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Forças israelenses deixam palestinos mortos e feridos na fronteira de Gaza

Publicado por TV Minas em 30/03/2018

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Série de protestos convocados pelo Hamas deixou oito palestinos mortos nesta sexta-feira (30). Atos lembram êxodo palestino após criação de estado de Israel.

 

Um confronto na Faixa de Gaza deixou oito palestinos mortos e cerca de 1.100 feridos nesta sexta-feira (30), dizem médicos palestinos. Segundo o Exército israelense, o confronto começou quando palestinos se aproximaram da fronteira de Israel. O Ministério de Saúde de Gaza, por sua vez, diz que soldados israelenses atiraram em dois agricultores palestinos da região que transitaram em suas terras antes das manifestações começarem.

 

O confronto é decorrência de um ato que marca o primeiro dia de protestos da chamada "Marcha do Retorno", manifestação contrária à ocupação israelense. A ação foi convocada pelo Hamas, grupo que comanda a Faixa de Gaza, em cinco pontos do território junto à fronteira com Israel.

 

Segundo Israel, 17 mil palestino compareceram aos cinco acampamentos da marcha.

 

No protesto, previsto para continuar até o dia 15 de maio, tendas de campanha foram montadas a uma distância de cerca de 700 metros da fronteira, mas os manifestantes palestinos têm realizado demonstrações a cerca de 200 metros do território israelense, diz a agência Efe.

 

Ainda segundo a agência, o confronto começou quando palestinos se aproximaram da cerca divisória em cinco pontos da Faixa de Gaza -- no que o Exército israelense respondeu com bombas de gás lacrimogêneo e outros meios de dispersão.

 

Depois da tentativa da dispersão, vários jovens palestinos atiraram pedras contra soldados israelenses, diz a Efe.

 

 

Resposta de Israel

 

Em comunicado postado no Twitter, as Forças Armadas de Israel disseram que "manifestantes estão atirando pneus incendiados, coquetéis molotov e pedras contra a cerca de segurança", enquanto as tropas do Exército "respondem com meios de dispersão e atirando contra os principais instigadores".

 

A nota acrescenta que "a organização terrorista Hamas põe em risco as vidas das pessoas de Gaza e as utiliza para camuflar suas atividades terroristas".

 

Segundo testemunhas, do lado israelense foi possível ouvir disparos e ver muita fumaça, enquanto em Gaza havia várias ambulâncias posicionadas.

 

Ashraf al Qedra, porta-voz do Ministério da Saúde do Hamas em Gaza, contudo, disse que soldados israelenses atiraram em dois camponeses que não estavam presentes no confronto.

 

Eles estavam transitando em suas terras perto da fronteira no sudeste da cidade de Khan Yunis, sendo que um deles, de 27 anos, morreu e o outro ficou ferido.

Série de protestos convocados pelo Hamas deixou oito palestinos mortos nesta sexta-feira (30). Atos lembram êxodo palestino após criação de estado de Israel.


 


Um confronto na Faixa de Gaza deixou oito palestinos mortos e cerca de 1.100 feridos nesta sexta-feira (30), dizem médicos palestinos. Segundo o Exército israelense, o confronto começou quando palestinos se aproximaram da fronteira de Israel. O Ministério de Saúde de Gaza, por sua vez, diz que soldados israelenses atiraram em dois agricultores palestinos da região que transitaram em suas terras antes das manifestações começarem.


 


O confronto é decorrência de um ato que marca o primeiro dia de protestos da chamada "Marcha do Retorno", manifestação contrária à ocupação israelense. A ação foi convocada pelo Hamas, grupo que comanda a Faixa de Gaza, em cinco pontos do território junto à fronteira com Israel.


 


Segundo Israel, 17 mil palestino compareceram aos cinco acampamentos da marcha.


 


No protesto, previsto para continuar até o dia 15 de maio, tendas de campanha foram montadas a uma distância de cerca de 700 metros da fronteira, mas os manifestantes palestinos têm realizado demonstrações a cerca de 200 metros do território israelense, diz a agência Efe.


