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Qual é a origem dos piercings?

Publicado por TV Minas em 09/04/2018

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Diversos povos e civilizações antigas usavam os adornos com diferentes finalidades.

 

Não existe um momento certo para a origem do piercing. Esse tipo de ornamento foi usado por diversas civilizações antigas, com diferentes significados. Maias e astecas, por exemplo, adotavam o piercing com finalidades religiosas. Já egípcios e indianos perfuravam partes do corpo para demarcar suas posições de hierarquia na sociedade ou suas castas. Os romanos usavam por vaidade, como um adorno mesmo.

 

No século 19, a prática caiu em desuso e começou, inclusive, a ser discriminada. E foi renascer só com o movimento hippie, durante os anos 1960.

 

 

 

 

1) 4000 a.C. – Esquimós e povos das Ilhas Aleutas, no Alasca (EUA), usavam piercingslabiais para representar marcos importantes da vida, como a entrada na puberdade, o casamento e a iniciação como caçador.

 

2) 3000 a.C. – No antigo Egito, enfeites perfurados no umbigo sinalizavam realeza. Os faraós usavam para indicar sua posição no poder.

 

3) 2000 a.C. – Brincos e piercings existiam nas dinastias Xia e Shang, na antiga China. Era costume no casamento com garotas de 12 e 13 anos a introdução de agulhas de ouro em suas orelhas.

 

4) 900 a.C. – Astecas e maias confeccionavam cavidades no esmalte dental para a colocação de pedras preciosas. Esses povos também colocavam joias na língua como sinal de nobreza.

 

5) 700 a.C. – Os romanos acreditavam que argolas de ouro e outros metais preciosos no mamilo melhorariam sua virilidade.

 

 

 

 

6) Entre 100 e 400 d.C. – O segundo capítulo do Kama Sutra, livro indiano do amor, mencionava o apadravaya, um piercing que passa verticalmente pela glande do pênis, estimulando o prazer masculino e feminino

 

7) Séculos 16 e 17 – Piercings no nariz foram uma tendência criada pelo império Mugal no Paquistão e na Índia. Indianos costumavam usar argolas com joias nas abas e nos septos para despertar a atração.

 

8) Século 19 – Damas da alta sociedade europeia eram adeptas do “mamilo adornado”, acreditando que os piercings fariam seus seios crescerem mais atraentes. Algumas penduravam correntes de um mamilo a outro.

 

9) Anos 60 – Os piercings voltaram à moda com os hippies. Como o movimento era anti- conservadorismo, o piercing fazia parte de um conjunto de hábitos primitivos resgatados, como tatuagens.

 

10) Anos 70 e 80 – O movimento punk adotou modificações corporais como forma de satirizar e se opor à sociedade burguesa. Os piercings, sempre muito visíveis, viraram símbolo de rebeldia.

Diversos povos e civilizações antigas usavam os adornos com diferentes finalidades.


 


Não existe um momento certo para a origem do piercing. Esse tipo de ornamento foi usado por diversas civilizações antigas, com diferentes significados. Maias e astecas, por exemplo, adotavam o piercing com finalidades religiosas. Já egípcios e indianos perfuravam partes do corpo para demarcar suas posições de hierarquia na sociedade ou suas castas. Os romanos usavam por vaidade, como um adorno mesmo.


 


No século 19, a prática caiu em desuso e começou, inclusive, a ser discriminada. E foi renascer só com o movimento hippie, durante os anos 1960.


 


 



 


 


1) 4000 a.C. – Esquimós e povos das Ilhas Aleutas, no Alasca (EUA), usavam piercingslabiais para representar marcos importantes da vida, como a entrada na puberdade, o casamento e a iniciação como caçador.


 


2) 3000 a.C. – No antigo Egito, enfeites perfurados no umbigo sinalizavam realeza. Os faraós usavam para indicar sua posição no poder.


 


3) 2000 a.C. – Brincos e piercings existiam nas dinastias Xia e Shang, na antiga China. Era costume no casamento com garotas de 12 e 13 anos a introdução de agulhas de ouro em suas orelhas.


