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Sul de Minas

Teste rápido desenvolvido na UFLA facilita o diagnóstico de leishmaniose

Publicado por TV Minas em 18/04/2018

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Matéria extraída do G1

 

Uma parceria entre universidades e prefeitura pesquisa o novo teste que pode reduzir para poucas horas o tempo de diagnóstico da doença.

 

Um teste rápido em fase de pesquisas na Universidade Federal de Lavras (Ufla) promete reduzir o tempo de diagnóstico da leishmaniose. Atualmente, os testes só dão o resultado em 10 dias. Com o novo teste, a previsão é que o resultado saia em 4 horas.

 

A pesquisa é uma parceria entre a Ufla, a Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e a prefeitura de Lavras. Com isso, a intenção é agilizar o tratamento da doença.

 

O teste é simples e usa uma placa de laboratório, um antígeno e um diluente. “A partir desse material, a gente coloca na placa o soro do paciente, em diferentes diluições. E a gente vai incubar isso por aproximadamente quatro horas. Após esse período, se no fundo dessa placa se formar um botão, significa que o paciente é negativo. Se o material ficar turvo, esse paciente é positivo”, explica Joziana Barçante, a coordenadora de projetos da Ufla.

 

Para quem está com os sintomas da doenças, o avanço é significativo. “A principal causa de letalidade da leishmaniose é o retardo no diagnóstico. Quanto mais precoce for feito, mais rápido o médico pode iniciar o tratamento desse paciente, reduzindo os sintomas e a morbidade desse paciente”.

 

A previsão é que o teste siga os dois anos de testes para comprovar a eficácia na detecção da doença. “Vamos avaliar em Lavras, que é cidade de baixa endemicidade pra leishmaniose visceral, Montes Claros e Passos que são áreas de alta endemicidade”.

 

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil está entre os cinco países que mais têm casos da doença. Na América Latina, 90% dos casos estão no país.

 

A leishmaniose é transmitida pelo mosquito palha e o cachorro é um dos hospedeiros do protozoário. A doença é uma preocupação em Lavras por conta do número de casos da leishmaniose visceral em 2018 – foram seis casos e uma morte.

 

“Em 2017, nós identificamos o primeiro caso da doença no Sul de Minas em uma criança. O quadro evoluiu bem, mas desde então foram mais cinco casos. O nosso objetivo é reduzir a letalidade. Em Minas Gerais, são altíssimas as taxas de letalidade da leishmaniose visceral e a gente tenta, da melhor forma possível, diminuir esse número e minorar o impacto da doença”, explica Richardson Carvalho, chefe da vigilância epidemiológica de Lavras.

 

Outra novidade é um aplicativo para uso dos agentes de saúde. Também desenvolvida na parceria das universidades, ele serve para consulta da doença, como um guia de bolso. Também é possível calcular o nível de gravidade dos pacientes.

Matéria extraída do G1


 


Uma parceria entre universidades e prefeitura pesquisa o novo teste que pode reduzir para poucas horas o tempo de diagnóstico da doença.


 


Um teste rápido em fase de pesquisas na Universidade Federal de Lavras (Ufla) promete reduzir o tempo de diagnóstico da leishmaniose. Atualmente, os testes só dão o resultado em 10 dias. Com o novo teste, a previsão é que o resultado saia em 4 horas.


 


A pesquisa é uma parceria entre a Ufla, a Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e a prefeitura de Lavras. Com isso, a intenção é agilizar o tratamento da doença.


 


O teste é simples e usa uma placa de laboratório, um antígeno e um diluente. “A partir desse material, a gente coloca na placa o soro do paciente, em diferentes diluições. E a gente vai incubar isso por aproximadamente quatro horas. Após esse período, se no fundo dessa placa se formar um botão, significa que o paciente é negativo. Se o material ficar turvo, esse paciente é positivo”, explica Joziana Barçante, a coordenadora de projetos da Ufla.


 


PATROCINADORES

Para quem está com os sintomas da doenças, o avanço é significativo. “A principal causa de letalidade da leishmaniose é o retardo no diagnóstico. Quanto mais precoce for feito, mais rápido o médico pode iniciar o tratamento desse paciente, reduzindo os sintomas e a morbidade desse paciente”.


