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Sul de Minas

Óleo de soja vencido era servido em escolas municipais de Pouso Alegre

Publicado por TV Minas em 15/04/2018

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Matéria extraída do Terra do Mandu

 

Alunos de escolas municipais de Pouso Alegre, estavam consumindo alimentos preparados com óleo de soja vencido há três meses. A denúncia é do vereador Luiz Antônio dos Santos, o Campanha (PROS). O parlamentar esteve em uma das escolas e solicitou a presença da Vigilância Sanitária Municipal que apreendeu várias caixas do produto.

 

A reportagem do Terra do Mandu teve acesso a um comunicado interno do departamento de Alimentação Escolar onde expõe o conhecimento do óleo vencido. Eram 1.867 litros de óleo vencidos em 17/01/2018. O departamento da Secretaria Municipal de Educação orientou que o produto poderia ser utilizado “tendo em vista a improbabilidade da degradação do produto e o curto prazo para o consumo”, diz o documento.

 

O departamento de Alimentação Escolar ainda informa no comunicado que tentou fazer a troca do óleo vencido com o fornecedor, mas não foi possível. Justifica também que o produto estraga se for acondicionado em local impróprio e que o Ministério da Agricultura reduziu o período de validade de 360 para 180 dias.

 

O vereador Campanha fez boletim de ocorrência na Polícia Militar e diz que vai encaminhar a denúncia ao Ministério Público. “O caso é grave e revoltante. Se tem a data de validade, ela tem que ser cumprida. Nenhum produto vem informando que pode ser consumido depois de vencido. Estou indignado. Esse documento do departamento de alimentação Escolar é um testado de burrice. O produto tem que ser usado dentro prazo de validade”, fala o vereador.

Matéria extraída do Terra do Mandu


 


Alunos de escolas municipais de Pouso Alegre, estavam consumindo alimentos preparados com óleo de soja vencido há três meses. A denúncia é do vereador Luiz Antônio dos Santos, o Campanha (PROS). O parlamentar esteve em uma das escolas e solicitou a presença da Vigilância Sanitária Municipal que apreendeu várias caixas do produto.


 


PATROCINADORES

A reportagem do Terra do Mandu teve acesso a um comunicado interno do departamento de Alimentação Escolar onde expõe o conhecimento do óleo vencido. Eram 1.867 litros de óleo vencidos em 17/01/2018. O departamento da Secretaria Municipal de Educação orientou que o produto poderia ser utilizado “tendo em vista a improbabilidade da degradação do produto e o curto prazo para o consumo”, diz o documento.


 


O departamento de Alimentação Escolar ainda informa no comunicado que tentou fazer a troca do óleo vencido com o fornecedor, mas não foi possível. Justifica também que o produto estraga se for acondicionado em local impróprio e que o Ministério da Agricultura reduziu o período de validade de 360 para 180 dias.


 


O vereador Campanha fez boletim de ocorrência na Polícia Militar e diz que vai encaminhar a denúncia ao Ministério Público. “O caso é grave e revoltante. Se tem a data de validade, ela tem que ser cumprida. Nenhum produto vem informando que pode ser consumido depois de vencido. Estou indignado. Esse documento do departamento de alimentação Escolar é um testado de burrice. O produto tem que ser usado dentro prazo de validade”, fala o vereador.


Matéria extraída do Terra do Mandu



Alunos de escolas municipais de Pouso Alegre, estavam consumindo alimentos preparados com óleo de soja vencido há três meses. A denúncia é do vereador Luiz Antônio dos Santos, o Campanha (PROS). O parlamentar esteve em uma das escolas e solicitou a presença da Vigilância Sanitária Municipal que apreendeu várias caixas do produto.



A reportagem do Terra do Mandu teve acesso a um comunicado interno do departamento de Alimentação Escolar onde expõe o conhecimento do óleo vencido. Eram 1.867 litros de óleo vencidos em 17/01/2018. O departamento da Secretaria Municipal de Educação orientou que o produto poderia ser utilizado “tendo em vista a improbabilidade da degradação do produto e o curto prazo para o consumo”, diz o documento.



PATROCINADORES

O departamento de Alimentação Escolar ainda informa no comunicado que tentou fazer a troca do óleo vencido com o fornecedor, mas não foi possível. Justifica também que o produto estraga se for acondicionado em local impróprio e que o Ministério da Agricultura reduziu o período de validade de 360 para 180 dias.



O vereador Campanha fez boletim de ocorrência na Polícia Militar e diz que vai encaminhar a denúncia ao Ministério Público. “O caso é grave e revoltante. Se tem a data de validade, ela tem que ser cumprida. Nenhum produto vem informando que pode ser consumido depois de vencido. Estou indignado. Esse documento do departamento de alimentação Escolar é um testado de burrice. O produto tem que ser usado dentro prazo de validade”, fala o vereador.



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