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Sul de Minas

SES confirma febre amarela em macacos achados mortos no Sul de Minas

Publicado por TV Minas em 03/04/2018

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Matéria extraída do G1

 

Novo relatório confirma a presença do vírus da doença em animais encontrados sem vida em Santo Antônio do Amparo e Nepomuceno.

 

 

Secretaria de Saúde de Minas Gerais confirmou em novo boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira (3) a presença de febre amarela em mais dois macacos encontrados mortos no Sul de Minas. Os novos casos confirmados são de primatas encontrados em fevereiro nas cidades de Santo Antônio do Amparo e Nepomuceno.

 

Com os novos casos, sobe para sete o número de macacos com febre amarela confirmados no Sul de Minas neste ano. Antes, já tinha sido confirmada a presença do vírus em animais encontrados mortos em Ijaci, Cachoeira de Minas e Sapucaí-Mirim (em fevereiro) e Camanducaia e Congonhal (em janeiro).

 

O macaco não transmite a febre amarela. Ele também é vítima da doença. A presença do vírus em primatas significa que o vírus está circulando na região em que ele foi encontrado.

 

 

Sem novos casos em humanos

 

O novo relatório não trouxe a confirmação de novos casos em humanos na região. Até o momento, são 29 casos de febre amarela confirmados, com 13 mortes em cidades do Sul de Minas. Em todo o Estado, são 446 casos confirmados, com 150 mortes.

 

 

Febre Amarela

 

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos vetores, e possui dois ciclos de transmissão: silvestre (quando há transmissão em área rural ou de floresta) e urbano. O vírus é transmitido pela picada dos mosquitos transmissores infectados e não há transmissão direta de pessoa a pessoa. Nas cidades é transmitida principalmente por mosquitos da espécie Aedes aegypti.

 

Os sintomas iniciais da febre amarela incluem o início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.

Matéria extraída do G1


 


Novo relatório confirma a presença do vírus da doença em animais encontrados sem vida em Santo Antônio do Amparo e Nepomuceno.


 


 


Secretaria de Saúde de Minas Gerais confirmou em novo boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira (3) a presença de febre amarela em mais dois macacos encontrados mortos no Sul de Minas. Os novos casos confirmados são de primatas encontrados em fevereiro nas cidades de Santo Antônio do Amparo e Nepomuceno.


 


Com os novos casos, sobe para sete o número de macacos com febre amarela confirmados no Sul de Minas neste ano. Antes, já tinha sido confirmada a presença do vírus em animais encontrados mortos em Ijaci, Cachoeira de Minas e Sapucaí-Mirim (em fevereiro) e Camanducaia e Congonhal (em janeiro).


 


O macaco não transmite a febre amarela. Ele também é vítima da doença. A presença do vírus em primatas significa que o vírus está circulando na região em que ele foi encontrado.


 


PATROCINADORES

 


Sem novos casos em humanos


 


O novo relatório não trouxe a confirmação de novos casos em humanos na região. Até o momento, são 29 casos de febre amarela confirmados, com 13 mortes em cidades do Sul de Minas. Em todo o Estado, são 446 casos confirmados, com 150 mortes.


 


 


Febre Amarela


 


A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos vetores, e possui dois ciclos de transmissão: silvestre (quando há transmissão em área rural ou de floresta) e urbano. O vírus é transmitido pela picada dos mosquitos transmissores infectados e não há transmissão direta de pessoa a pessoa. Nas cidades é transmitida principalmente por mosquitos da espécie Aedes aegypti.


 


Os sintomas iniciais da febre amarela incluem o início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.


Matéria extraída do G1



Novo relatório confirma a presença do vírus da doença em animais encontrados sem vida em Santo Antônio do Amparo e Nepomuceno.



Secretaria de Saúde de Minas Gerais confirmou em novo boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira (3) a presença de febre amarela em mais dois macacos encontrados mortos no Sul de Minas. Os novos casos confirmados são de primatas encontrados em fevereiro nas cidades de Santo Antônio do Amparo e Nepomuceno.



PATROCINADORES

Com os novos casos, sobe para sete o número de macacos com febre amarela confirmados no Sul de Minas neste ano. Antes, já tinha sido confirmada a presença do vírus em animais encontrados mortos em Ijaci, Cachoeira de Minas e Sapucaí-Mirim (em fevereiro) e Camanducaia e Congonhal (em janeiro).



O macaco não transmite a febre amarela. Ele também é vítima da doença. A presença do vírus em primatas significa que o vírus está circulando na região em que ele foi encontrado.



Sem novos casos em humanos



PATROCINADORES

O novo relatório não trouxe a confirmação de novos casos em humanos na região. Até o momento, são 29 casos de febre amarela confirmados, com 13 mortes em cidades do Sul de Minas. Em todo o Estado, são 446 casos confirmados, com 150 mortes.



Febre Amarela



A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos vetores, e possui dois ciclos de transmissão: silvestre (quando há transmissão em área rural ou de floresta) e urbano. O vírus é transmitido pela picada dos mosquitos transmissores infectados e não há transmissão direta de pessoa a pessoa. Nas cidades é transmitida principalmente por mosquitos da espécie Aedes aegypti.



Os sintomas iniciais da febre amarela incluem o início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.



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