news:

Sul de Minas

Médico acusado de mandar matar esposa está atendendo no Sul de Minas

Publicado por TV Minas em 28/03/2018

63221415.jpg

Matéria extraída do G1

 

Médico mudou neste ano para Paraisópolis para trabalhar. Gustavo Sá nega envolvimento no crime e aguarda o julgamento em liberdade.

 

Dez meses após a vendedora Jaqueline Barros ser morta a tiros no trabalho, o ex-marido dela, acusado de ser o mandante do crime, obteve na Justiça autorização para mudar de estado. Ele, que é médico, mudou para Paraisópolis, em Minas Gerais. Gustavo Sá, de 44 anos, nega envolvimento no crime e aguarda o julgamento em liberdade.

 

O pedido de transferência de residência é do fim do ano passado - e é necessário porque estando solto provisoriamente, o médico é obrigado a comparecer periodicamente em juízo e prestar informações sobre alteração de endereço ou viagens. O G1 teve acesso à ação, que tramita em segredo de Justiça.

 

A defesa do médico explicou que Sá, que morava em São José dos Campos, mudou de cidade para voltar a trabalhar, já que estaria tendo dificuldade de retornar ao mercado de trabalho. O advogado dele, Ary Bicudo, confirmou à reportagem que ele não vive mais no Vale do Paraíba.

 

 

Investigação

 

O médico foi apontado pela polícia como mentor do crime. Para a investigação, o motivo foi uma dívida de pensão que ele tinha com a vítima, de quem era separado.

 

Para execução da ex, ele teria feito um acordo para pagar R$ 7 mil ao assassino da mulher. Esse homem foi preso no Paraná junto com a namorada, apontada como comparsa, em agosto do ano passado.

 

Logo após o crime, em maio, Sá chegou a ser preso, mas obteve a liberdade provisória por meio de um habeas corpus em setembro de 2017.

 

 

Revolta

 

A irmã da vítima, Giselle Barros, lamentou que o ex-cunhado tenha conseguido deixar a região.

 

"Ele está tendo direito de refazer a vida dele [enquanto minha irmã está morta]. Sofremos todos os dias a falta dela, o tempo não está amenizando nada", disse ao G1.

 

 

Médico foi preso uma semana após o crime, mas obteve habeas corpus em setembro e responde pelo crime em liberdade.

Matéria extraída do G1


 


Médico mudou neste ano para Paraisópolis para trabalhar. Gustavo Sá nega envolvimento no crime e aguarda o julgamento em liberdade.


 


Dez meses após a vendedora Jaqueline Barros ser morta a tiros no trabalho, o ex-marido dela, acusado de ser o mandante do crime, obteve na Justiça autorização para mudar de estado. Ele, que é médico, mudou para Paraisópolis, em Minas Gerais. Gustavo Sá, de 44 anos, nega envolvimento no crime e aguarda o julgamento em liberdade.


 


O pedido de transferência de residência é do fim do ano passado - e é necessário porque estando solto provisoriamente, o médico é obrigado a comparecer periodicamente em juízo e prestar informações sobre alteração de endereço ou viagens. O G1 teve acesso à ação, que tramita em segredo de Justiça.


 


A defesa do médico explicou que Sá, que morava em São José dos Campos, mudou de cidade para voltar a trabalhar, já que estaria tendo dificuldade de retornar ao mercado de trabalho. O advogado dele, Ary Bicudo, confirmou à reportagem que ele não vive mais no Vale do Paraíba.


 


 


Investigação


 


O médico foi apontado pela polícia como mentor do crime. Para a investigação, o motivo foi uma dívida de pensão que ele tinha com a vítima, de quem era separado.


PATROCINADORES

 


Para execução da ex, ele teria feito um acordo para pagar R$ 7 mil ao assassino da mulher. Esse homem foi preso no Paraná junto com a namorada, apontada como comparsa, em agosto do ano passado.


 


Logo após o crime, em maio, Sá chegou a ser preso, mas obteve a liberdade provisória por meio de um habeas corpus em setembro de 2017.


 


 


Revolta


 


A irmã da vítima, Giselle Barros, lamentou que o ex-cunhado tenha conseguido deixar a região.


 


"Ele está tendo direito de refazer a vida dele [enquanto minha irmã está morta]. Sofremos todos os dias a falta dela, o tempo não está amenizando nada", disse ao G1.


 


 


Médico foi preso uma semana após o crime, mas obteve habeas corpus em setembro e responde pelo crime em liberdade.


Matéria extraída do G1



Médico mudou neste ano para Paraisópolis para trabalhar. Gustavo Sá nega envolvimento no crime e aguarda o julgamento em liberdade.



Dez meses após a vendedora Jaqueline Barros ser morta a tiros no trabalho, o ex-marido dela, acusado de ser o mandante do crime, obteve na Justiça autorização para mudar de estado. Ele, que é médico, mudou para Paraisópolis, em Minas Gerais. Gustavo Sá, de 44 anos, nega envolvimento no crime e aguarda o julgamento em liberdade.



O pedido de transferência de residência é do fim do ano passado - e é necessário porque estando solto provisoriamente, o médico é obrigado a comparecer periodicamente em juízo e prestar informações sobre alteração de endereço ou viagens. O G1 teve acesso à ação, que tramita em segredo de Justiça.



A defesa do médico explicou que Sá, que morava em São José dos Campos, mudou de cidade para voltar a trabalhar, já que estaria tendo dificuldade de retornar ao mercado de trabalho. O advogado dele, Ary Bicudo, confirmou à reportagem que ele não vive mais no Vale do Paraíba.



PATROCINADORES

Investigação



O médico foi apontado pela polícia como mentor do crime. Para a investigação, o motivo foi uma dívida de pensão que ele tinha com a vítima, de quem era separado.



Para execução da ex, ele teria feito um acordo para pagar R$ 7 mil ao assassino da mulher. Esse homem foi preso no Paraná junto com a namorada, apontada como comparsa, em agosto do ano passado.



Logo após o crime, em maio, Sá chegou a ser preso, mas obteve a liberdade provisória por meio de um habeas corpus em setembro de 2017.



PATROCINADORES

Revolta



A irmã da vítima, Giselle Barros, lamentou que o ex-cunhado tenha conseguido deixar a região.



"Ele está tendo direito de refazer a vida dele [enquanto minha irmã está morta]. Sofremos todos os dias a falta dela, o tempo não está amenizando nada", disse ao G1.



Médico foi preso uma semana após o crime, mas obteve habeas corpus em setembro e responde pelo crime em liberdade.



Veja Também