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Petrobras apresenta proposta para privatizar quatro refinarias

Publicado por TV Minas em 19/04/2018

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Modelo, ainda não aprovado pela diretoria, prevê vender 60% de duas unidades no Nordeste e duas no Sul.

 

A Petrobras está apresentando na manhã desta quinta-feira proposta para privatizar quatro refinarias em dois blocos, duas no Nordeste e duas no Sul. Juntas, elas têm 37% da capacidade de refino total da companhia. O modelo de negócios, ainda não aprovado pela diretoria da empresa, prevê a venda de 60% das unidades. A estatal ficaria com os 40% restantes e manteria sob seu controle 75% do mercado de refino. A Petrobras tem 13 refinarias no Brasil.

 

Detallhes da apresentação da Petrobras estão disponíveis no site da Comissão de Valores Mobiiários (CVM), órgão que regula o mercado de capitais. O evento de apresentação acontece na Fundação Getulio Vargas, no Rio.

 

As quatro refinarias que devem ser privatizadas são a Refinaria Landulpho Alves (RLAM), na Bahia; a Refinaria do Noredeste ou Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco; a Refinaria Alberto Pasqualine (Refap), no Rio Grande do Sul; e a Refinaria Presidiente Getúlio Vargas (Repar), no Paraná.

 

Além das unidades de refino, a venda vai incluir a infraestrutura logística. Associados a essas quatro refinarias estão 12 terminais. Se o plano for adiante, a Petrobras ficará com nove refinarias e 36 terminais, além das participações naquelas quatro.

 

Segundo a apresentação, o objetivo da Petrobras é fazer parcerias em blocos para assegurar a competição de mercado. Se a empresa buscasse um parceiro para todo o parque de refino, diz, manteria sua "condição hegemônica" e não permitiria a criação de mercado competitivo.

 

O secretário- executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Félix, disse que o objetivo da Petrobras, neste momento, é debater o assunto e colher sugestões do mercado.

 

"O objetivo é apresentar a proposta, ouvir a opinião dos especialistas e debater. Eu, por exemplo, não esperava que fosse anunciado antes, mas como tem efeito em Bolsa...", disse Márcio Félix que se surpreendeu com o comunicado da Petrobras ao mercado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre o plano.

 

Segundo Félix, a apresentação de hoje "é um passo fundamental para resolver o gargalo do setor de refino".

 

"É uma excelente iniciativa, fico feliz de estar bem adiantado. Creio que terá interesse das empresas para investirem no setor. E o Brasil é o terceiro maior mercado do uso de combustíveis", destacou o secretário.

 

Ele lembrou ainda que o Brasil exporta um milhão de barris diários de petróleo e importa 600 mil barris de derivados.

 

No fato relevante, a Petrobras salienta que o evento de hoje é de “caráter técnico, sem o objetivo de anunciar uma decisão sobre o assunto”. Esclarece que o modelo preliminar que será apresentado “não conta com a aprovação formal de seus órgãos de governança (diretoria executiva e Conselho de Administração)”.

 

A busca de parcerias na área de refino foi aprovada no Planejamento Estratégico (PE) da Petrobras e no Plano de Negócios e Gestão (PNG) 2017-2021, reforçada no PNG 2018- 2022, conforme indicado na estratégia de “reduzir o risco da Petrobras, agregando valor na atuação em E&P, Refino, Transporte, Logística, Distribuição e Comercialização por meio de parcerias e desinvestimentos”.

Modelo, ainda não aprovado pela diretoria, prevê vender 60% de duas unidades no Nordeste e duas no Sul.


 


A Petrobras está apresentando na manhã desta quinta-feira proposta para privatizar quatro refinarias em dois blocos, duas no Nordeste e duas no Sul. Juntas, elas têm 37% da capacidade de refino total da companhia. O modelo de negócios, ainda não aprovado pela diretoria da empresa, prevê a venda de 60% das unidades. A estatal ficaria com os 40% restantes e manteria sob seu controle 75% do mercado de refino. A Petrobras tem 13 refinarias no Brasil.


 


Detallhes da apresentação da Petrobras estão disponíveis no site da Comissão de Valores Mobiiários (CVM), órgão que regula o mercado de capitais. O evento de apresentação acontece na Fundação Getulio Vargas, no Rio.


 


As quatro refinarias que devem ser privatizadas são a Refinaria Landulpho Alves (RLAM), na Bahia; a Refinaria do Noredeste ou Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco; a Refinaria Alberto Pasqualine (Refap), no Rio Grande do Sul; e a Refinaria Presidiente Getúlio Vargas (Repar), no Paraná.


 


Além das unidades de refino, a venda vai incluir a infraestrutura logística. Associados a essas quatro refinarias estão 12 terminais. Se o plano for adiante, a Petrobras ficará com nove refinarias e 36 terminais, além das participações naquelas quatro.


 


Segundo a apresentação, o objetivo da Petrobras é fazer parcerias em blocos para assegurar a competição de mercado. Se a empresa buscasse um parceiro para todo o parque de refino, diz, manteria sua "condição hegemônica" e não permitiria a criação de mercado competitivo.


