news:

Bem Estar

Síndrome do impostor: você sofre dela?

Publicado por TV Minas em 10/04/2018

foto_principal.jpg

Cada vez mais comum, ela faz com que uma pessoa se veja como uma farsa e minimize as próprias conquistas.

 

Muitas pessoas bem-sucedidas costumam atribuir o próprio sucesso a um golpe de sorte — e por isso, a  qualquer momento, serão expostas como impostoras. Elas sofrem do que a ciência chama de síndrome do impostor. Essa denominação, que surgiu timidamente pela primeira vez em 1978, em um artigo publicado na revista Psychology and Psychotherapy: Theory, Research and Practice, é cada vez mais comum e descreve uma sensação interna que faz com que um individuo se veja como uma farsa e minimize as próprias conquistas.

 

 

Principais Sintomas

 

A baixa autoestima geralmente alimenta a síndrome do impostor. Não importa quanto sucesso obtenham, as pessoas afetadas sempre negam suas conquistas e questionam sua autoestima. Contrariando a lógica, ser bem-sucedido não os fazem se sentir mais confiantes, muito pelo contrário, faz com que tenham a sensação de estar sempre enganando as pessoas que os cercam.

 

 

Os sintomas comuns de quem sofre com essa síndrome são:

 

  • Preocupação ou medo de que colegas descubram que você não é tão capaz ou inteligente quanto eles acham que você é;
  • Creditar realizações como sendo “golpe de sorte” ou “não é grande coisa”;
  • Evitar fazer qualquer coisa desafiadora por duvidar das próprias habilidades;
  • Necessidade de fazer tudo perfeitamente;
  • Odiar cometer erros;
  • Sentir-se derrotado pelas críticas, vendo-as como prova de incompetência;
  • Acreditar que os outros são mais capazes, mais inteligentes e mais competentes que você;
  • Conviver diariamente com medo de ser descoberto como uma fraude.

 

 

Veja algumas dicas dadas pelo Medical News Today:

 

 

1. Converse! Você não é o único

 

Aceitar que a síndrome do impostor existe e que você não é o único que sofre com ela, muitas vezes é suficiente para colocar acalmar a sua mente. Essa síndrome é comum e afeta desde estudantes do ensino médio até celebridades e ganhadores do Prêmio Nobel. Infelizmente, ela não costuma ser um tópico discutido; e isso se deve ao fato de as pessoas que passam por isso tenham a constante sensação de que se conversarem sobre o assunto, elas serão desmascaradas, preferindo manter esse “segredo obscuro”. No entanto, quando a questão é abordado, muitos sentem uma profunda sensação de alívio por não serem os únicos que se sentem assim.

 

 

2. Identifique a raiz do problema

 

Identificar exatamente o que está abalando a sua confiança pode ajudá-lo a ver com clareza a causa básica do problema, permitindo que você se concentre em superá-lo. Às vezes, a origem da síndrome está ainda na infância. Muitas crianças têm de competir com alguém que os pais costumam rotular de “melhor”. Sabe aquela frase “o filho de fulaninho fez isso ou aquilo?” que os pais usam como forma de estimular os filhos a serem melhores? É ela que, na maioria das vezes, desencadeia  a necessidade de se superar, mas como os pais parecem não enxergar as conquistas das crianças, elas acabam desenvolvendo a sensação de que as realizações não provêm do mérito, mas do acaso ou da sorte. É assim que a síndrome do impostor surge.

 

 

3. Lembre-se de suas conquistas

 

Manter um registro de todas as suas realizações e consultá-lo às vezes pode ajudá-lo a aceitar todas as suas conquistas. Seja um currículo, uma lista, um diário ou uma caixa de anotações que ilustrem suas vitórias pessoais, ter algo concreto pode lembrá-lo de que seus resultados são reais e não simplesmente fruto da sua imaginação. Depois de ter aceitado o sucesso, a crença na própria capacidade de realizar tarefas pode desempenhar um papel importante na maneira como você lida com responsabilidades, desafios e metas.

 

Para se tornar uma pessoa eficiente e alcançar ainda mais é preciso seguir alguns passos, como:

 

  • Definir metas que exijam muito;
  • Prosperar em desafios (ou seja, não evitá-los);
  • Estar sempre motivado;
  • Não parar diante dos obstáculos;
  • Dar o melhor de si para atingir seus objetivos.
  • Se você aprender a não subestimar suas conquistas, você vai estar mais preparado para seguir em frente e superar o problema.