 


PATROCINADORES

4) 900 a.C. – Astecas e maias confeccionavam cavidades no esmalte dental para a colocação de pedras preciosas. Esses povos também colocavam joias na língua como sinal de nobreza.


 


5) 700 a.C. – Os romanos acreditavam que argolas de ouro e outros metais preciosos no mamilo melhorariam sua virilidade.


 


 



 


 


6) Entre 100 e 400 d.C. – O segundo capítulo do Kama Sutra, livro indiano do amor, mencionava o apadravaya, um piercing que passa verticalmente pela glande do pênis, estimulando o prazer masculino e feminino


 


7) Séculos 16 e 17 – Piercings no nariz foram uma tendência criada pelo império Mugal no Paquistão e na Índia. Indianos costumavam usar argolas com joias nas abas e nos septos para despertar a atração.


 


8) Século 19 – Damas da alta sociedade europeia eram adeptas do “mamilo adornado”, acreditando que os piercings fariam seus seios crescerem mais atraentes. Algumas penduravam correntes de um mamilo a outro.


 


9) Anos 60 – Os piercings voltaram à moda com os hippies. Como o movimento era anti- conservadorismo, o piercing fazia parte de um conjunto de hábitos primitivos resgatados, como tatuagens.


 


10) Anos 70 e 80 – O movimento punk adotou modificações corporais como forma de satirizar e se opor à sociedade burguesa. Os piercings, sempre muito visíveis, viraram símbolo de rebeldia.


Diversos povos e civilizações antigas usavam os adornos com diferentes finalidades.



Não existe um momento certo para a origem do piercing. Esse tipo de ornamento foi usado por diversas civilizações antigas, com diferentes significados. Maias e astecas, por exemplo, adotavam o piercing com finalidades religiosas. Já egípcios e indianos perfuravam partes do corpo para demarcar suas posições de hierarquia na sociedade ou suas castas. Os romanos usavam por vaidade, como um adorno mesmo.



No século 19, a prática caiu em desuso e começou, inclusive, a ser discriminada. E foi renascer só com o movimento hippie, durante os anos 1960.





1) 4000 a.C. – Esquimós e povos das Ilhas Aleutas, no Alasca (EUA), usavam piercingslabiais para representar marcos importantes da vida, como a entrada na puberdade, o casamento e a iniciação como caçador.



PATROCINADORES

2) 3000 a.C. – No antigo Egito, enfeites perfurados no umbigo sinalizavam realeza. Os faraós usavam para indicar sua posição no poder.



3) 2000 a.C. – Brincos e piercings existiam nas dinastias Xia e Shang, na antiga China. Era costume no casamento com garotas de 12 e 13 anos a introdução de agulhas de ouro em suas orelhas.



4) 900 a.C. – Astecas e maias confeccionavam cavidades no esmalte dental para a colocação de pedras preciosas. Esses povos também colocavam joias na língua como sinal de nobreza.



5) 700 a.C. – Os romanos acreditavam que argolas de ouro e outros metais preciosos no mamilo melhorariam sua virilidade.





PATROCINADORES

6) Entre 100 e 400 d.C. – O segundo capítulo do Kama Sutra, livro indiano do amor, mencionava o apadravaya, um piercing que passa verticalmente pela glande do pênis, estimulando o prazer masculino e feminino



7) Séculos 16 e 17 – Piercings no nariz foram uma tendência criada pelo império Mugal no Paquistão e na Índia. Indianos costumavam usar argolas com joias nas abas e nos septos para despertar a atração.



8) Século 19 – Damas da alta sociedade europeia eram adeptas do “mamilo adornado”, acreditando que os piercings fariam seus seios crescerem mais atraentes. Algumas penduravam correntes de um mamilo a outro.



9) Anos 60 – Os piercings voltaram à moda com os hippies. Como o movimento era anti- conservadorismo, o piercing fazia parte de um conjunto de hábitos primitivos resgatados, como tatuagens.



10) Anos 70 e 80 – O movimento punk adotou modificações corporais como forma de satirizar e se opor à sociedade burguesa. Os piercings, sempre muito visíveis, viraram símbolo de rebeldia.



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