 


PATROCINADORES

O secretário- executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Félix, disse que o objetivo da Petrobras, neste momento, é debater o assunto e colher sugestões do mercado.


 


"O objetivo é apresentar a proposta, ouvir a opinião dos especialistas e debater. Eu, por exemplo, não esperava que fosse anunciado antes, mas como tem efeito em Bolsa...", disse Márcio Félix que se surpreendeu com o comunicado da Petrobras ao mercado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre o plano.


 


Segundo Félix, a apresentação de hoje "é um passo fundamental para resolver o gargalo do setor de refino".


 


"É uma excelente iniciativa, fico feliz de estar bem adiantado. Creio que terá interesse das empresas para investirem no setor. E o Brasil é o terceiro maior mercado do uso de combustíveis", destacou o secretário.


 


Ele lembrou ainda que o Brasil exporta um milhão de barris diários de petróleo e importa 600 mil barris de derivados.


 


No fato relevante, a Petrobras salienta que o evento de hoje é de “caráter técnico, sem o objetivo de anunciar uma decisão sobre o assunto”. Esclarece que o modelo preliminar que será apresentado “não conta com a aprovação formal de seus órgãos de governança (diretoria executiva e Conselho de Administração)”.


 


A busca de parcerias na área de refino foi aprovada no Planejamento Estratégico (PE) da Petrobras e no Plano de Negócios e Gestão (PNG) 2017-2021, reforçada no PNG 2018- 2022, conforme indicado na estratégia de “reduzir o risco da Petrobras, agregando valor na atuação em E&P, Refino, Transporte, Logística, Distribuição e Comercialização por meio de parcerias e desinvestimentos”.


Modelo, ainda não aprovado pela diretoria, prevê vender 60% de duas unidades no Nordeste e duas no Sul.



A Petrobras está apresentando na manhã desta quinta-feira proposta para privatizar quatro refinarias em dois blocos, duas no Nordeste e duas no Sul. Juntas, elas têm 37% da capacidade de refino total da companhia. O modelo de negócios, ainda não aprovado pela diretoria da empresa, prevê a venda de 60% das unidades. A estatal ficaria com os 40% restantes e manteria sob seu controle 75% do mercado de refino. A Petrobras tem 13 refinarias no Brasil.



Detallhes da apresentação da Petrobras estão disponíveis no site da Comissão de Valores Mobiiários (CVM), órgão que regula o mercado de capitais. O evento de apresentação acontece na Fundação Getulio Vargas, no Rio.



As quatro refinarias que devem ser privatizadas são a Refinaria Landulpho Alves (RLAM), na Bahia; a Refinaria do Noredeste ou Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco; a Refinaria Alberto Pasqualine (Refap), no Rio Grande do Sul; e a Refinaria Presidiente Getúlio Vargas (Repar), no Paraná.



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Além das unidades de refino, a venda vai incluir a infraestrutura logística. Associados a essas quatro refinarias estão 12 terminais. Se o plano for adiante, a Petrobras ficará com nove refinarias e 36 terminais, além das participações naquelas quatro.



Segundo a apresentação, o objetivo da Petrobras é fazer parcerias em blocos para assegurar a competição de mercado. Se a empresa buscasse um parceiro para todo o parque de refino, diz, manteria sua "condição hegemônica" e não permitiria a criação de mercado competitivo.



O secretário- executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Félix, disse que o objetivo da Petrobras, neste momento, é debater o assunto e colher sugestões do mercado.



"O objetivo é apresentar a proposta, ouvir a opinião dos especialistas e debater. Eu, por exemplo, não esperava que fosse anunciado antes, mas como tem efeito em Bolsa...", disse Márcio Félix que se surpreendeu com o comunicado da Petrobras ao mercado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre o plano.



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Segundo Félix, a apresentação de hoje "é um passo fundamental para resolver o gargalo do setor de refino".



"É uma excelente iniciativa, fico feliz de estar bem adiantado. Creio que terá interesse das empresas para investirem no setor. E o Brasil é o terceiro maior mercado do uso de combustíveis", destacou o secretário.



Ele lembrou ainda que o Brasil exporta um milhão de barris diários de petróleo e importa 600 mil barris de derivados.



No fato relevante, a Petrobras salienta que o evento de hoje é de “caráter técnico, sem o objetivo de anunciar uma decisão sobre o assunto”. Esclarece que o modelo preliminar que será apresentado “não conta com a aprovação formal de seus órgãos de governança (diretoria executiva e Conselho de Administração)”.



A busca de parcerias na área de refino foi aprovada no Planejamento Estratégico (PE) da Petrobras e no Plano de Negócios e Gestão (PNG) 2017-2021, reforçada no PNG 2018- 2022, conforme indicado na estratégia de “reduzir o risco da Petrobras, agregando valor na atuação em E&P, Refino, Transporte, Logística, Distribuição e Comercialização por meio de parcerias e desinvestimentos”.



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