 

 

4. Ninguém é perfeito

 

Aprenda a aceitar quem você é e seja gentil consigo mesmo quando as coisas derem errado: não fique destacando seus defeitos! Se você aceitar que nem tudo pode ser perfeito, fica mais fácil alcançar a felicidade, garantir seu bem estar e aumentar a sua resiliência.

 

Segundo Valerie Young, especialista em síndrome do impostor, existem cinco subgrupos de “impostores” e cada um deles tem uma forma de lidar e resolver os problemas.

 

O Perfeccionista espera alcançar seus objetivos desafiadores, mas experimentam dúvidas e se preocupam com a capacidade de alcançar o sucesso quando falham. Os indivíduos desse subgrupo raramente estão satisfeitos, pois sempre acreditam que poderiam ter feito melhor. Para superar esse problema, o perfeccionista precisa aprender a celebrar as próprias conquistas e enxergar os erros como uma parte inevitável do processo. Ao invés de desistir de começar um projeto enquanto espera pelo “momento perfeito”, lembre-se que talvez ele nunca chegue.

 

O Especialista acredita que deve saber tudo o que há para saber sobre um assunto antes de iniciar um projeto. Eles buscam, continuamente, ampliar suas habilidades e conseguir novas informações, o que pode ser visto como uma forma de procrastinação. Se você não sabe como fazer algo, não há nada errado em pedir ajuda.

 

O Solista sofre com a sensação de que pedir ajuda pode revelar sua farsa. Eles frequentemente recusam assistência, assim podem provar seu valor em uma situação. De novo: não há vergonha em pedir ajuda; admitir que você não pode fazer algo sozinho não o transforma em um impostor.

 

O Gênio Natural mede a competência com base na rapidez ou facilidade com que domina um novo papel e, quando são incapazes de se sobressair sem muito esforço, eles tendem a se condenar e experimentam sentimentos de vergonha. Lembre-se: Mesmo as pessoas mais confiantes precisam estar em constante processo de aprendizagem para desenvolver habilidades e alcançar o sucesso. Por isso, da próxima vez que você não conseguir alcançar os “padrões impossíveis”, determinados por você mesmo, divida a tarefa em pedaços menores ​​que possam ser trabalhados ao longo do tempo.

 

A Super-mulher e o Super-homem tentam se destacar em todos os papeis da vida e se esforçam para disfarçar as inseguranças que têm. No entanto, essa tentativa de ser o melhor em tudo trazer uma sobrecarga de trabalho que pode afetar a saúde mental e os relacionamentos com colegas, amigos e familiares. As pessoas desse subgrupo anseiam pela validação externa e recebem críticas construtivas como uma afronta pessoal. No entanto, é necessário se aceitar, cultivar a auto-estima e a aceitar críticas para que elas possam te ajudar a crescer.

 

 

5. Puxe o freio dos pensamentos negativos

 

A síndrome do impostor é caracterizada por sentimentos de inadequação que persistem apesar da evidência de sucesso. Muitas pessoas que sofrem com esse problema partilham sentimentos semelhantes que parecem nunca deixá-los. A chave para superar esses pensamentos é reformulá-los: acompanhar quando ocorrem é o primeiro passo para recuperar o controle. Nem sempre é uma tarefa fácil, mas é possível controlar o final da narrativa. E isso pode fazê-lo enxergar o lado positivo de situações desafiadoras.

Cada vez mais comum, ela faz com que uma pessoa se veja como uma farsa e minimize as próprias conquistas.


 


Muitas pessoas bem-sucedidas costumam atribuir o próprio sucesso a um golpe de sorte — e por isso, a  qualquer momento, serão expostas como impostoras. Elas sofrem do que a ciência chama de síndrome do impostor. Essa denominação, que surgiu timidamente pela primeira vez em 1978, em um artigo publicado na revista Psychology and Psychotherapy: Theory, Research and Practice, é cada vez mais comum e descreve uma sensação interna que faz com que um individuo se veja como uma farsa e minimize as próprias conquistas.


 


 


Principais Sintomas


 


A baixa autoestima geralmente alimenta a síndrome do impostor. Não importa quanto sucesso obtenham, as pessoas afetadas sempre negam suas conquistas e questionam sua autoestima. Contrariando a lógica, ser bem-sucedido não os fazem se sentir mais confiantes, muito pelo contrário, faz com que tenham a sensação de estar sempre enganando as pessoas que os cercam.


 


 


Os sintomas comuns de quem sofre com essa síndrome são:


 

  • Preocupação ou medo de que colegas descubram que você não é tão capaz ou inteligente quanto eles acham que você é;
  • Creditar realizações como sendo “golpe de sorte” ou “não é grande coisa”;
  • Evitar fazer qualquer coisa desafiadora por duvidar das próprias habilidades;
  • Necessidade de fazer tudo perfeitamente;
  • Odiar cometer erros;
  • Sentir-se derrotado pelas críticas, vendo-as como prova de incompetência;
  • Acreditar que os outros são mais capazes, mais inteligentes e mais competentes que você;
  • Conviver diariamente com medo de ser descoberto como uma fraude.

