural da cidade, vai sumindo em meio ao descaso e abandono. Na noite desta segunda-feira (26) um incêndio consumiu o que restava de um dos vagões da locomotiva. Era um daqueles que estava em melhor condições para voltar a receber passageiros/turistas.

 

Imagens que circularam nas redes sociais mostram as labaredas saindo pelas janelas do vagão. Segundo o Corpo de Bombeiros, o incêndio teve início por volta das 23h. foram utilizados mais de 2 mil litros de água para apagar as chamas. Mas, a destruição já tinha acontecido.

 

A suspeita é que o incêndio tenha sido criminoso. A perícia da Polícia Civil vai ao local nesta terça-feira para analisar a situação.

 

 

Incêndio 2013

 

Em 2013 outro vagão também foi queimado em um incêndio criminoso. Na época, a prefeitura estava com um projeto aprovado no valor de R$ 110 mil reais para revitalizar a Maria Fumaça. Mas o dinheiro se tornou insuficiente e o bem permaneceu no abandono. Apenas a locomotiva e um vagão receberam algumas melhorias. Nada que permitia a volta aos trilhos ou se transformasse em um espaço para visitação pública.

 

Assim, a Maria Fumaça, que fica às margens da BR-459, serve para abrigo de moradores de rua. Ali eles dormem, se alimentam, usam suas bebidas alcoólicas. Também há registro, segundo a Polícia Militar, de usuários de drogas.

 

Todo patrimônio público deveria ser vigiado pela Guarda Municipal. Mas não é bem assim que acontece com a Maria Fumaça. Após o incêndio de 2013 as rondas no local foram intensificadas e um guarda até ficou ali durante o dia. Mas a noite os vagões, a locomotiva e a pequena estação ficam jogadas à sorte. A Guarda Municipal informa que faz rondas periódicas em todos os horários.

 

Em entrevista no ano passado à EPTV, a superintendente Municipal de Cultura, Regina Franco, disse que a atual administração não tinha nenhum projeto para a recuperação da Maria Fumaça. Segundo Regina, a prioridade era concluir obras na cidade que estavam paradas.

 

“Nós não temos orçamento para mexer lá. A prioridade é terminar as obras inacabadas. No caso da cultura o teatro [fechado há mais de 3 anos para reforma], nós estamos trabalhando com o jurídico [da prefeitura] e Ministério Público. Com o tempo nós vamos chegar lá. Isso não significa que não estejamos preocupados com a situação como encontra a Maria Fumaça”, afirmou a superintendente em 2017.

 

A Maria Fumaça de Pouso Alegre chegou a andar sobre os trilhos entre 1997 e 2000. Era um passeio curto, de poucos quilômetros, mas que atraía muitos moradores da cidade e turistas. Hoje, além da locomotiva não se mover mais, os trilhos também já foram retirados do percurso.

Matéria extraída do Terra do Mandu


 


As chamas começaram no estofado de um dos bancos e consumiram rapidamente o vagão. Ainda não é possível afirmar se o incêndio foi criminoso.


 


O que estava ruim, piorou mais uma vez. E assim, a maria Fumaça de Pouso Alegre, Sul de Minas, um patrimônio histórico e cultural da cidade, vai sumindo em meio ao descaso e abandono. Na noite desta segunda-feira (26) um incêndio consumiu o que restava de um dos vagões da locomotiva. Era um daqueles que estava em melhor condições para voltar a receber passageiros/turistas.


 


Imagens que circularam nas redes sociais mostram as labaredas saindo pelas janelas do vagão. Segundo o Corpo de Bombeiros, o incêndio teve início por volta das 23h. foram utilizados mais de 2 mil litros de água para apagar as chamas. Mas, a destruição já tinha acontecido.


 


A suspeita é que o incêndio tenha sido criminoso. A perícia da Polícia Civil vai ao local nesta terça-feira para analisar a situação.


 


 


Incêndio 2013


PATROCINADORES

 


Em 2013 outro vagão também foi queimado em um incêndio criminoso. Na época, a prefeitura estava com um projeto aprovado no valor de R$ 110 mil reais para revitalizar a Maria Fumaça. Mas o dinheiro se tornou insuficiente e o bem permaneceu no abandono. Apenas a locomotiva e um vagão receberam algumas melhorias. Nada que permitia a volta aos trilhos ou se transformasse em um espaço para visitação pública.


 


Assim, a Maria Fumaça, que fica às margens da BR-459, serve para abrigo de moradores de rua. Ali eles dormem, se alimentam, usam suas bebidas alcoólicas. Também há registro, segundo a Polícia Militar, de usuários de drogas.


