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Ciência & Tecnologia

Cientistas fabricarão abelhas robôs para a exploração de Marte

Publicado por TV Minas em 05/04/2018

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Projeto utilizará insetos robóticos para coletar informações do Planeta Vermelho.

 

O céu de Marte pode ficar muito mais movimentado em um futuro nem tão distante. Isso se depender de um time de pesquisadores da Universidade de Huntsville, no estado norte-americano do Alabama. Explorar os 144 milhões de quilômetros quadrados da superfície e nosso planeta vizinho não é fácil. É cerca de 100 milhões de quilômetros quadrados a mais que todos os continentes terrestres somados. Percorrer tudo isso com uma sonda, como a Curiosity, com velocidade de 0,14 km/h levaria uma eternidade. Muito mais prático fazer pelos ares, com a ajuda de abelhas-robôs.

 

Pesquisando melhores formas de voar na rarefeita atmosfera marciana, os cientistas encontraram nos insetos a inspiração para desenvolver um mecanismo que tivesse um desenho que favorecesse a aerodinâmica com um baixo consumo de energia. Com testes em modelos que simulam as condições locais, chegaram a um robô com o tamanho de uma abelha e asas de cigarra.

 

 

Como vai funcionar as Marsbees.

 

 

A ideia é que, em uma missão futura, uma sonda carregará diversos robôs voadores, que seriam equipados com sensores e um dispositivo de comunicação sem fio. Assim elas sairiam para explorar o planeta, e só retornariam para recarregar as baterias. O projeto foi batizado de Marsbees, ou 'Abelhas de Marte' em português.

 

Essa forma de exploração, além de aumentar a eficiência da exploração, seria mais resiliente a falhas individuais no sistema. Se um robozinho quebrar, a missão continuará normalmente, mas com uma abelha a menos.

 

O próximo passo agora é desenvolver o robô. Para isso, contam com a ajuda de engenheiros japoneses. A equipe do Alabama vai modelar, analisar e otimizar numericamente as informações sobre as condições atmosféricas de Marte, e no Japão será desenvolvida e testada a abelha marciana.

 

A criação do Hummingbird Micro-Air Vehicle (micro veículo aéreo beija flor em português) credenciou os pesquisadores japoneses. É um dos poucos robôs desse tipo que conseguem voar na Terra. Na primeira fase do projeto, o beija-flor será testado em uma câmara de vácuo com a densidade do ar reduzida à de Marte. Em seguida, serão observados o desempenho do mecanismo enfrentando rajadas de vento e em situação de decolagem.

 

A previsão é que as abelhas marcianas só fiquem prontas a partir de 2030.

Projeto utilizará insetos robóticos para coletar informações do Planeta Vermelho.


 


O céu de Marte pode ficar muito mais movimentado em um futuro nem tão distante. Isso se depender de um time de pesquisadores da Universidade de Huntsville, no estado norte-americano do Alabama. Explorar os 144 milhões de quilômetros quadrados da superfície e nosso planeta vizinho não é fácil. É cerca de 100 milhões de quilômetros quadrados a mais que todos os continentes terrestres somados. Percorrer tudo isso com uma sonda, como a Curiosity, com velocidade de 0,14 km/h levaria uma eternidade. Muito mais prático fazer pelos ares, com a ajuda de abelhas-robôs.


 


Pesquisando melhores formas de voar na rarefeita atmosfera marciana, os cientistas encontraram nos insetos a inspiração para desenvolver um mecanismo que tivesse um desenho que favorecesse a aerodinâmica com um baixo consumo de energia. Com testes em modelos que simulam as condições locais, chegaram a um robô com o tamanho de uma abelha e asas de cigarra.


 


 



Como vai funcionar as Marsbees.


 


PATROCINADORES

 


A ideia é que, em uma missão futura, uma sonda carregará diversos robôs voadores, que seriam equipados com sensores e um dispositivo de comunicação sem fio. Assim elas sairiam para explorar o planeta, e só retornariam para recarregar as baterias. O projeto foi batizado de Marsbees, ou 'Abelhas de Marte' em português.


 


Essa forma de exploração, além de aumentar a eficiência da exploração, seria mais resiliente a falhas individuais no sistema. Se um robozinho quebrar, a missão continuará normalmente, mas com uma abelha a menos.


 


O próximo passo agora é desenvolver o robô. Para isso, contam com a ajuda de engenheiros japoneses. A equipe do Alabama vai modelar, analisar e otimizar numericamente as informações sobre as condições atmosféricas de Marte, e no Japão será desenvolvida e testada a abelha marciana.


 


A criação do Hummingbird Micro-Air Vehicle (micro veículo aéreo beija flor em português) credenciou os pesquisadores japoneses. É um dos poucos robôs desse tipo que conseguem voar na Terra. Na primeira fase do projeto, o beija-flor será testado em uma câmara de vácuo com a densidade do ar reduzida à de Marte. Em seguida, serão observados o desempenho do mecanismo enfrentando rajadas de vento e em situação de decolagem.


 


A previsão é que as abelhas marcianas só fiquem prontas a partir de 2030.


Projeto utilizará insetos robóticos para coletar informações do Planeta Vermelho.



O céu de Marte pode ficar muito mais movimentado em um futuro nem tão distante. Isso se depender de um time de pesquisadores da Universidade de Huntsville, no estado norte-americano do Alabama. Explorar os 144 milhões de quilômetros quadrados da superfície e nosso planeta vizinho não é fácil. É cerca de 100 milhões de quilômetros quadrados a mais que todos os continentes terrestres somados. Percorrer tudo isso com uma sonda, como a Curiosity, com velocidade de 0,14 km/h levaria uma eternidade. Muito mais prático fazer pelos ares, com a ajuda de abelhas-robôs.



Pesquisando melhores formas de voar na rarefeita atmosfera marciana, os cientistas encontraram nos insetos a inspiração para desenvolver um mecanismo que tivesse um desenho que favorecesse a aerodinâmica com um baixo consumo de energia. Com testes em modelos que simulam as condições locais, chegaram a um robô com o tamanho de uma abelha e asas de cigarra.



PATROCINADORES



Como vai funcionar as Marsbees.



A ideia é que, em uma missão futura, uma sonda carregará diversos robôs voadores, que seriam equipados com sensores e um dispositivo de comunicação sem fio. Assim elas sairiam para explorar o planeta, e só retornariam para recarregar as baterias. O projeto foi batizado de Marsbees, ou 'Abelhas de Marte' em português.



PATROCINADORES

Essa forma de exploração, além de aumentar a eficiência da exploração, seria mais resiliente a falhas individuais no sistema. Se um robozinho quebrar, a missão continuará normalmente, mas com uma abelha a menos.



O próximo passo agora é desenvolver o robô. Para isso, contam com a ajuda de engenheiros japoneses. A equipe do Alabama vai modelar, analisar e otimizar numericamente as informações sobre as condições atmosféricas de Marte, e no Japão será desenvolvida e testada a abelha marciana.



A criação do Hummingbird Micro-Air Vehicle (micro veículo aéreo beija flor em português) credenciou os pesquisadores japoneses. É um dos poucos robôs desse tipo que conseguem voar na Terra. Na primeira fase do projeto, o beija-flor será testado em uma câmara de vácuo com a densidade do ar reduzida à de Marte. Em seguida, serão observados o desempenho do mecanismo enfrentando rajadas de vento e em situação de decolagem.



A previsão é que as abelhas marcianas só fiquem prontas a partir de 2030.



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