 


 


Veja algumas dicas dadas pelo Medical News Today:


 


 


1. Converse! Você não é o único


 


Aceitar que a síndrome do impostor existe e que você não é o único que sofre com ela, muitas vezes é suficiente para colocar acalmar a sua mente. Essa síndrome é comum e afeta desde estudantes do ensino médio até celebridades e ganhadores do Prêmio Nobel. Infelizmente, ela não costuma ser um tópico discutido; e isso se deve ao fato de as pessoas que passam por isso tenham a constante sensação de que se conversarem sobre o assunto, elas serão desmascaradas, preferindo manter esse “segredo obscuro”. No entanto, quando a questão é abordado, muitos sentem uma profunda sensação de alívio por não serem os únicos que se sentem assim.


 


 


2. Identifique a raiz do problema


 


Identificar exatamente o que está abalando a sua confiança pode ajudá-lo a ver com clareza a causa básica do problema, permitindo que você se concentre em superá-lo. Às vezes, a origem da síndrome está ainda na infância. Muitas crianças têm de competir com alguém que os pais costumam rotular de “melhor”. Sabe aquela frase “o filho de fulaninho fez isso ou aquilo?” que os pais usam como forma de estimular os filhos a serem melhores? É ela que, na maioria das vezes, desencadeia  a necessidade de se superar, mas como os pais parecem não enxergar as conquistas das crianças, elas acabam desenvolvendo a sensação de que as realizações não provêm do mérito, mas do acaso ou da sorte. É assim que a síndrome do impostor surge.


 


 


PATROCINADORES

3. Lembre-se de suas conquistas


 


Manter um registro de todas as suas realizações e consultá-lo às vezes pode ajudá-lo a aceitar todas as suas conquistas. Seja um currículo, uma lista, um diário ou uma caixa de anotações que ilustrem suas vitórias pessoais, ter algo concreto pode lembrá-lo de que seus resultados são reais e não simplesmente fruto da sua imaginação. Depois de ter aceitado o sucesso, a crença na própria capacidade de realizar tarefas pode desempenhar um papel importante na maneira como você lida com responsabilidades, desafios e metas.


 


Para se tornar uma pessoa eficiente e alcançar ainda mais é preciso seguir alguns passos, como:


 

  • Definir metas que exijam muito;
  • Prosperar em desafios (ou seja, não evitá-los);
  • Estar sempre motivado;
  • Não parar diante dos obstáculos;
  • Dar o melhor de si para atingir seus objetivos.
  • Se você aprender a não subestimar suas conquistas, você vai estar mais preparado para seguir em frente e superar o problema.

 


 


4. Ninguém é perfeito


 


Aprenda a aceitar quem você é e seja gentil consigo mesmo quando as coisas derem errado: não fique destacando seus defeitos! Se você aceitar que nem tudo pode ser perfeito, fica mais fácil alcançar a felicidade, garantir seu bem estar e aumentar a sua resiliência.


 


Segundo Valerie Young, especialista em síndrome do impostor, existem cinco subgrupos de “impostores” e cada um deles tem uma forma de lidar e resolver os problemas.


 


O Perfeccionista espera alcançar seus objetivos desafiadores, mas experimentam dúvidas e se preocupam com a capacidade de alcançar o sucesso quando falham. Os indivíduos desse subgrupo raramente estão satisfeitos, pois sempre acreditam que poderiam ter feito melhor. Para superar esse problema, o perfeccionista precisa aprender a celebrar as próprias conquistas e enxergar os erros como uma parte inevitável do processo. Ao invés de desistir de começar um projeto enquanto espera pelo “momento perfeito”, lembre-se que talvez ele nunca chegue.


 


O Especialista acredita que deve saber tudo o que há para saber sobre um assunto antes de iniciar um projeto. Eles buscam, continuamente, ampliar suas habilidades e conseguir novas informações, o que pode ser visto como uma forma de procrastinação. Se você não sabe como fazer algo, não há nada errado em pedir ajuda.


 


O Solista sofre com a sensação de que pedir ajuda pode revelar sua farsa. Eles frequentemente recusam assistência, assim podem provar seu valor em uma situação. De novo: não há vergonha em pedir ajuda; admitir que você não pode fazer algo sozinho não o transforma em um impostor.