 


A previsão é que o teste siga os dois anos de testes para comprovar a eficácia na detecção da doença. “Vamos avaliar em Lavras, que é cidade de baixa endemicidade pra leishmaniose visceral, Montes Claros e Passos que são áreas de alta endemicidade”.


 


Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil está entre os cinco países que mais têm casos da doença. Na América Latina, 90% dos casos estão no país.


 


A leishmaniose é transmitida pelo mosquito palha e o cachorro é um dos hospedeiros do protozoário. A doença é uma preocupação em Lavras por conta do número de casos da leishmaniose visceral em 2018 – foram seis casos e uma morte.


 


“Em 2017, nós identificamos o primeiro caso da doença no Sul de Minas em uma criança. O quadro evoluiu bem, mas desde então foram mais cinco casos. O nosso objetivo é reduzir a letalidade. Em Minas Gerais, são altíssimas as taxas de letalidade da leishmaniose visceral e a gente tenta, da melhor forma possível, diminuir esse número e minorar o impacto da doença”, explica Richardson Carvalho, chefe da vigilância epidemiológica de Lavras.


 


Outra novidade é um aplicativo para uso dos agentes de saúde. Também desenvolvida na parceria das universidades, ele serve para consulta da doença, como um guia de bolso. Também é possível calcular o nível de gravidade dos pacientes.


Matéria extraída do G1



Uma parceria entre universidades e prefeitura pesquisa o novo teste que pode reduzir para poucas horas o tempo de diagnóstico da doença.



Um teste rápido em fase de pesquisas na Universidade Federal de Lavras (Ufla) promete reduzir o tempo de diagnóstico da leishmaniose. Atualmente, os testes só dão o resultado em 10 dias. Com o novo teste, a previsão é que o resultado saia em 4 horas.



A pesquisa é uma parceria entre a Ufla, a Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e a prefeitura de Lavras. Com isso, a intenção é agilizar o tratamento da doença.



PATROCINADORES

O teste é simples e usa uma placa de laboratório, um antígeno e um diluente. “A partir desse material, a gente coloca na placa o soro do paciente, em diferentes diluições. E a gente vai incubar isso por aproximadamente quatro horas. Após esse período, se no fundo dessa placa se formar um botão, significa que o paciente é negativo. Se o material ficar turvo, esse paciente é positivo”, explica Joziana Barçante, a coordenadora de projetos da Ufla.



Para quem está com os sintomas da doenças, o avanço é significativo. “A principal causa de letalidade da leishmaniose é o retardo no diagnóstico. Quanto mais precoce for feito, mais rápido o médico pode iniciar o tratamento desse paciente, reduzindo os sintomas e a morbidade desse paciente”.



A previsão é que o teste siga os dois anos de testes para comprovar a eficácia na detecção da doença. “Vamos avaliar em Lavras, que é cidade de baixa endemicidade pra leishmaniose visceral, Montes Claros e Passos que são áreas de alta endemicidade”.



PATROCINADORES

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil está entre os cinco países que mais têm casos da doença. Na América Latina, 90% dos casos estão no país.



A leishmaniose é transmitida pelo mosquito palha e o cachorro é um dos hospedeiros do protozoário. A doença é uma preocupação em Lavras por conta do número de casos da leishmaniose visceral em 2018 – foram seis casos e uma morte.



“Em 2017, nós identificamos o primeiro caso da doença no Sul de Minas em uma criança. O quadro evoluiu bem, mas desde então foram mais cinco casos. O nosso objetivo é reduzir a letalidade. Em Minas Gerais, são altíssimas as taxas de letalidade da leishmaniose visceral e a gente tenta, da melhor forma possível, diminuir esse número e minorar o impacto da doença”, explica Richardson Carvalho, chefe da vigilância epidemiológica de Lavras.



Outra novidade é um aplicativo para uso dos agentes de saúde. Também desenvolvida na parceria das universidades, ele serve para consulta da doença, como um guia de bolso. Também é possível calcular o nível de gravidade dos pacientes.



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