 


Ainda segundo a agência, o confronto começou quando palestinos se aproximaram da cerca divisória em cinco pontos da Faixa de Gaza -- no que o Exército israelense respondeu com bombas de gás lacrimogêneo e outros meios de dispersão.


 


Depois da tentativa da dispersão, vários jovens palestinos atiraram pedras contra soldados israelenses, diz a Efe.


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Resposta de Israel


 


Em comunicado postado no Twitter, as Forças Armadas de Israel disseram que "manifestantes estão atirando pneus incendiados, coquetéis molotov e pedras contra a cerca de segurança", enquanto as tropas do Exército "respondem com meios de dispersão e atirando contra os principais instigadores".


 


A nota acrescenta que "a organização terrorista Hamas põe em risco as vidas das pessoas de Gaza e as utiliza para camuflar suas atividades terroristas".


 


Segundo testemunhas, do lado israelense foi possível ouvir disparos e ver muita fumaça, enquanto em Gaza havia várias ambulâncias posicionadas.


 


Ashraf al Qedra, porta-voz do Ministério da Saúde do Hamas em Gaza, contudo, disse que soldados israelenses atiraram em dois camponeses que não estavam presentes no confronto.


 


Eles estavam transitando em suas terras perto da fronteira no sudeste da cidade de Khan Yunis, sendo que um deles, de 27 anos, morreu e o outro ficou ferido.


Série de protestos convocados pelo Hamas deixou oito palestinos mortos nesta sexta-feira (30). Atos lembram êxodo palestino após criação de estado de Israel.



Um confronto na Faixa de Gaza deixou oito palestinos mortos e cerca de 1.100 feridos nesta sexta-feira (30), dizem médicos palestinos. Segundo o Exército israelense, o confronto começou quando palestinos se aproximaram da fronteira de Israel. O Ministério de Saúde de Gaza, por sua vez, diz que soldados israelenses atiraram em dois agricultores palestinos da região que transitaram em suas terras antes das manifestações começarem.



O confronto é decorrência de um ato que marca o primeiro dia de protestos da chamada "Marcha do Retorno", manifestação contrária à ocupação israelense. A ação foi convocada pelo Hamas, grupo que comanda a Faixa de Gaza, em cinco pontos do território junto à fronteira com Israel.



Segundo Israel, 17 mil palestino compareceram aos cinco acampamentos da marcha.



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No protesto, previsto para continuar até o dia 15 de maio, tendas de campanha foram montadas a uma distância de cerca de 700 metros da fronteira, mas os manifestantes palestinos têm realizado demonstrações a cerca de 200 metros do território israelense, diz a agência Efe.



Ainda segundo a agência, o confronto começou quando palestinos se aproximaram da cerca divisória em cinco pontos da Faixa de Gaza -- no que o Exército israelense respondeu com bombas de gás lacrimogêneo e outros meios de dispersão.



Depois da tentativa da dispersão, vários jovens palestinos atiraram pedras contra soldados israelenses, diz a Efe.



Resposta de Israel



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Em comunicado postado no Twitter, as Forças Armadas de Israel disseram que "manifestantes estão atirando pneus incendiados, coquetéis molotov e pedras contra a cerca de segurança", enquanto as tropas do Exército "respondem com meios de dispersão e atirando contra os principais instigadores".



A nota acrescenta que "a organização terrorista Hamas põe em risco as vidas das pessoas de Gaza e as utiliza para camuflar suas atividades terroristas".



Segundo testemunhas, do lado israelense foi possível ouvir disparos e ver muita fumaça, enquanto em Gaza havia várias ambulâncias posicionadas.



Ashraf al Qedra, porta-voz do Ministério da Saúde do Hamas em Gaza, contudo, disse que soldados israelenses atiraram em dois camponeses que não estavam presentes no confronto.



Eles estavam transitando em suas terras perto da fronteira no sudeste da cidade de Khan Yunis, sendo que um deles, de 27 anos, morreu e o outro ficou ferido.



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