 


O Gênio Natural mede a competência com base na rapidez ou facilidade com que domina um novo papel e, quando são incapazes de se sobressair sem muito esforço, eles tendem a se condenar e experimentam sentimentos de vergonha. Lembre-se: Mesmo as pessoas mais confiantes precisam estar em constante processo de aprendizagem para desenvolver habilidades e alcançar o sucesso. Por isso, da próxima vez que você não conseguir alcançar os “padrões impossíveis”, determinados por você mesmo, divida a tarefa em pedaços menores ​​que possam ser trabalhados ao longo do tempo.


 


A Super-mulher e o Super-homem tentam se destacar em todos os papeis da vida e se esforçam para disfarçar as inseguranças que têm. No entanto, essa tentativa de ser o melhor em tudo trazer uma sobrecarga de trabalho que pode afetar a saúde mental e os relacionamentos com colegas, amigos e familiares. As pessoas desse subgrupo anseiam pela validação externa e recebem críticas construtivas como uma afronta pessoal. No entanto, é necessário se aceitar, cultivar a auto-estima e a aceitar críticas para que elas possam te ajudar a crescer.


 


 


5. Puxe o freio dos pensamentos negativos


 


A síndrome do impostor é caracterizada por sentimentos de inadequação que persistem apesar da evidência de sucesso. Muitas pessoas que sofrem com esse problema partilham sentimentos semelhantes que parecem nunca deixá-los. A chave para superar esses pensamentos é reformulá-los: acompanhar quando ocorrem é o primeiro passo para recuperar o controle. Nem sempre é uma tarefa fácil, mas é possível controlar o final da narrativa. E isso pode fazê-lo enxergar o lado positivo de situações desafiadoras.


Cada vez mais comum, ela faz com que uma pessoa se veja como uma farsa e minimize as próprias conquistas.



Muitas pessoas bem-sucedidas costumam atribuir o próprio sucesso a um golpe de sorte — e por isso, a  qualquer momento, serão expostas como impostoras. Elas sofrem do que a ciência chama de síndrome do impostor. Essa denominação, que surgiu timidamente pela primeira vez em 1978, em um artigo publicado na revista Psychology and Psychotherapy: Theory, Research and Practice, é cada vez mais comum e descreve uma sensação interna que faz com que um individuo se veja como uma farsa e minimize as próprias conquistas.



Principais Sintomas



A baixa autoestima geralmente alimenta a síndrome do impostor. Não importa quanto sucesso obtenham, as pessoas afetadas sempre negam suas conquistas e questionam sua autoestima. Contrariando a lógica, ser bem-sucedido não os fazem se sentir mais confiantes, muito pelo contrário, faz com que tenham a sensação de estar sempre enganando as pessoas que os cercam.



Os sintomas comuns de quem sofre com essa síndrome são:



 

  • Preocupação ou medo de que colegas descubram que você não é tão capaz ou inteligente quanto eles acham que você é;
  • Creditar realizações como sendo “golpe de sorte” ou “não é grande coisa”;
  • Evitar fazer qualquer coisa desafiadora por duvidar das próprias habilidades;
  • Necessidade de fazer tudo perfeitamente;
  • Odiar cometer erros;
  • Sentir-se derrotado pelas críticas, vendo-as como prova de incompetência;
  • Acreditar que os outros são mais capazes, mais inteligentes e mais competentes que você;
  • Conviver diariamente com medo de ser descoberto como uma fraude.


Veja algumas dicas dadas pelo Medical News Today:



1. Converse! Você não é o único



PATROCINADORES

Aceitar que a síndrome do impostor existe e que você não é o único que sofre com ela, muitas vezes é suficiente para colocar acalmar a sua mente. Essa síndrome é comum e afeta desde estudantes do ensino médio até celebridades e ganhadores do Prêmio Nobel. Infelizmente, ela não costuma ser um tópico discutido; e isso se deve ao fato de as pessoas que passam por isso tenham a constante sensação de que se conversarem sobre o assunto, elas serão desmascaradas, preferindo manter esse “segredo obscuro”. No entanto, quando a questão é abordado, muitos sentem uma profunda sensação de alívio por não serem os únicos que se sentem assim.



2. Identifique a raiz do problema



Identificar exatamente o que está abalando a sua confiança pode ajudá-lo a ver com clareza a causa básica do problema, permitindo que você se concentre em superá-lo. Às vezes, a origem da síndrome está ainda na infância. Muitas crianças têm de competir com alguém que os pais costumam rotular de “melhor”. Sabe aquela frase “o filho de fulaninho fez isso ou aquilo?” que os pais usam como forma de estimular os filhos a serem melhores? É ela que, na maioria das vezes, desencadeia  a necessidade de se superar, mas como os pais parecem não enxergar as conquistas das crianças, elas acabam desenvolvendo a sensação de que as realizações não provêm do mérito, mas do acaso ou da sorte. É assim que a síndrome do impostor surge.



