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Sul de Minas

Com 1 ano de atuação, Gaeco soma 77 presos em operações no Sul de Minas

Publicado por TV Minas em 08/04/2018

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Matéria extraída do G1

 

Grupo de Ações Especiais de Combate ao Crime Organizado é um braço do Ministério Público e tem como foco desarticular quadrilhas.

 

Há quatro anos, o Grupo de Ações Especiais de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) passou a atuar em Minas Gerais. Depois, chegou ao Sul de Minas, onde começou a atuar no ano passado. Desde então, 77 pessoas já foram presas.

 

O Gaeco é um braço do Ministério Público e tem como foco desarticular quadrilhas que vão desde o tráfico de drogas a crimes contra a administração pública.

 

"A criação do Gaeco se deu para investigação daqueles crimes mais complexos, praticados por uma criminalidade altamente organizada. Sejam crimes violentos, como tráfico de drogas, roubos, furtos. Em organização criminosa, sejam os crimes contra a administração pública, corrupção, peculato”, diz o coordenador do grupo, Igor Serrano Silva.

 

"Eles estão ali exclusivamente para a busca de elementos, indícios a respeito dessas organizações criminosas em diversas atividades", explica o advogado Márcio Vani Benfica.

 

Segundo o coordenador do Gaeco, com a alta demanda de investigações, o grupo pretende aumentar em breve o número de promotores e policiais.

 

"O crime é altamente adaptativo. Assim como o ser humano. E os órgãos de investigação, a estrutura estatal, tem que aprender a se adaptar também. O crime, de acordo com o sufocamento de um lado, ele vai caminhando para outro. Isso em várias facetas. Então a investigação deve fazer exatamente a mesma coisa”, afirma Silva.

 

Foi usando o setor de inteligência que, em março, os promotores desarticularam uma quadrilha de tráfico de drogas em Pouso Alegre, com 14 pessoas presas. Em Elói Mendes, na operação Algoz, oito pessoas foram presas ligadas ao tráfico de drogas. E o Gaeco descobriu ainda um desvio de um R$ 1,7 milhão mil reais dos cofres públicos dos municípios de Varginha e Santana da Vargem, na operação Plano Pirata.

 

"Já temos ex-prefeitos, ex-secretários condenados. Esse é o nosso objetivo. Fazer com que a investigação dure um tempo razoável, que a ação penal também tenha um tempo razoavel, que a condenação venha no tempo oportuno e não tardiamente”, conclui o coordenador.

Matéria extraída do G1


 


Grupo de Ações Especiais de Combate ao Crime Organizado é um braço do Ministério Público e tem como foco desarticular quadrilhas.


 


Há quatro anos, o Grupo de Ações Especiais de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) passou a atuar em Minas Gerais. Depois, chegou ao Sul de Minas, onde começou a atuar no ano passado. Desde então, 77 pessoas já foram presas.


 


O Gaeco é um braço do Ministério Público e tem como foco desarticular quadrilhas que vão desde o tráfico de drogas a crimes contra a administração pública.


 


"A criação do Gaeco se deu para investigação daqueles crimes mais complexos, praticados por uma criminalidade altamente organizada. Sejam crimes violentos, como tráfico de drogas, roubos, furtos. Em organização criminosa, sejam os crimes contra a administração pública, corrupção, peculato”, diz o coordenador do grupo, Igor Serrano Silva.


PATROCINADORES

 


"Eles estão ali exclusivamente para a busca de elementos, indícios a respeito dessas organizações criminosas em diversas atividades", explica o advogado Márcio Vani Benfica.


 


Segundo o coordenador do Gaeco, com a alta demanda de investigações, o grupo pretende aumentar em breve o número de promotores e policiais.


 


"O crime é altamente adaptativo. Assim como o ser humano. E os órgãos de investigação, a estrutura estatal, tem que aprender a se adaptar também. O crime, de acordo com o sufocamento de um lado, ele vai caminhando para outro. Isso em várias facetas. Então a investigação deve fazer exatamente a mesma coisa”, afirma Silva.


 


Foi usando o setor de inteligência que, em março, os promotores desarticularam uma quadrilha de tráfico de drogas em Pouso Alegre, com 14 pessoas presas. Em Elói Mendes, na operação Algoz, oito pessoas foram presas ligadas ao tráfico de drogas. E o Gaeco descobriu ainda um desvio de um R$ 1,7 milhão mil reais dos cofres públicos dos municípios de Varginha e Santana da Vargem, na operação Plano Pirata.


 


"Já temos ex-prefeitos, ex-secretários condenados. Esse é o nosso objetivo. Fazer com que a investigação dure um tempo razoável, que a ação penal também tenha um tempo razoavel, que a condenação venha no tempo oportuno e não tardiamente”, conclui o coordenador.


Matéria extraída do G1



Grupo de Ações Especiais de Combate ao Crime Organizado é um braço do Ministério Público e tem como foco desarticular quadrilhas.



Há quatro anos, o Grupo de Ações Especiais de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) passou a atuar em Minas Gerais. Depois, chegou ao Sul de Minas, onde começou a atuar no ano passado. Desde então, 77 pessoas já foram presas.



PATROCINADORES

O Gaeco é um braço do Ministério Público e tem como foco desarticular quadrilhas que vão desde o tráfico de drogas a crimes contra a administração pública.



"A criação do Gaeco se deu para investigação daqueles crimes mais complexos, praticados por uma criminalidade altamente organizada. Sejam crimes violentos, como tráfico de drogas, roubos, furtos. Em organização criminosa, sejam os crimes contra a administração pública, corrupção, peculato”, diz o coordenador do grupo, Igor Serrano Silva.



"Eles estão ali exclusivamente para a busca de elementos, indícios a respeito dessas organizações criminosas em diversas atividades", explica o advogado Márcio Vani Benfica.



PATROCINADORES

Segundo o coordenador do Gaeco, com a alta demanda de investigações, o grupo pretende aumentar em breve o número de promotores e policiais.



"O crime é altamente adaptativo. Assim como o ser humano. E os órgãos de investigação, a estrutura estatal, tem que aprender a se adaptar também. O crime, de acordo com o sufocamento de um lado, ele vai caminhando para outro. Isso em várias facetas. Então a investigação deve fazer exatamente a mesma coisa”, afirma Silva.



Foi usando o setor de inteligência que, em março, os promotores desarticularam uma quadrilha de tráfico de drogas em Pouso Alegre, com 14 pessoas presas. Em Elói Mendes, na operação Algoz, oito pessoas foram presas ligadas ao tráfico de drogas. E o Gaeco descobriu ainda um desvio de um R$ 1,7 milhão mil reais dos cofres públicos dos municípios de Varginha e Santana da Vargem, na operação Plano Pirata.



"Já temos ex-prefeitos, ex-secretários condenados. Esse é o nosso objetivo. Fazer com que a investigação dure um tempo razoável, que a ação penal também tenha um tempo razoavel, que a condenação venha no tempo oportuno e não tardiamente”, conclui o coordenador.



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