 


Todo patrimônio público deveria ser vigiado pela Guarda Municipal. Mas não é bem assim que acontece com a Maria Fumaça. Após o incêndio de 2013 as rondas no local foram intensificadas e um guarda até ficou ali durante o dia. Mas a noite os vagões, a locomotiva e a pequena estação ficam jogadas à sorte. A Guarda Municipal informa que faz rondas periódicas em todos os horários.


 


Em entrevista no ano passado à EPTV, a superintendente Municipal de Cultura, Regina Franco, disse que a atual administração não tinha nenhum projeto para a recuperação da Maria Fumaça. Segundo Regina, a prioridade era concluir obras na cidade que estavam paradas.


 


“Nós não temos orçamento para mexer lá. A prioridade é terminar as obras inacabadas. No caso da cultura o teatro [fechado há mais de 3 anos para reforma], nós estamos trabalhando com o jurídico [da prefeitura] e Ministério Público. Com o tempo nós vamos chegar lá. Isso não significa que não estejamos preocupados com a situação como encontra a Maria Fumaça”, afirmou a superintendente em 2017.


 


A Maria Fumaça de Pouso Alegre chegou a andar sobre os trilhos entre 1997 e 2000. Era um passeio curto, de poucos quilômetros, mas que atraía muitos moradores da cidade e turistas. Hoje, além da locomotiva não se mover mais, os trilhos também já foram retirados do percurso.


Matéria extraída do Terra do Mandu



As chamas começaram no estofado de um dos bancos e consumiram rapidamente o vagão. Ainda não é possível afirmar se o incêndio foi criminoso.



O que estava ruim, piorou mais uma vez. E assim, a maria Fumaça de Pouso Alegre, Sul de Minas, um patrimônio histórico e cultural da cidade, vai sumindo em meio ao descaso e abandono. Na noite desta segunda-feira (26) um incêndio consumiu o que restava de um dos vagões da locomotiva. Era um daqueles que estava em melhor condições para voltar a receber passageiros/turistas.



Imagens que circularam nas redes sociais mostram as labaredas saindo pelas janelas do vagão. Segundo o Corpo de Bombeiros, o incêndio teve início por volta das 23h. foram utilizados mais de 2 mil litros de água para apagar as chamas. Mas, a destruição já tinha acontecido.



PATROCINADORES

A suspeita é que o incêndio tenha sido criminoso. A perícia da Polícia Civil vai ao local nesta terça-feira para analisar a situação.



Incêndio 2013



Em 2013 outro vagão também foi queimado em um incêndio criminoso. Na época, a prefeitura estava com um projeto aprovado no valor de R$ 110 mil reais para revitalizar a Maria Fumaça. Mas o dinheiro se tornou insuficiente e o bem permaneceu no abandono. Apenas a locomotiva e um vagão receberam algumas melhorias. Nada que permitia a volta aos trilhos ou se transformasse em um espaço para visitação pública.



Assim, a Maria Fumaça, que fica às margens da BR-459, serve para abrigo de moradores de rua. Ali eles dormem, se alimentam, usam suas bebidas alcoólicas. Também há registro, segundo a Polícia Militar, de usuários de drogas.



PATROCINADORES

Todo patrimônio público deveria ser vigiado pela Guarda Municipal. Mas não é bem assim que acontece com a Maria Fumaça. Após o incêndio de 2013 as rondas no local foram intensificadas e um guarda até ficou ali durante o dia. Mas a noite os vagões, a locomotiva e a pequena estação ficam jogadas à sorte. A Guarda Municipal informa que faz rondas periódicas em todos os horários.



Em entrevista no ano passado à EPTV, a superintendente Municipal de Cultura, Regina Franco, disse que a atual administração não tinha nenhum projeto para a recuperação da Maria Fumaça. Segundo Regina, a prioridade era concluir obras na cidade que estavam paradas.



“Nós não temos orçamento para mexer lá. A prioridade é terminar as obras inacabadas. No caso da cultura o teatro [fechado há mais de 3 anos para reforma], nós estamos trabalhando com o jurídico [da prefeitura] e Ministério Público. Com o tempo nós vamos chegar lá. Isso não significa que não estejamos preocupados com a situação como encontra a Maria Fumaça”, afirmou a superintendente em 2017.



A Maria Fumaça de Pouso Alegre chegou a andar sobre os trilhos entre 1997 e 2000. Era um passeio curto, de poucos quilômetros, mas que atraía muitos moradores da cidade e turistas. Hoje, além da locomotiva não se mover mais, os trilhos também já foram retirados do percurso.



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