3. Lembre-se de suas conquistas



Manter um registro de todas as suas realizações e consultá-lo às vezes pode ajudá-lo a aceitar todas as suas conquistas. Seja um currículo, uma lista, um diário ou uma caixa de anotações que ilustrem suas vitórias pessoais, ter algo concreto pode lembrá-lo de que seus resultados são reais e não simplesmente fruto da sua imaginação. Depois de ter aceitado o sucesso, a crença na própria capacidade de realizar tarefas pode desempenhar um papel importante na maneira como você lida com responsabilidades, desafios e metas.



Para se tornar uma pessoa eficiente e alcançar ainda mais é preciso seguir alguns passos, como:



 

  • Definir metas que exijam muito;
  • Prosperar em desafios (ou seja, não evitá-los);
  • Estar sempre motivado;
  • Não parar diante dos obstáculos;
  • Dar o melhor de si para atingir seus objetivos.
  • Se você aprender a não subestimar suas conquistas, você vai estar mais preparado para seguir em frente e superar o problema.


4. Ninguém é perfeito



PATROCINADORES

Aprenda a aceitar quem você é e seja gentil consigo mesmo quando as coisas derem errado: não fique destacando seus defeitos! Se você aceitar que nem tudo pode ser perfeito, fica mais fácil alcançar a felicidade, garantir seu bem estar e aumentar a sua resiliência.



Segundo Valerie Young, especialista em síndrome do impostor, existem cinco subgrupos de “impostores” e cada um deles tem uma forma de lidar e resolver os problemas.



O Perfeccionista espera alcançar seus objetivos desafiadores, mas experimentam dúvidas e se preocupam com a capacidade de alcançar o sucesso quando falham. Os indivíduos desse subgrupo raramente estão satisfeitos, pois sempre acreditam que poderiam ter feito melhor. Para superar esse problema, o perfeccionista precisa aprender a celebrar as próprias conquistas e enxergar os erros como uma parte inevitável do processo. Ao invés de desistir de começar um projeto enquanto espera pelo “momento perfeito”, lembre-se que talvez ele nunca chegue.



O Especialista acredita que deve saber tudo o que há para saber sobre um assunto antes de iniciar um projeto. Eles buscam, continuamente, ampliar suas habilidades e conseguir novas informações, o que pode ser visto como uma forma de procrastinação. Se você não sabe como fazer algo, não há nada errado em pedir ajuda.



O Solista sofre com a sensação de que pedir ajuda pode revelar sua farsa. Eles frequentemente recusam assistência, assim podem provar seu valor em uma situação. De novo: não há vergonha em pedir ajuda; admitir que você não pode fazer algo sozinho não o transforma em um impostor.



O Gênio Natural mede a competência com base na rapidez ou facilidade com que domina um novo papel e, quando são incapazes de se sobressair sem muito esforço, eles tendem a se condenar e experimentam sentimentos de vergonha. Lembre-se: Mesmo as pessoas mais confiantes precisam estar em constante processo de aprendizagem para desenvolver habilidades e alcançar o sucesso. Por isso, da próxima vez que você não conseguir alcançar os “padrões impossíveis”, determinados por você mesmo, divida a tarefa em pedaços menores ​​que possam ser trabalhados ao longo do tempo.



A Super-mulher e o Super-homem tentam se destacar em todos os papeis da vida e se esforçam para disfarçar as inseguranças que têm. No entanto, essa tentativa de ser o melhor em tudo trazer uma sobrecarga de trabalho que pode afetar a saúde mental e os relacionamentos com colegas, amigos e familiares. As pessoas desse subgrupo anseiam pela validação externa e recebem críticas construtivas como uma afronta pessoal. No entanto, é necessário se aceitar, cultivar a auto-estima e a aceitar críticas para que elas possam te ajudar a crescer.



5. Puxe o freio dos pensamentos negativos



A síndrome do impostor é caracterizada por sentimentos de inadequação que persistem apesar da evidência de sucesso. Muitas pessoas que sofrem com esse problema partilham sentimentos semelhantes que parecem nunca deixá-los. A chave para superar esses pensamentos é reformulá-los: acompanhar quando ocorrem é o primeiro passo para recuperar o controle. Nem sempre é uma tarefa fácil, mas é possível controlar o final da narrativa. E isso pode fazê-lo enxergar o lado positivo de situações desafiadoras.



Veja Também